quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
Missa e Terço rezado nos 112º aniversário de morte da Beata Maria de Araújo na Capela do Socorro
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
LUTO NO EMPRESARIADO
Morre aos 88 anos em Juazeiro o empresário e dirigente classista Chico Alberto
O empresário Francisco Alberto Bezerra, o Chico Alberto, morreu por volta das 21 horas deste domingo no Hospital da Unimed em Juazeiro, onde estava internado desde o dia 24 de dezembro. Ele tinha 88 anos e o velório acontece na Sala Prime do Centro de Velório Anjo da Guarda, com sepultamento às 16 horas naquele cemitério. O mesmo nasceu no dia 13 de novembro de 1937 em Crato e foi o décimo de um total de 13 filhos do casal Francisco de Paula Bezerra e Maria de Carvalho Bezerra.
Chico Alberto iniciou os estudos na Escola Alexandre Arrais, de onde saiu no ano de 1950 para o Seminário Diocesano São José do Crato permanecendo durante quatro anos. Após a conclusão do curso primário e a percepção que não tinha vocação para o sacerdócio, passou a estudar no Colégio Diocesano época em que já trabalhava no comercio cratense juntamente com o seu pai. Entretanto, no ano de 1958 começou a trabalhar por conta própria e durante dez anos.
Já em 1964, Chico Alberto decidiu fixar residência em Juazeiro onde casou com Tenísia Maria Coimbra Bezerra. Dai, nasceram os filhos Lígia Samara (pedagoga), Alberto Bráulio (engenheiro eletrônico), Fásia Germana (analista de sistemas) e Tália Suyanne (assistente social) vindo, depois, sete netos e dois bisnetos. No ano de 1968 ele aceitou convite do sogro o empresário, Antonio Fernandes Coimbra (Mascote), e tornou-se sócio da Gráfica Mascote tendo assumido a direção da empresa.
Nesse mesmo ano ingressou na Loja Maçônica Cavalheiros Spartanos chegando ao posto de Venerável Mestre por duas vezes e atingido o grau máximo da maçonaria. Chico Alberto foi membro do Lions Clube e contribuiu na reabertura do chamado Clube dos Doze. Além disso, integrou a diretoria do Treze e dirigiu, por vários anos, a escola José Marrocos mantida pela maçonaria. Fez o cursilho da Cristandade e, no em 1982, foi um dos fundadores do ECC (Encontro de Casais com Cristo) da Paróquia do Sagrado Coração de Jesus (Salesianos).
Também foi diretor do Juizado de Menores, integrou diretoria do Icasa Esporte Clube, do Rotary Clube de Juazeiro e foi sócio benemérito do Instituto Cultural do Cariri (ICC) de Crato. Já no ano 1990 Chico Alberto foi eleito presidente da Associação Comercial e Industrial de Juazeiro tendo sido o primeiro dirigente reeleito da entidade cinco anos depois.
Já no ano de 1996 ele ingressou na política quando disputou o cargo de vice-prefeito na chapa encabeça por Carlos Cruz e derrotada por Mauro Sampaio. Foi ainda presidente do Sindilojas (Sindicato dos Lojistas) e tesoureiro da CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas) de Juazeiro; diretor de patrimônio do Clube Recreativo Grangeiro em Crato e membro do COMUT (Conselho Municipal do Trabalho). Era ardoroso devoto do Padre Cícero e, no ano de 1984, foi agraciado com o título de cidadão juazeirense por sua atuação em favor do desenvolvimento de Juazeiro.
Crédito do sitemiseria
Demontieux Tenorio
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
112º aniversário de morte da Beata Maria de Araújo
terça-feira, 30 de dezembro de 2025
Feliz Ano Novo, Juazeiro do Norte!
Que sejam 365 dias de fé, união e boas notícias, mesmo
diante dos desafios.
Sob as bênçãos do Padre Cícero, que nunca nos falte coragem
para seguir em frente, sabedoria para fazer o bem e amor para cuidar uns dos
outros. Que Juazeiro do Norte continue sendo terra de gente forte, solidária e
cheia de fé.
Recebam nosso abraço fraterno, cheio de carinho e gratidão
por caminhar conosco ao longo do ano que passou.
🌟 Feliz Ano Novo! 🌟
Com respeito, compromisso e esperança,
Administradores do Portal de Juazeiro
Postado por Tereza Neuma Macedo Marques
segunda-feira, 29 de dezembro de 2025
O aumento do salário mínimo para R$ 1.621,00. passa a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2026.
Nomeado o Promotor de Justiça Juazeirense Herbet Gonçalves Santos para o cargo de procurador-geral de Justiça do Ceará.
sábado, 20 de dezembro de 2025
QUARTO
DOMINGO DO ADVENTO
Texto
bíblico: Mt 1, 18 – 24
Data:
21 de dezembro
Dom
Samuel Dantas, OSB
A
origem a qual a passagem bíblica dominical se refere é a temporal e histórica,
a partir da qual o que existe desde sempre junto do Pai como seu filho único
começou a existir na condição de verdadeiro homem. Quem de Maria nasceu na
plenitude dos tempos é o mesmo que nasceu do seu eterno Pai antes de todos os
séculos.
Se,
pois, Cristo nasceu de Maria de modo absolutamente singular e único, pois
ninguém a não ser ele foi concebido sem o concurso de varão, claro está, que
ele é mais do que um simples homem. O mesmo raciocínio aplica-se a mãe do filho
único de Deus: se apenas ela concebeu deste modo miraculoso, impossível não
concluir que esta mulher foi uma criatura excelsa e privilegiada. E que prova o
temos disso?
Por
duas vezes o evangelista Mateus escreveu que Maria concebeu pelo poder do
Espírito Santo: “Ora, antes de terem coabitado, achou-se ela grávida por obra
do Espirito Santo”. Logo, não foi por um homem e através de um ser mortal que
ela concebeu. A José, foi dito pelo anjo: “O que foi gerado nela provém do
Espírito Santo”.
No início do seu Evangelho São Lucas diz a
mesma coisa, com a diferença sutil que aí é Maria quem faz a pergunta e recebe
a seguinte resposta: “O Espírito Santo virá sobre ti e o poder do Altíssimo te
cobrirá com sua sombra”.
A
concordância, pois, entre Mateus e Lucas sobre este ponto é perfeita e total.
Ambos, apresentam a gravidez de Maria como obra do Espírito Santo. Em Mateus
como Revelação feita a José e em Lucas como feita a virgem Maria. Não é, pois,
para se estranhar o que também lemos em um e outro. Em Mateus: “Ela dará a luz
um filho, a quem porás o nome de Jesus, pois é ele quem salvará o seu povo dos
seus pecados”. (Mt 1, 21) Em Lucas: “Eis que engravidarás e darás a luz um
filho e lhe darás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado filho do
altíssimo”. (Lc 1, 31 – 32)
O
filho, a quem Maria, daria à luz em nossa carne, enquanto filho eterno do Pai
já existia desde sempre junto daquele que eternamente o gerou. O filho nascido
dela com a nossa natureza humana e que recebeu o nome de Jesus, que significa
salvador, já existia antes de se encarnar em seu seio.
Se,
pois, Maria concebeu por obra do Espírito Santo, o qual é Deus, e se o que dela
nasceu segundo a nossa humanidade também o é, digna é ela do especial culto de
veneração que a Igreja lhe presta.
O
anjo a saudou como cheia de graça; sua prima Isabel chamou-a de a mãe do meu
Senhor, e ela própria declarou: “O poderoso fez em mim maravilhas. Todas as
gerações me chamarão bendita”.
Sim,
ó Maria, nós te chamamos bendita, porque o que em ti foi gerado proveio do
Espírito Santo. Nós te chamamos bendita porque aquele que existia desde sempre
no seio do Pai como filho cheio de graça e verdade e por quem nos veio a graça
e a verdade, penetrou em teu seio imaculado e nele assumiu nossa carne para nos
remir e salvar. E todas as gerações te chamariam de bendita porque entre todas
as mulheres da terra tu foste a escolhida para gerar no tempo sem pai humano
aquele que o eterno Pai gerou fora do tempo sem mãe, nosso Senhor Jesus Cristo,
teu filho segundo nossa humanidade e filho do Pai segundo a divindade. A ele
seja dada a glória pelos séculos dos séculos. Amém.





