sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Sinal da TV Senado chega ao Cariri -

Sinal da TV Senado chega ao Cariri

A torre de transmissão está situada no Morro do Horto, próximo à estátua do Padre Cícero.

A TV Senado passou a ser transmitida, desde segunda-feira (14), na cidade de Juazeiro do Norte (CE), em caráter experimental. Esta é a primeira vez que o Senado Federal, por iniciativa própria, interioriza o sinal de sua emissora no país. Junto com a TV Senado, a população da região ganha até outros três canais: um para a TV da Câmara dos Deputados, outro para a TV da Assembleia Legislativa do Ceará e um canal para o município, viabilizados pela chamada multiprogramação.

Graças a um acordo de cooperação técnica, o Senado adquiriu os equipamentos de transmissão e a prefeitura do município responsabilizou-se pelo custeio da estação radiodifusora, em troca de um canal digital em sinal aberto 24 horas para prestação de serviços, informação jornalística e divulgação de manifestações culturais.

A TV Senado foi criada há 23 anos para levar ao cidadão o trabalho do Senado. Assim como a Rádio Senado e a Agência Senado, que mantém o portal Senado Notícias e o Jornal do Senado, a emissora tem o objetivo de democratizar o acesso à informação e dar transparência à atividade parlamentar. A TV mostra os debates e votações de senadores ao vivo e na íntegra, além de oferecer um variado leque de programas sobre os principais assuntos em discussão no país.
A torre de transmissão está situada no Morro do Horto, próximo à estátua do Padre Cícero. O sinal da TV Senado e das emissoras parceiras deve chegar a pelo menos outros quatro municípios da Região do Cariri, além de Juazeiro: Crato, Barbalha, Missão Velha e Caririaçu, atingindo uma população potencial próxima de 600 mil habitantes.

 matéria : 

domingo, 20 de outubro de 2019

Missa do Padre Cicero 20 de outubro de 2019

Missa do Padre Cicero dia 20 de outubro de 2019

Evangelho - Lc 18,1-8



Deus fará justiça aos seus
escolhidos que gritam por ele.
Esse foi o evangelho de hoje quando somos convidados  a perseverar na oração. Confiante no justo Juiz.






















A nossa narração hoje é visual , pois são tantas visões dessa benção que só comungando com vocês com as imagens .

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Irmã Dulce é canonizada pelo papa Francisco e se torna a 1ª santa brasileira


Irmã Dulce é canonizada pelo papa e se torna a 1ª santa brasileira

Viver para a glória de Deus é manifestar a presença divina em todos os lugares por onde passamos; é ter características de Deus, que nos escolheu para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença (Efésios 1:4; 1 Pedro 1:14-16)

Conhecida como “anjo bom da Bahia “ irmã Dulce foi declarada oficialmente como a primeira santa brasileira em uma cerimônia presidida pelo Papa Francisco no dia 13 de outubro p.p, Santa Dulce dos Pobres assim serás conhecida e reconhecida pelos teus devotos e tua igreja.



Santa Dulce dos Pobres teve dois milagres reconhecidos



Para a canonização, a Constituição Apostólica exige a comprovação de um segundo milagre e semelhante ritual processual e comprobatório. A segunda graça, conforme publicado pela Arquidiocese de Salvador, foi a recuperação da visão do músico e maestro José Maurício Bragança Moreira, após 14 anos sem enxergar por causa do glaucoma.

“Eu fui paciente de glaucoma muito grave que me cegou durante 14 anos. No dia do milagre, 10 de dezembro de 2014, o meu coral ia cantar, mas a minha esposa nem me deixou sair de casa por causa do derrame que eu tive nos olhos devido a uma conjuntivite viral. Eu passei a noite sem conseguir dormir e por volta das 4h eu peguei a imagem de Irmã Dulce, que fica na cabeceira da minha cama, a coloquei nos meus olhos e pedi que ela aliviasse a minha dor”, descreve Moreira em relato publicado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

De acordo com o músico, após colocar o santinho impresso sobre os olhos, sentiu sono e adormeceu. “Quando eu acordei de manhã, a minha esposa me deu umas compressas de gelo e foi quando eu comecei a enxergar o gelo e a ver a minha mão, e aos poucos a visão foi voltando. O momento que começou o retorno da visão foi pouco tempo depois da oração. É um milagre”, afirma. Após o reconhecimento do milagre pela Igreja, o Papa Francisco anunciou a canonização de Irmã Dulce

Vocação social

A vocação religiosa de Irmã Dulce é revelada ainda na adolescência sob influência de uma tia paterna. Ela tornou-se freira no começo da década de 1930 pela Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, em São Cristóvão (Sergipe).

Formada como professora, teve como primeira missão ensinar a crianças em colégio de sua congregação em Salvador. A vocação para as causas sociais teve início naquela década quando passou a prestar assistência à comunidade pobre de Alagados, e a participar da União Operária São Francisco.

Em 1937, funda o Círculo Operário da Bahia, juntamente com Frei Hildebrando Kruthaup. Em 1939, Irmã Dulce inaugura o Colégio Santo Antônio, escola comunitária voltada para operários e filhos de operários.

Dez anos depois, ocupa um galinheiro ao lado do Convento Santo Antônio de Salvador para acolher 70 doentes. Em 1959, é instalada oficialmente as Obras Sociais Irmã Dulce (Osid) e no ano seguinte é inaugurado o Albergue Santo Antônio.



Irmã Dulce, baiana com dois milagres reconhecidos, foi canonizada neste domingo (13) pelo papa Francisco, em cerimônia no Vaticano, e tornou-se a primeira santa brasileira. Com o reconhecimento, ela passa a se chamar Santa Dulce dos Pobres.

"Hoje agradecemos ao Senhor pelos novos santos, que caminharam na fé e a quem invocamos agora como intercessores. Três deles são freiras e nos mostram que a vida religiosa é um caminho de amor nas periferias existenciais do mundo", disse o Papa em sua homilia.

O Pontífice também canonizou o cardeal britânico John Henry Newman (1801-1890), fundador do Oratório de São Filipe Néri; a italiana Giuseppina Vannini (1859-1911), cofundadora da Congregação das Filhas de São Camilo; a indiana Maria Teresa Chiramel Mankidiyan (1876-1926), fundadora das Irmãs da Sagrada Família; e a suíça Margarita Bays (1815-1879), da Ordem Terceira de São Francisco de Assis.

A canonização ocorre nove anos após o colegiado de cardeais e bispos da Congregação para a Causa dos Santos, da Cúria Romana, atestar o primeiro milagre atribuído à Irmã Dulce descrito no processo de beatificação da religiosa iniciado pela Arquidiocese de São Salvador da Bahia. A decisão do colegiado é baseada em avaliação de peritos de saber científico (como médicos) e teólogos.

O milagre que levou à beatificação foi a intercessão da freira, a pedido de orações de um padre, para salvar a vida de uma mulher que deu à luz a um menino e estava desenganada por causa de uma hemorragia depois do parto, que os médicos não conseguiam conter. O caso ocorreu nove anos após a morte de Irmã Dulce (2001), em uma cidade do interior de Sergipe.

Segundo milagre

Para a canonização, a Constituição Apostólica exige a comprovação de um segundo milagre e semelhante ritual processual e comprobatório. A segunda graça, conforme publicado pela Arquidiocese de Salvador, foi a recuperação da visão do músico e maestro José Maurício Bragança Moreira, após 14 anos sem enxergar por causa do glaucoma.

“Eu fui paciente de glaucoma muito grave que me cegou durante 14 anos. No dia do milagre, 10 de dezembro de 2014, o meu coral ia cantar, mas a minha esposa nem me deixou sair de casa por causa do derrame que eu tive nos olhos devido a uma conjuntivite viral. Eu passei a noite sem conseguir dormir e por volta das 4h eu peguei a imagem de Irmã Dulce, que fica na cabeceira da minha cama, a coloquei nos meus olhos e pedi que ela aliviasse a minha dor”, descreve Moreira em relato publicado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

De acordo com o músico, após colocar o santinho impresso sobre os olhos, sentiu sono e adormeceu. “Quando eu acordei de manhã, a minha esposa me deu umas compressas de gelo e foi quando eu comecei a enxergar o gelo e a ver a minha mão, e aos poucos a visão foi voltando. O momento que começou o retorno da visão foi pouco tempo depois da oração. É um milagre”, afirma. Após o reconhecimento do milagre pela Igreja, o Papa Francisco anunciou a canonização de Irmã Dulce

Vocação social

A vocação religiosa de Irmã Dulce é revelada ainda na adolescência sob influência de uma tia paterna. Ela tornou-se freira no começo da década de 1930 pela Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, em São Cristóvão (Sergipe).

Formada como professora, teve como primeira missão ensinar a crianças em colégio de sua congregação em Salvador. A vocação para as causas sociais teve início naquela década quando passou a prestar assistência à comunidade pobre de Alagados, e a participar da União Operária São Francisco.

Em 1937, funda o Círculo Operário da Bahia, juntamente com Frei Hildebrando Kruthaup. Em 1939, Irmã Dulce inaugura o Colégio Santo Antônio, escola comunitária voltada para operários e filhos de operários.

Dez anos depois, ocupa um galinheiro ao lado do Convento Santo Antônio de Salvador para acolher 70 doentes. Em 1959, é instalada oficialmente as Obras Sociais Irmã Dulce (Osid) e no ano seguinte é inaugurado o Albergue Santo Antônio.

Terá como dia litúrgico o dia 13 de agosto

Redação/RedeTV! com Agência Brasil e Ansa



Irmã Dulce: como se constrói a 'imagem oficial' de uma santa?


Como é decidida a representação oficial de uma santa? Como se compõe a imagem que será, desde a canonização, venerada pelos católicos do mundo?

A canonização de Irmã Dulce pelo papa Francisco, marcada para o domingo (13/10), marcará também a formalização da chamada "imagem canônica". E a criação dessa imagem leva em conta diversos fatores — a maioria ligada ao histórico de milagres e benfeitorias da santa ou santo em questão.

Com dois milagres oficialmente reconhecidos pelo Vaticano, a freira baiana Irmã Dulce ficou conhecida nas ruas de Salvador por uma atitude bem terrena: ao longo da vida, acolheu e cuidou de todas as pessoas que buscaram sua ajuda, especialmente aquelas mais miseráveis.



A trajetória de caridade da freira está agora representada na simbologia da Santa Dulce dos Pobres.

Em sua imagem canônica oficial, Irmã Dulce é vista com seu tradicional hábito azul e branco (vestes de quem integra a congregação de Nossa Senhora da Conceição), traz à mão um terço de Maria — de quem era devota — e carrega no colo uma criança negra, sem roupas, descalça e desnutrida que, de acordo com uma possível leitura iconográfica da peça, representa o menino Jesus.

"Para propor essa imagem, nossa equipe fez a hagiografia do santo, ou seja, estudamos toda a trajetória do indivíduo. Nada representa melhor a vida de Irmã Dulce do que o seu trabalho incansável junto às pessoas mais pobres. E, em Salvador, os mais pobres também são predominantemente negros. Ela mesma falava: 'esse é o meu povo. Em cada pessoa que eu ajudo, eu vejo Jesus'", lembra Osvaldo Gouveia, assessor de Memória e Cultura das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid).

"Mas, vale observar que, apesar de estar desnutrido, a expressão do menino na imagem é de serenidade, não de tristeza, porque quem encontrava Irmã Dulce encontrava a esperança", emenda.

Interpretações diversas


Museólogo e ex-professor de Arte Sacra, Gouveia explica que a leitura iconográfica de cada santo, ou seja, o significado por trás dos símbolos presentes nas imagens, carrega marcas do contexto histórico em que as obras são criadas e subjetividades ligadas àquele personagem.

Santo Antônio, por exemplo, leva o menino Jesus nos braços nas imagens porque teria sido visto conversando com o mesmo ao se abrigar num convento, no século 12.

Já São Cristóvão, que carrega o menino Jesus no ombro, é representado dessa maneira por ter sido um homem muito alto e forte que, tendo vivido no século 3, certa feita teria carregado Jesus na travessia de um rio.

"A leitura é particular, por isso há espaço para muitas interpretações. No caso da imagem da Santa Dulce, a gente vê entre os devotos. Popularmente, é muito forte essa associação da criança negra com o menino Jesus, especialmente na Bahia", completa Gouveia.

Afastando a associação direta, Dom Murilo Krieger, arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, opta somente pela leitura histórica. "Irmã Dulce acolheu muitas crianças pobres (o primeiro atendimento que ela deu foi a um menino de 15 anos). Ela morava em Salvador, onde 80% da população é afrodescendente. Então, ao se pensar em uma imagem dela, não poderia faltar uma criança afrodescendente. Ela via em cada criança (mas também em cada doente, pobre, abandonado, idoso) o próprio Jesus", afirmou em e-mail à BBC News Brasil.

Após o estudo hagiográfico, a equipe das Osid chegou a sugerir ao Vaticano uma imagem em que, além da criança, aparecia ao lado da santa uma idosa, igualmente negra e carente, unindo assim os extremos etários que receberam atenção da freira.

Ao final da análise, optou-se por uma imagem mais simplificada. Mas, segundo Dom Murilo, a peça com a criança e a idosa ainda virá a ser utilizada nas celebrações à Santa Dulce.

Anualmente, as Osid realizam cerca de 3,5 milhões de atendimentos ambulatoriais na Bahia, somando o complexo em Salvador e unidades públicas de saúde geridas pela organização no interior do Estado.

No local onde havia o antigo galinheiro, hoje fica uma praça de convivência do Hospital Santo Antônio, que realiza mais de 2 mil atendimentos por dia e 12 mil cirurgias anuais. Ali, as estruturas erguidas por Irmã Dulce seguem ativas ao lado de unidades recentes, como a de Alta Complexidade em Oncologia.

Neste mesmo complexo, trabalham 3 mil pessoas, incluindo 300 médicos, além de cerca de 300 voluntários.



Matéria realizada por Victor Uchôa De Salvador para a BBC News Brasil

·        11 outubro 2019

·         

Nós católicos,  apostólicos, romanos, romeiros e devotos do Padre Cicero acreditamos e também estamos na luta pela sua beatificação do Padre Cicero, após o processo de “reconciliação com a igreja”. Esperamos, pois como dizia o Padre Cicero “ "Não se preocupem, meus filhos, quando chegar a hora, a própria Igreja Católica me defenderá".
imagem da internet 

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Apuração da Eleição do Conselho Tutelar


Após o período de campanha, ontem, dia 06 de outubro, aconteceu no nosso país a eleição dos Conselheiros tutelares pleito 2020/2023. Em Juazeiro do Norte inicialmente 96 candidatos inscritos participaram da prova , sendo que 24 foram aprovados para oficialmente concorrerem as 10 vagas, correspondentes aos 2 conselhos tutelares existentes. Os demais 10 serão suplentes. Num processo acompanhado de perto pelo Dr. Flávio Cortez, promotor da Vara da Infância e da Juventude , advogados da OAB , comissão do CMDCA – Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente , contando com apoio da sala executiva dos Conselhos , realizou-se na sede da SEDEST Secretaria de  Desenvolvimento Social e Trabalho a apuração dos resultados. Compareceram as urnas um total de 13.995 eleitores. Um grande público se fez presente e o processo foi acompanhado através da leitura e exibição em telão onde candidatos e seus apoiadores puderam acompanhar de perto, inclusive com os BU boletins de urna, afixados numa área de livre acesso. Com lisura e esmero, as 20:30h o processo foi encerrado e teve como resultado, os seguintes eleitos:

1.MARILIA MENEZES...       1.428  votos
2.ROBERTA BARRETO...       975  votos
3. SUELI OLIVEIRA ...            974  votos
4.APARECIDA MESSIAS...     925  votos
5. ANA ROBERTA...                860  votos
6.DIEVINE PEREIRA ...          822  votos
7.ANE KARINE ...                   774  votos
8.FATIMA DO CONSELHO.    637  votos
9.AMANDA CRISTINA ...        613  votos

10. FELIPE DO COHABECE  603  votos

suplentes 

11. RONILDO OLIVEIRA 578
12.. NAIANE TOIZIN 551.
13. ROSAGENLA FLOR 537
14 . ILDA 479
15 ZE CLAUDIO 453
16. LUCIANO 417
17 PRO MAGARET 409
18. DENIA 391
19. ALECIA 340
20.VANUSA328





Equipe responsável por todo processo comandados por Dr. Flávio Cortez 


domingo, 6 de outubro de 2019


Em júbilo e gratidão ao Senhor da Messe: Diocese de Crato acolhe seis novos sacerdotes

Dois dias após o anúncio da beatificação da Menina Benigna Cardoso, de Santana do Cariri, a Diocese de Crato vibra, ainda mais, de júbilo e de gratidão ao Senhor da Messe.
Sob as bênçãos da Mãe da Penha, na presença do bispo diocesano Dom Gilberto Pastana, do bispo emérito Dom Fernando Panico, e os bispos Dom Edimilson Neves (Diocese de Tianguá) e Dom André Vital (Limoeiro do Norte), dos padres (da Diocese de Crato e de outras dioceses circunvizinhas), dos diáconos permanentes, dos seminaristas e de uma assembleia formada por religiosas, leigos e leigas, seis novos sacerdotes foram ordenados para a Santa Igreja, neste sábado, sexto dia do mês de outubro, extraordinariamente, dedicado à missão.
Agora, Árysson Rodrigues Magalhães e Francisco José Bezerra de Sousa, ambos naturais da Paróquia São Raimundo Nonato, em Várzea Alegre; Carlos Aguiar Terto Gonçalves, da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, em Quitaiús; Jeferson dos Santos Pereira, da Paróquia Nossa Senhora da Penha (Sé-Catedral), em Crato; Francisco Rafael Félix de Sousa, da Paróquia Menino Jesus de Praga; e Antônio Marcus Dantas Silva, da Paróquia Nossa Senhora das Dores (Basílica Santuário), ambas em Juazeiro do Norte, conformam a vida ao sacerdócio de Cristo, no serviço do altar e do povo fiel.
Consciência vocacional
O que move a vida do presbítero é a sua consciência vocacional de ter sido escolhido pelo Senhor e chamado pela Igreja para ser consagrado ao serviço. Assim exortou Dom Gilberto aos novos sacerdotes. Por isso, a partir de agora, devem alimentar, cada vez mais, o sentido de pertença, de sentir-se família diocesana presbiteral, abrangendo o efetivo espírito de comunhão. Também pediu que sejam eles “agentes da partilha e da solidariedade”, valor humano e cristão. E acrescentou: “O presbítero é homem de Deus, da Igreja e homem para o mundo”.
Ao povo de Deus, o bispo diocesano pediu orações “para que o Senhor da Messe continue mandando vocações”, e aos pais dos ordenados agradeceu pela entrega generosa de seus filhos ao serviço do Senhor. Para Dom Gilberto, esse gesto confirma que é na família, igreja doméstica, que nasce e pode ser alimentada a vocação presbiteral.
“Agradeçamos a vocação e a missão de nossos padres no cuidado ao povo de Deus a eles confiado. Agradeçamos a dedicação e a entrega de suas vidas no cumprimento da missão”, finalizou.
Auxiliares de Deus
O sacerdote é um “auxiliar de Deus”, explica o Apóstolo São Paulo em Carta aos coríntios. Por este motivo, o rito de Ordenação é realizado dentro da Santa Missa, na presença de toda a assembleia, depois da liturgia da palavra e antes da liturgia eucarística. Consiste na eleição dos candidatos, homilia e propósito. Neste último, eles manifestam, publicamente, a vontade de exercer o seu múnus (dever, função e obrigação que cabe ao indivíduo que se dedica ao sacerdócio), de acordo com o pensamento de Cristo e da Igreja, em comunhão com os Bispos, sob a autoridade do sucessor do Apóstolo São Pedro, isto é, o Papa.
Outro momento permeado de simbologia é a Ladainha [de todos os Santos], na qual a assembleia, em profunda oração, implora a graça de Deus para os eleitos, que se prostram ao chão, em sinal de entrega. A imposição das mãos do bispo, a prece de ordenação, a unção das mãos, a entrega da patena e do cálice também compõem o rito e são igualmente expressivos.
Agora, pela sagrada Ordenação, os seis novos presbíteros têm a missão de configurar-se a Cristo sacerdote, isto é, representá-lo na administração dos sacramentos, “santificando o povo cristão e oferecendo a Deus o Sacrifício da Missa, sempre em comunhão com o seu bispo e os irmãos padres”.
Quanto aos fiéis da diocese, especialmente das paróquias onde os novos sacerdotes iniciarão o ministério, cabe o compromisso de rezar pela perseverança destes e dos demais padres.
Servir fielmente e consumir a vida na salvação de todos
O ponto alto de uma ordenação, além da imposição das mãos e da oração do bispo, é quando este exorta: “Recebe a oferenda do povo santo para a apresentares a Deus. Toma consciência do que virás a fazer; imita o que virás a realizar, e conforma a tua vida com o mistério da cruz do Senhor”.
Para o neo-sacerdote Carlos Aguiar, a cerimônia foi a realização de um projeto de vida. “A gente vai percebendo o quanto Deus tem trabalhado. Na cabeça da gente passa toda uma história, uma retrospectiva da generosidade divina”.
Padre Rafael Félix disse que a palavra é, também, gratidão. “Não tenho mérito algum por essa escolha Divina, mas o meu desejo é de responder com o mesmo empenho de Maria quando disse ao anjo: ‘Faça-se em mim segundo a Vossa vontade’”.
E renovando esse empenho, a cada dia, sobretudo nas horas mais difíceis, Padre Francisco José acrescentou: “Deus me chamou para servir. Que Ele me faça um bom padre”.






O mesmo propósito foi compartilhado pelo Padre Árysson Magalhães: “Gratidão ao Deus da vida por cada dia me ajudar a responder ao meu chamado”.
Embora natural da Paraíba, Padre Marcus Dantas disse que, no misto de sentimentos que se apossa de seu coração, entre eles está o de pertença, além da responsabilidade que o sacerdócio exige. “Gratidão a Deus por essa graça e também muita responsabilidade, desejo de servir e sentimento de pertença, sendo fiel a Deus, à Igreja e ao Ministério, correspondendo a essa missão tão grande”.
E o Padre Jeferson Santos, agradecendo o dom da vocação, desejou que o ministério seja acompanhado pelo olhar de Deus, pois “tudo é graça, tudo é bênção”. O sentimento, portanto, que se apodera de seu coração é de “entrega total”.
Site da Diocese do Crato 

Dentro das Comemorações alusivas aos sacerdotes destacamos :
E na dinâmica do mundo, enquanto uns iniciam, outros nos contam uma linda história de vida, pois comemorou recentemente, dia 30 de setembro p.p., 57 anos de sacerdócio o nosso querido MONSENHOR JOSÉ ALVES. Destaque-se que por muitos anos esteve à frente da Capela do Socorro, nos trabalhos da “Matriz de Nossa Senhora das Dores e como um pastor abraços suas ovelhas mais fortemente à frente da Paróquia Menino Jesus de Praga no bairro Novo Juazeiro. Por toda sua vida em graça, pela sua sabedoria, pelo dom alimentado em palavras e atos sua fé transborda e reflete em todo seu trabalho pastoral. Uma vida entregue “ sem olhar para trás”, com dedicação e zelo pelos seus irmãos e sua igreja. Nosso abraço de Parabéns Mons. José Alves e aos nossos novos sacerdotes desejamos fé e perseverança na caminhada pastoral.



E já seguindo esse contexto a Basílica Santuário Nossa Senhora das Dores se encontra nos preparativos para iniciar em novembro festiva comemoração dos 150 anos de sacerdócio do Padre Cicero. Aguardemos a programação.