domingo, 27 de julho de 2014

Saiu no Juanorte: CONSTRUTOR PIONEIRO DO JUAZEIRO MORRE NO RECIFE E FAZ HISTÓRIA

Mais dinâmico mercado imobiliário do interior do Nordeste brasileiro, na atualidade, em acelerado processo de verticalização, Juazeiro do Norte já conta com diversos e modernos arranha-céus(mais de 12 andares) e está erguendo vários outros, inclusive os dois edifícios mais altos do Ceará. Mas esse processo foi iniciado, pioneiramente, pelo empresário Manoel Antônio de Oliveira(foto) com a construção do Edifício Walkiria e depois em 1958 do Edifício M. Oliveira, os dois primeiros prédios com três pavimentos no Juazeiro. Pernambucano, o empresário morreu, nessa semana, aos 95 anos, no Recife, deixando sua marca histórica de empreendedor na Metrópole do Cariri.
Como a maioria dos nordestinos, entre os 2,5 milhões que visitam Juazeiro do Norte todos os anos, o pernambucano de Caruaru, Manoel Antônio de Oliveira, era romeiro e filho de romeiros devotos do Padre Cícero. Chegou ao Juazeiro ainda criança, com nove anos de idade, acompanhando os pais. Quando jovem, tornou-se empregado de grande loja de miudezas no Juazeiro, do empresário Felipe Nery da Silva. Com talento para o comércio e bastante dedicação, virou gerente dessa loja. Depois de algum tempo, resolveu montar seu próprio negócio, iniciando-se no ramo da construção civil. Como Juazeiro não tinha ainda nenhum edifício, construiu um prédio comercial de três pavimentos para abrigar sua loja de miudezas: Edifício Walkiria, em homenagem à sua esposa, na Rua Santa Luzia, onde, mais tarde, funcionaram Radio Iracema(segundo andar), Rádio Progresso(primeiro andar) e Banco do Juazeiro(térreo). Determinado e ousado, em seguida, em 1958, iniciou o seu segundo e maior empreendimento imobiliário no Juazeiro: Edifício M, Oliveira, o primeiro multiempresarial do Juazeiro, com seu próprio nome, na quadra esquina da Rua Santa Luzia com Rua São Pedro, ao lado do Mercado Público Central, no movimentado centro comercial da cidade. Segundo o atual administrador do M.Oliveira, Manoel Sales Menezes, “foram os dois primeiros prédios de três pavimentos no Juazeiro construídos com projetos técnicos e acompanhamento de engenheiro. O terceiro mais antigo é o da antiga A Vencedora, de Severino Alves Sobrinho, na Rua São Pedro. O M. Oliveira, com sete lojas no térreo, 24 salas no primeiro e segundo andares, 12 em cada andar e ainda sobrelojas, virou uma referência na cidade. Durante muito tempo, foi ponto de encontro de muita gente da sociedade juazeirense que reunia à noite na sua calçada para conversas sobre política, comércio, cinema e futebol”. Ao final dos anos 1960, o empresário Manoel de Oliveira desativou suas atividades comerciais no Juazeiro e voltou para seu Estado, Pernambuco. Estabeleceu-se no Recife, com uma grande loja, denominada Orgamil Comercial de Miudezas Ltda, na Rua do Rangel, centro comercial da capital pernambucana, e passou a concorrer com grandes nomes do comércio na época: Pedrosa da Fonseca, Djalma da Fonte, Fortunato Russo, Casas José Araújo e Viana Leal. Nunca mais voltou a residir no Juazeiro, mas também não vendeu o seu Edifício M. Oliveira, mantendo-se seu proprietário e destinando-o para locação imobiliária, conforme seu objetivo original. Não vendeu porque considerava o M.Oliveira a sua presença no Juazeiro, que o recebeu como simples romeiro e lhe deu a oportunidade de se transformar em grande empresário. De tal forma que, ao voltar para Pernambuco, passou a disputar o mercado com os mais famosos comerciantes da época no Recife. Muitos apareceram para comprar salas no M. Oliveira, mas ele resistiu e preservou sua propriedade, que tem valor expessivo na evolução urbana da cidade. Agora, com a morte dele nessa semana, no Recife, o Edifício M. Oliveira passou a ser um patrimônio de herança da família no Juazeiro. Atualmente, não estão ocupadas todas as salas, embora a média de preço dos aluguéis seja bastante acessível: R$ 250,00. Provavelmente, pela falta de estacionamento, um problema sério no centro “nervoso” do comércio do Juazeiro onde o edifício está localizado. Mas é um prédio bastante funcional, com boas condições de manutenção e a grande vantagem de estar perto de tudo que faz o comércio do Juazeiro um dos mais dinâmicos do Nordeste. Suas salas estão ocupadas principalmente por escritórios de contabilidade, representações comerciais e advocacia. Embora seja um prédio antigo, com mais de 55 anos de construção, permanece referência no centro do Juazeiro, pois os grandes e modernos complexos imobiliários da atualidade estão formando o skyline da cidade nos bairros Triângulo(empresarial) e Lago Seca(residencial). Por isso, o administrador Manoel Sales de Menezes afirma que cumpre com satisfação o seu papel de zelar e preservar o M.Oliveira que, mesmo não sendo um edifício histórico, mas apenas comercial, faz parte da história urbana do Juazeiro pelo seu pioneirismo marcando o início do progresso do mercado imobiliário da Metrópole do Cariri, Cidade que mais cresce no Ceará.
























Farias Brito celebra missa pelos 80 anos de falecimento do Padre Cícero

Aconteceu dia 20 de julho, às 17h, na serra do Quincuncá, em Farias Brito- CE, uma missa em memória dos 80 anos de falecimento do Pe. Cícero Romão Batista. A celebração contou com a participação de aproximadamente duas mil pessoas e foi presidida por Dom Fernando Panico e concelebrada pelo Pe. Adalmiram Silva, pároco da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, do município de Farias Brito (CE). Pe. Adalmiram explicou que no século passado o Pe. Cícero passou pela Serra do Quincuncá para benzer o cemitério lá localizado, e ao descer profetizou que a ponta daquela serra seria um porto de navios. Segundo ele muitos fiéis participam da celebração e a crença na intercessão do santo do Juazeiro só tem aumentado. A missa em memória do Pe. Cícero é celebrada todo dia 20 de cada mês na Serra do Quincuncá e atrai sempre um grande número de devotos. A do mês de julho teve um caráter especial por ser celebrado os 80 anos de falecimento deste santo popular. (Armando Rafael)

quarta-feira, 23 de julho de 2014

FIEC inaugura Casa da Indústria e instala Polo Regional de Inovação

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Roberto Proença de Macêdo, inaugura a Casa da Indústria do Cariri no próximo dia 5 de agosto, às 15h, no Centro de Formação Profissional Wanderillo de Castro Câmara, unidade do Serviço Nacionalde Aprendizagem Industrial (SENAI/CE), no bairro Triângulo, em Juazeiro do Norte. Após esse primeiro ato, a partir das 16h, serão realizadas as solenidades de instalação do Polo Regional de Inovação Industrial do Cariri e de posse da Diretoria do Sindindústria – Quadriênio 2014-2018, no Iu-á Hotel. Na ocasião, também será assinado o Pacto pela Inovação e Desenvolvimento Econômico da Região do Cariri e apresentados os dados e resultados da publicação do Projeto Setores Portadores deFuturo.

O diretor corporativo do INDI, Carlos Matos, estará presente às cerimônias. Por meio do Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará (INDI), o polo chega para desenvolver a indústria local daquela região, contribuindo para uma maior integração das cadeias produtivas e possibilitando o estímulo à inovação, aumento da competitividade e participação em editais de interesse desses segmentos envolvidos. Somam-se aos esforços do Sistema FIEC no Cariri, por meio do trabalhodas demais instituições integrantes do Sistema FIEC: SENAI, SESI, IEL e FIRESO.

No Cariri, a iniciativa integra os municípios de Aurora, Barbalha, Caririaçu, Crato, Farias Brito, Granjeiro, Jardim, Juazeiro do Norte, Missão Velha, Nova Olinda e Santana do Cariri. O polo faz parte de umadas ações do Programa Uniempre, englobado pelo Programa IndústriaViva, que é um conjunto de projetos integrados que envolvem ações incisivas de promoção da competitividade. Este é segundo dos sete polos previstos para instalação no interior do estado. O primeiro foi implantado em outubro de 2013, na Região do Jaguaribe, por meio da Casa daIndústria, localizada em Limoeiro do Norte.

Para Carlos Matos, o polo é uma integração da Casa da Indústriacom toda a estrutura do Sistema FIEC, representando esforço para o desenvolvimento da região, focado no desenvolvimento do Cariri: “Vamos também catalisar os esforços das prefeituras, das ações do governo do estado junto com o governo federal, interagindo com a iniciativa privada, visando à geração de trabalho e emprego”.

Matos explica que já é possível verificar quais os setores emergentes que precisam de apoio para crescer na região. “O setor metalmecânico cresce bem lá. Se apoiado, crescerá mais. As empresas que fazem joias semipreciosas, que têm crescido bem, com mais de cem funcionários e formalizadas. Não podemos esquecer que o Cariri é o segundo polo turístico cearense. Recebe quase dois milhões de pessoas por ano. É um potencial que pode ser transformado em riqueza para região”, diz.

Polo Inovação

O Polo de Inovação do Cariri é concebido para desenvolver aindústria local, contribuindo para uma maior integração dos setores produtivos do segmento, possibilitando o estímulo à inovação por meio deatividades como a participação em editais de inovação em projetos deinvestimento de interesse desses segmentos envolvidos. O Polo Regionalde Inovação Industrial se faz presente no interior cearense por meioda Casa da Indústria do​ Sistema FIEC.

Uniempre

O Programa Uniempre, sob a coordenação executiva do INDI, em parceria com o SENAI/CE, surge a partir da necessidade de um modelode desenvolvimento que integre academia e empresa, governo e sociedade, com vistas à geração de um ecossistema propício à inovação. Dentre os projetos abrigados pelo Uniempre encontram-seos Polos Regionais de Inovação Industrial e o Programa Agentes de Inovação.

Serviço:
 Solenidade de inauguração da Casa da Indústria do Cariri
        Local: SENAI – Centro de Formação Profissional Walderílio deCastro Cãmara
      Endereço: Avenida Leão Sampaio, 839 – bairro Triângulo – Juazeiro do Norte
         Horário: 15h

Solenidades de instalação do Polo Regional de InovaçãoIndustrial do Cariri e de Posse da diretoria do Sindindústria – Quadriênio 2014 – 2018

Local: Salão Iu-á Hotel
Endereço: Rua Arnóbio Barcelar Caneca, 800 – Bairro Lagoa Seca – Juazeiro do Norte.
Horário: a partir das 16h

JUAZEIRO DO NORTE: 100 ANOS DE CIDADE E DE COMARCA

JUAZEIRO DO NORTE:
100 ANOS DE CIDADE E DE COMARCA

Infelizmente o Poder Público não soube comemorar à altura do merecimento o Centenário da elevação da vila de Juazeiro à categoria de cidade e comarca de primeira entrância, conforme mostram as leis transcritas abaixo

LEI Nº 1178 DE 23 DE JULHO DE 1914
Eleva à categoria   de cidade a villa de Joazeiro.
O povo do Estado do Ceará, por seus representantes, decretou e eu promulgo a seguinte lei:
Art. 1.—Fica elevada à categoria de cidade a villa de Joazeiro.
Art. 2.—Revogam-se as disposições em contrário.
Palácio da Presidência do Ceará, em 23 de Julho de 1914.
Benjamin Liberato Barroso 
Gustavo Dodt Barroso

LEI Nº 1177 DE 23 DE JULHO DE 1914
Eleva à comarca de primeira entrância o termo de Joazeiro, da Comarca do Crato.
O povo do Estado do Ceará, por seus representantes, decretou e eu promulgo a seguinte lei:
Art. 1.— Fica elevado á comarca de primeira entrância o termo de Joazeiro, da comarca do Crato, fazendo parte da mesma o termo de São Pedro do Crato.
Art. 2.—Fica o Governo autorisado a abrir o credito necessário á effectividade da presente lei, que entrará em vigor desde a data de sua publicação.
Art. 3.—Revogam-se as disposições em contrario.
O Secretario de Estado dos Negócios da Justiça e Segurança Publica a faça publicar.
Palácio da Presidência do Ceará, em Fortaleza, 23 de Julho de 1914.

Benjamin Liberato Barroso 
Dr. Jose' Lino da Justa.













Parabéns, Juazeiro!

Igreja de São Miguel vai ter ar condicionado

No intuito de oferecer maior conforto aos seus frequentadores a Igreja de São Miguel da Paróquia de Nossa Senhora de Lourdes vai inaugurar no próximo dia 5 de agosto seu sistema de climatização de ambiente com a instalação de uma potente central de ar-condicionado. A iniciativa é pioneira no mundo católico juazeirense, mas já existe há muito tempo em outras localidades, até mesmo em cidades menores do que Juazeiro, como é o caso da Igreja de São Raimundo Nonato de Várzea Alegre, a qual já foi motivo de matéria neste Portal. No momento em que parabenizamos o pároco da  Igreja de São Miguel (Pe. Francisco Luiz dos Santos) pela louvável iniciativa conclamamos os outros párocos  locais a fazerem o mesmo, pois numa cidade de clima quente como é Juazeiro assistir à missa enfrentando calor  de mais de 30 graus é muito desconfortável. 



terça-feira, 22 de julho de 2014

É assim que se homenageia uma Rainha! - Armando Rafael

Foi no último sábado. Mais uma carreata saiu de Crato conduzindo a imagem histórica de Nossa Senhora da Penha, dentro da programação comemorativa do centenário de criação da Diocese de Crato. Desta  vez o destino era a cidade de Juazeiro do Norte. Foi a maior de todas as recepções. 5 mil pessoas ovacionaram a imagem da Virgem da Penha, na Praça dos Romeiros, em frente à Basílica Menor de Nossa Senhora das Dores.


domingo, 20 de julho de 2014

POR QUE PADRE CICERO FOI EXCOMUNGADO?

José Pereira Gondim

Há mais de cem anos a Igreja Católica Apostólica Romana excomungou o Padre Cícero Romão Batista, todavia, ultimamente já chega a celebrar missas em honra de sua memória, nas quais lhe dá "vivas" em abundância, muito embora nunca tenha sinalizado com uma data certa, onde um perdão oficial por parte dessa Entidade seria adicionado a sua trajetória de bom cristão. Durante longo período, no Brasil e por todo mundo católico, beatos e santos foram surgindo, no entanto, um ato de amor e perdão por parte da Igreja, e no tocante ao Padre Cícero, jamais foi cogitado, o que suscita as indagações: Onde andará esse amor pregado pela Igreja? E o apregoado perdão, onde reside? O Imperador Romano Flávio Valério Constantino (São Constantino) foi "guindado" a santo pela Igreja, apesar de ter mandado matar um filho, a esposa, dois meios irmãos, três sobrinhos e o sogro, enquanto o Padre Cícero não se enquadra em nenhum ato de violência. Muito pelo contrário foi conselheiro da massa, dos miseráveis, Prefeito, Deputado Federal e Vice-governador do Estado do Ceará. Foi também eleito o cearense do século, homenageado com a terceira maior estátua de concreto do mundo, e, além do filho mais ilustre de Juazeiro do Norte, a segunda maior cidade do Ceará, seu nome, literalmente é responsável por uma das maiores romarias do Brasil, ou a visita, exclusivamente a seu túmulo, anualmente, por 2,5 milhões de romeiros, ou pessoas de todos os extratos sociais do Nordeste, do País.

Quando a Igreja vai devolver as ordens sacerdotais do filho mais ilustre do Juazeiro, Padre Cícero Romão Batista excomungado há mais de um século?

Quando também devolverá os restos mortais da beata Maria de Araújo exumados clandestinamente por monsenhor José Alves de Lima visando o seu "descanso" em local conhecido e de acordo com a tradição cristã?

O entendimento do pretenso milagre do Juazeiro é uma questão meramente de fé (assim como falou Pio XII sobre a existência de Jesus, num Congresso sobre História, em 1955), pois os fatos "miraculosos" envolvendo sangue, como San Genaro, em Nápoles, e outros mais na Europa, além de polêmicos não são unanimidade quanto à procedência sobrenatural. Se você é juazeirense, nordestino, simpatizante da causa da reabilitação do sacerdote, romeiro residente ou não na Cidade, admirador ou não do Padre Cícero, mas, uma pessoa inimiga de injustiças tem plena condição de atuar na reversão do quadro (devolução in memoriam das ordens sacerdotais) mostrando a Igreja que faz parte daqueles que não veem com bons olhos esse comportamento cínico (celebra missas, e dá "vivas" ao Padre Cícero, no entanto, se nega a dar-lhe o perdão) e oportunista da Entidade. Junte-se a mim nessa "cruzada" e quando formos milhares, milhões a gente marca a data desses eventos, pois nada nesse mundo pode ir contra a vontade do povo unido e ciente do que quer, e nem mesmo a Igreja. O Vaticano sabe disso pode crer!

"Não seria justo e honesto trocar-se tanta missa e "vivas" em homenagem ao Padre Cícero por um pouco de amor e perdão através da Igreja e traduzidos na devolução de suas ordens sacerdotais"? "O "perdão informal" é ganhar tempo, não tem valor"!

"A Igreja pode até não querer, mas, os devotos e admiradores do Padre Cícero exigem dela a devolução de suas ordens sacerdotais, plenamente confiantes de que a 'voz do povo é a voz de deus', ou essa Entidade ignora ou não sabe disso"?

O perdão do Padre Cícero só depende de você! Use uma camisa, porte um cartaz ou uma faixa exigindo esse perdão que a Igreja cede. Faça circular um manifesto igual a este, na próxima semana, no próximo mês que a Igreja muda de atitude!

Durante quase um século, os fiéis, devotos e admiradores do Padre Cícero rezaram benditos, jaculatórias e nada conseguiram. E chegado o momento dos "manifestos, das passeatas", do contrário vamos morrer sem constatar a mínima mudança!

Afinal, que significam amor e perdão para a Igreja? Esperar mais cem anos? Já basta de Comissão de Estudos que a nada leva. Se a Igreja a não muda, mude você!

Assim como eu tome a iniciativa e reproduza esse manifesto, ou crie outro, no entanto, junte-se a mim e quando formos milhões a Igreja acorda, desce do muro!

NOTA: Não vai ser completamente estranho pra esse Autor, se pessoas que se dizem devotos, admiradores do Padre Cícero, mas, que nunca tiveram qualquer tipo de iniciativa para com o problema, ou de se exigir formalmente uma solução da Igreja sobre o assunto entenderem que o mesmo procura se promover. Pensem o que quiserem, mas, seu objetivo está ligado ao combate à injustiça tomando por base uma declaração de Martin Luther King: "Para criar inimigos não é necessário declarar guerra a eles, basta somente que você diga o que pensa". AMÉM!

José Pereira Gondim é um cidadão que abomina oportunismo e injustiças, autor das trilogias (livros): A Forja do Cinismo e Jesus e o Cristianismo, onde esse e outros temas conflitantes são tratados com responsabilidade, mas, sem eufemismos. Como não se trata de denúncia anônima o documento é assinado, pois a Igreja poderá optar em excomungá-lo, processá-lo, ou mesmo torná-lo "persona non grata" por se manifestar diferentemente da maioria.