segunda-feira, 11 de julho de 2022

Daniel Walker o eterno "GUARDIÃO DA HISTÓRIA DE JUAZEIRO " 3 anos de sua partida

 

Há tres anos voce partiu , mas continua vivo em meu coração 

Faz hoje três anos


Meu amado, Daniel, faz hoje tres anos  que você se foi, e, me deixou neste mundo sem rumo, sem perspectivas e sem horizonte. Não há amanhecer que não me traga recordações novas de você nem anoitecer que não me lembre quão maravilhosa era nossa convivência amorosa.



          Mas faz três anos também que eu aprendi que devo falar e dizer da importância do nosso amor. Da felicidade, da cumplicidade, do respeito e da fidelidade que desfrutamos. E ainda mais de divulgar, o testemunho de um amor imenso que encheu nossas vidas de prazer e de intensa alegria.


                                               

                                                                           

            Agora posso e devo anunciar para servir de modelo para muitos jovens, noivos, recém-casados que o AMOR existe, para quem se empenha, e quer uma vida suprema de felicidade. Talvez, você meu amado, não aceite esse meu ponto de vista, mas, o meu temperamento de transmitir coisas boas, de levar para os outros o que muitas pessoas admiravam em nós, o nosso grude, um estar sempre ao lado do outro, o bom humor que levávamos para os amigos não me deixam calar. Bem, desculpe o meu atrevimento em lhe desobedecer, sei que não gostava de falar sobre o nosso amor, sempre muito discreto. E eu, muito afobada discordava da sua opinião, fazia questão de dizer o quanto nos amávamos. E você dizia me repreendendo: “Neuma, não propague a nossa felicidade, o amor profundo e intenso que vivemos, é bom que fique só entre nós”. Perdoa-me, por discordar de você. E aí, me perdoa! Solta o seu lindo sorriso aparecendo os dois dentes superiores separados. Oh! Faz o meu gosto, meu bem!

                                             

                                                         

          Escuta o que estou lhe dizendo, não há um dia sequer que passe sem que eu não pense em você e em tudo aquilo que seu coração fez a mim e a tantas pessoas. Mais do que um ser humano incrível você sempre foi um exemplo para muitas pessoas. O seu jeito recatado, discreto e bondoso. Recebia bem estudantes, universitários, jornalistas, historiadores para falar sobre a história do Padre Cícero e da nossa cidade, uma enciclopédia viva e de longe a minha satisfação explodia em vê-lo falando, a sua desenvoltura era como uma cascata de palavras. As palavras fluíam naturalmente e, pausadamente respondia às perguntas formuladas. Quanto orgulho sentia e sinto de você, sumidade.                    

             Talvez seja por isso que sinto tanto sua presença junto de mim. É que enquanto pensamos e homenageamos aqueles que partem desse mundo terreno e que o amamos muito, eles jamais irão nos deixar. Claro que não está fácil conviver com a sua ausência. A saudade nunca vai embora definitivamente, a tristeza e a necessidade de um abraço ou uma palavra continuam vivas. E isso machuca muito o meu coração.  Mas, a vida é mesmo assim, um tinha que ir e o outro continuar a caminhada. O tempo não resolve tudo e sim ameniza a dor, me fez aceitar os desafios, a encarar a sua falta física. E podem passar mais três e mais três e mais três. Pode passar todo tempo do mundo que eu jamais o irei esquecer. 

                                         


          Afirmo, amor, mais uma vez, que os meus dias nem sempre têm sido fáceis, desde a hora do seu adeus tudo mudou, ficou mais cinzento, triste. Problemas e dificuldades para resolver que num piscar de olhos você resolvia. Porém, dia após dia, tenho me fortalecido e aceitado sua morte. Abastecendo-me com a graça e bênção que recebo de Deus diariamente, através da Eucaristia e dos recados que recebo Dele.



          Ei, pelo seu jeito, acredito que você tá querendo me dizer: “Sossega, Neuma! Não se apegue tanto a mim, não quero lhe fazer sofrer! Menos, menos, vá diminuindo a cola”. Sim, vou lhe atender mesmo, dizendo-lhe: Passe o tempo que passar, continuarei sentindo a sua falta até ao final dos meus dias. Minhas saudades serão eternas.

          E das nossas viagens quantas lembranças! Me diz qual será a próxima, já preparou o roteiro? Fico aguardando a novidade de um futuro próximo ficarmos abraçados, juntinhos espalhando o AMOR que floresceu em nossas vidas.

          Se você puder me ver aí de cima, com toda certeza já percebeu que as coisas não têm sido nada fáceis pra sua amada. O resolve tudo se encontra ausente e nas fragilidades não posso contar com você. Eu penso em você todos os dias e em todas as coisas maravilhosas que compartilhamos juntos. Minha missão agora é honrar a pessoa incrível que tive o privilégio de amar e que continuo amando.                                         

                                                 

 
                                                                                                           Vivenda do Amor
fonte: Texto de Tereza neuma em vivendadoamor.blogspot.com/2022/07/ha-tres-anos-voce-partiu-mas-continua.html

Quem conhece a Vivenda do amor , sabe o quanto é especial este lugar e como Tereza Neuma amorosamente cultiva além de suas lindas plantas , seus gatos , a memória de Daniel nos detalhes, no seu gabinete, nas fotos, nas lembranças distribuidas por toda vivenda. 

Não é um caminhar no passado , é uma reverencia ao que se aprendeu e que vivencia com o amor dedicado de alguém que reconhece o grande amor vivenciado antes e agora amadurecido numa feliz saudade de reconhecer o privilégio da cumplicidade de um amor iniciado ainda muito jovens e , ouso declarar , eternamente enamorados.

Nosso abraço afetuoso a voce Neuma e aos  "meninos " , noras e netas, e a Daniel gratidão eterna pelo professor e educador que foi e continua no seu trabalho como eterno "Guardião da História de Juazeiro. "


Faleceu em São Bernardo do Campo o Professor José Ramos Vitorino aos 88 anos. Um juazeirense de alma viajante


Quem foi José Ramos Vitorino

FOTO 01 - DR

José Ramos Vitorino


JOSÉ RAMOS VITORINO – Nasceu em 21 de Novembro de 1934 no município de Presidente Wenceslau, no Estado de São Paulo. Casado com a psicóloga Dra. Neide Trigo Ramos com quem teve três filhos, Dr. Renato Teodoro Ramos (Médico), Dr. Rogério Tadeu Ramos (cientista) e Dr. Régis Tércio Ramos (economista). Professor Ramos, como é conhecido por todos é Formado pela Faculdade de Geografia da USP. Lecionou  além de Geografia, Português, Latim, História, Noções de Direito e Educação Moral e Cívica, em escolas estaduais e particulares dos municípios de Ribeirão Pires, Santo André, São Bernardo do Campo e São Paulo.  Em 2004, após 54 anos de magistério, Prof. Ramos foi aposentado compulsoriamente pelo estado, aos 70 anos de idade. Mesmo trabalhando muito, cursou as faculdades de Direito de Bragança Paulista e depois o curso de Pedagogia na Faculdade Leonor Mendes de Barros, em São Bernardo do Campo. Membro do Conselho Diretor da Fundação Pró-Memória de São Caetano do Sul; Membro co-fundador da Academia Popular de Letras. A poesia possibilitou enriquecer a sua geografia interior. Enquanto ensinava aos seus alunos a ciência dos lugares com seus rios, montanhas e florestas, enquanto demonstrava a disposição das constelações no céu, sua alma foi buscando latitudes infinitas e flutuando como a lua. Encontra-se no prelo seu livro “Um Aprendiz de Sonhos” . Membro da Academia de Letras da Grande São Paulo, ocupa a cadeira de número 33 cujo Patrono é Amadeu Amaral.

Tinha a poesia enraizada em seu coração. Sensível na proporção de sua bondade. Criatura lutadora, uma vida exemplar para seus filhos, netos e amigos. Educado e gentil no mais alto nível. Alma branca com clarão de luar. Soube fazer das agruras da vida, degraus para alcançar seus sonhos. Soube empregar suas forças no bom combate. Viajemos um pouco pela trajetória de seus exemplos:

Filho de agricultor alagoano e mãe cearense, do Juazeiro do Norte, nasceu em 21/11/1934, no município de Presidente Wenceslau, no Estado de São Paulo. Ele e suas duas irmãs tiveram uma infância pobre, dormindo em jiraus de varas, colocados em cima de quatro forquilhas e os colchões eram de panos, recheados de algodão e penas de galinha. No inverno, braseiro debaixo da cama, pois não havia cobertores. Mesas e cadeiras não conheciam, sentavam-se do em toras de madeiras, as refeições simples eram feitas no fogão de lenha e saboreadas com o prato na mão.

Sua infância no meio do laranjal, a roça verdinha, com plantas enfileiradas, cheiro do mato, canto do galo, frutas maduras deixaram recordações inesquecíveis.  Viviam em uma palhoça, mas a vida era tranquila e feliz. Seu pai mexia a terra a amor, colhia o que plantava e agradecia.

Depois da tapera, foram para a casa de madeira, quase no mato. Sua distração eram as gabirolas amarelinhas, espalhadas no chão, o canto dos passarinhos, fiscalizar o João de Barro na construção de sua casa. Seu pai, festeiro e alegre, convidava as pessoas para dançar em volta da casa, nos fins de semana. Havia um sanfoneiro que tocava sempre as mesmas coisas e todos se divertiam. A casa cheia e a mãe servindo bolo de fubá, assado   no forno de barro. Eram felizes, nunca souberam o que era tristeza, mas um belo dia, seu pai resolveu voltar para o nordeste, atrás de uma vida melhor.

O Prof. Ramos, cursou o primário no Colégio Salesiano em Juazeiro do Norte, o ginásio no Colégio Salesiano Coração de Jesus em Recife, e o Colegial Técnico na Escola Técnica de Comércio de Juazeiro do Norte. Como pagamento para estudar, ele zelava pelos móveis e utensílios  do estabelecimento, também, lecionava caligrafia, desenho geométrico e geografia.

Em 1954 voltou a São Paulo, em São Caetano do Sul, onde foi acolhido por tio , que morava num barraco de madeira, no fundo de uma serraria, na Rua Santa Catarina, 84. O piso era úmido, de chão batido, passou a dormir em uma rede que havia trazido do nordeste. Passou muitas privações, às vezes, sua principal refeição, eram tomates colhidos no terreno da Light.

Passado quase um ano, queria entrar na faculdade e, como não tinha direito a férias ainda, aceitou a demissão voluntária. Conseguiu na biblioteca de São Paulo permissão para retirar os livros de que precisava. Como não dispunha de um local silencioso para os estudos, obteve permissão do chefe do cemitério da Vila Paula para lá estudar e, assim passou manhãs e tardes com livros em cima das tumbas. Foi dessa maneira que ele se preparou para ingressar na USP onde fez faculdade de geografia.

No vestibular, naquele tempo havia provas escritas e orais, e a prova oral de português era das mais exigentes.  O chefe da mesa examinadora, era o professor, doutor Napoleão Mendes de Almeida, catedrático e autor da gramática da língua portuguesa. Os temas eram sorteados pelos alunos. Quando foi solenemente chamado, tremeu feito vara verde, humildemente retirou o papel e lá estava escrito “Padre Antonio Vieira”. Por incrível que pareça, no tempo em que esteve no Colégio em Recife, discorreram, quase um semestre sobre os sermões do padre Vieira, seus famosos discursos, suas teses, inclusive sua visita ao Papa. Num gesto mágico, ficou de pé e começou a falar com entusiasmo sobre o tema. Após longos minutos, o Presidente da banca foi incisivo: “o nordestino sabe tudo de Vieira, chega, o jovem está bem preparado, sua nota é dez.” Naquele momento, todos os candidatos o aplaudiram e ele não viu mais nada, desmaiou, quando acordou estava dentro da Santa Casa de Misericórdia, sendo levado pelos colegas à Faculdade, na rua Maria Antonia.

Casou-se com Da, Neide Ramos e tiveram tres filhos : Seu primogênito, Dr. Renato Teodoro Ramos, psiquiatra, professor doutor, livre docente da USP e catedrático da Universidade Metodista; o segundo Dr. Rogério O segundo filho, engenheiro e físico com doutorado na Universidade de Londres e pós Doutorado na França, leciona na Telecom de Paris., o terceiro filho Regis O caçula fez economia com mestrado na USP, palestrante em convenções em vários estados.Concluiu a faculdade junto com a mãe que naquele ano se formou em psicologia. 

"O prof. Ramos exerceu o magistério com magnitude e com amor. A poesia possibilitou enriquecer a sua geografia interior. Enquanto ensinava aos seus alunos a ciência dos lugares com os seus rios, montanhas e florestas, enquanto demonstrava a disposição das constelações no céu, sua alma foi buscando latitudes infinitas e flutuando como a lua" Eva Bueno Marques 

Os irmãos ZenildaRamos , prof. Ramos e Terezinha Ramos = em São Paulo 2017.

`E de sua autoria , e como homenagem , ao tio falecido , de quem saudosos, ousamos trazer aqui um pouco dos seus versos :

MEDITAÇÃO
 José Ramos Vitorino

É tempo de afagar as emoções
E abraçar as almas divididas…
É o momento certo dos perdões
Por mais que inda doam as feridas.

É tempo de esquecer desilusões
E perdoar promessas não cumpridas.
E, mesmo persistindo alguns senões,
Repensar as chegadas e partidas!

Melhor que condenar as madrugadas
E os sonhos jogados nas calçadas
Que, por motivos óbvios, feneceram…

Seria insistir nas tentativas
De conservar, no peito, sempre vivas
As esperanças que sobreviveram.

E ainda...

E ao final de muitos anos,
Quando a nossa voz já for cansada…
Nossas mãos juá forem trêmulas,
Nossos cabelos tingidos pela neve,
Nossos sonhos mais lindos já sonhados,
E nossa missão maior já terminada.

Amanhã, Senhor, amanhã…
Seja feita a Tua vontade!
Dá-nos o Teu Reino de Paz
Eternamente!

Um abraço Tio Ramos sempre lembrado por nós pelo espírito criativo e bom humor, das suas irmãs Zenilda (90 anos) e Terezinha Ramos,86.  e dos sobrinhos Sávia, Zenival, Terezinha, Ronaldo, Gislene, pautilia, Aderval e Melquiades e ainda, Tania, Taise, teogenes, Telma , Tenise e Tarciane.

fonte: Academia de letras da Grande São Paulo

domingo, 10 de julho de 2022

Expocrato e seus desdobramentos

 A Expocrato está de volta após dois anos e promete aquecer a economia não só do Crato, mas de todo o Crajubar. O evento não é realizado desde 2019, e este ano promete superar as expectativas em todos os setores. No comércio não é diferente, e o evento promete movimentar milhões nas três principais cidades do Cariri durante a sua duração.

imagem dn

Em Crato, todos os hoteis estão lotados. No centro comercial, algumas lojas aumentam significadamente o estoque para atender as demandas do período. Outras contrataram mais colaboradores atender todas as demandas. De acordo com a Câmara de Dirigentes Lojistas do Crato, o mês de julho é esperado durante todo ano pelos comerciantes do Crato, pois além das férias, o mês recebe a Expocrato. A meta para este ano, é que as vendas sejam aumentadas em mais de 30%.

O mesmo acontece em Juazeiro do Norte e Barbalha. A expectativa é de que os centros comerciais destas três cidadedes recebam diversos turistas e tenham a economia aquecida.

fonte badalo.com.br/cariri/expocrato   Por: Pedro Paulo Vieira

sexta-feira, 8 de julho de 2022

Brasil volta ao Mapa da Fome das Nações Unidas

 Um país entra no Mapa da Fome quando mais de 2,5% da população enfrentam falta crônica de alimentos. No Brasil, a fome crônica atingiu agora 4,1% e, pelo levantamento, a situação no país é mais grave do que a média global.



Sem emprego, sem perspectiva e, muitas vezes, com fome. “De manhã, não tem café da manhã, tem nada para eles. Hoje ela ganhou um biscoito e está feliz. Ela está feliz aqui, porque é doação”, conta a desempregada Carla Cristina de Almeida dos Santos.

Carla não conseguiu mais trabalho como faxineira depois que engravidou. Hoje, vende o pouco que tem para completar o cardápio.


“Feijão, arroz e a salsicha, que eu vendi meu fogão para eles comerem. Vendi o fogão velho para comprar salsicha para eles. Ganhei R$ 14”, diz 
 

Os números das Nações Unidas mostram que não ter comida todos os dias na mesa é um problema que afeta gente no mundo todo. No ano passado, 828 milhões de habitantes do planeta passaram fome. Pelo levantamento, o Brasil está pior do que a média global. A porcentagem de pessoas em insegurança alimentar moderada e grave é mais alta aqui.

São 61 milhões de brasileiros que enfrentaram dificuldades para se alimentar entre 2019 e 2021; 15 milhões deles passaram fome. A pesquisa faz uma média do que aconteceu durante três anos. Entre 2014 e 2016 eram menos de 4 milhões em insegurança alimentar grave.

Na avaliação de Daniel Balaban, diretor do Programa de Alimentos da ONU no Brasil, a situação começou a piorar muito antes da pandemia.

“A pandemia não é a maior culpada pelo Brasil estar de volta a esses números extremamente altos de pessoas com fome. O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo. Essa população precisa do apoio de políticas públicas para ser incluída na cidadania, incluída na sociedade. Fazer com que as pessoas possam produzir, possam participar, colocar pequenos negócios, possam ter hoje uma formação educacional diferenciada, uma formação profissional diferenciada”. 
 

Com o levantamento, a FAO, a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, voltou a divulgar o Mapa da Fome, o que não fazia desde 2015. Naquele ano, o Brasil tinha conseguido sair dessa classificação, que representa uma situação grave. Mas pelos números divulgados agora, desde 2018, o país está de volta ao Mapa da Fome.

Um país entra no Mapa da Fome da FAO quando mais de 2,5% da população enfrentam falta crônica de alimentos. E a fome crônica no Brasil atingiu agora 4,1%.

O representante da FAO no Brasil, Rafael Zavala, diz que é preciso que o governo invista em políticas que tragam soluções permanentes no combate à fome.


“A fome é uma tarefa de todos, mas também temos que gerar um esquema de diminuir riscos. Como? Se as políticas públicas estão dirigidas a fomentar a criação de empregos remunerados que gerem renda para as famílias, uma grande tarefa é investir para criar empregos e gerar estabilidade econômica na sociedade”. 
 

Uma organização não governamental distribui comida a quem não tem. Osmar Nascimento dos Santos é auxiliar de cozinha e quis trabalhar para ajudar quem passa, hoje, pelo que ele viveu a infância toda. Mas sabe que só com solidariedade não resolve o problema da fome no Brasil.


“Dói passar por isso. Ter passado, né? E, por mais que eu ajude bastante pessoas aqui, a gente vê esse número, a gente sente aquela dor lá. Para o nosso país, eu acho que é preciso olhar com um olhar mais atencioso para esse lado. Ninguém deveria passar fome, de forma alguma”, diz Osmar.


fonteg1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2022/07/06/brasil-volta-ao-mapa-da-fome-das-nacoes-unidas.ghtml  / correio brasiliense 

 

 

 

quinta-feira, 7 de julho de 2022

Nossos narradores em Portugal lançando o livro: "Entrou por uma porta.Saiu pelo canivete "

 Começou a Maratona de Leitura da Sertã com sessões e lançamento de livros de nossos alunos residentes da turma N3 - Escola de Narradores . E nossos narradores da região do Cariri , Elisabete Pacheco, Jeronimo Gonçalves , Conceição de Maria e Aline Sousa, se encontram em Portugal participando do evento e lançando seu livro.


E nossos narradores do Cariri Elisabete Pacheco , Jeronimo Gonçalves , Conceição de Maria e Aline Sousa, além Sandra Sousa e Jucieuda de Brejo Santo se encontram na cidade de Sertã em Portugal participando de uma residência artística com pessoas de todo mundo.

Somos alunos da escola de narradores que este ano foi aberto o terceiro portal  e neste momento estamos em Portugal numa imersão , neste rico aprendizado e compartilhamento de saberes. É uma escola idealizada e dirigida por Jose Correia. Que  tem dois momentos: este primeiro encontro em Portugal com os narradores e mestres  da cultura de Portugal em Sertã e após este encontro acontecerá aqui no Brasil , precisamente no Cariri com a participação dos mestres da Cultura que tem sua maior potencia na oralidade com que repassam seus conhecimentos e tradições. Esta oportunidade dos alunos da escola lançarem seus livros, que correm mundos, atravessam oceanos e se aventuram a compartilhar e multiplicar as palavras benditas " . Elisabete Pacheco

Nossos narradores , estão a levar a história do povo , a cultura do Cariri e que voam lançando suas sementes no mundo e voltando para novas semeaduras de palavras benditas e que tem muita  força , transmitindo seus textos através da oralidade que contou com o apoio do coletivo camarada e os vários narradores como Cristina Capilin, Jose Correia , entre outros.