quarta-feira, 15 de abril de 2026

 


 Juazeiro lembra hoje 15 anos da morte do paisagista e decorador Fidel Castro Tenório

     Como forma de homenagem póstuma, esse veículo de comunicação lembra exatos 15 anos da morte do decorador Fidel Castro, que transcorre nesta quarta-feira. José Fidel Castro Tenório nasceu no dia 28 de agosto de 1960 em Assaré e morreu aos 50 anos no dia 15 de abril de 2011 em Juazeiro. Conhecido paisagista, artista plástico e decorador, ele faleceu no Hospital Santo Inácio por conta da falência múltipla dos órgãos tendo sido sepultado no Cemitério do Socorro.

      No dia da morte, sua mãe e comerciante Antonia Tenório de Oliveira (falecida em 2022) estava completando 72 anos. Os parabéns tinham acabado de ser cantados quando o hospital ligou informando sobre a morte de Fidel Castro. Ele foi bancário no Bradesco e funcionário público da Prefeitura de Juazeiro, sendo responsável pelas decorações natalinas no município, campanhas de arborização de Juazeiro e o cuidado com as praças públicas. 

     Na época da morte de Fidel, o professor e seu amigo particular Daniel Walker (falecido em 2019), fez questão de lembrar o “excelente trabalho” prestado por ele na Matriz de Nossa Senhora das Dores. Como disse, durante o paroquiato do Padre Murilo de Sá Barreto, era o responsável pelas ornamentações dos carros-andores que seguiam à frente nas procissões de Nossa Senhora das Dores e das Candeias. “Era pessoa bastante conceituada nesse ramo profissional”, considerou Walker.

       Eis uma crônica publicada no livro "Lembranças", escrito pela professora Afonsina Cândido de Oliveira (Sinhá), tia do homenageado e sob o título:


 FIDEL CASTRO: UMA VIDA DEDICADA A ARTE

 

    Corria o dia 28 de agosto de 1960 e o relógio já assinalava 21 horas anunciando a proximidade do fim daquele sábado de temperatura elevada. Naquele momento, nascia José Fidel Castro Tenório sob a proteção de Francisco Candido de Oliveira e Antônia Tenório de Oliveira. O Distrito de Aratama localizado na zona rural do município de Assaré estava reunido em torno dos festejos em louvor à São Sebastião, Padroeiro do lugar. 

      Dentro de um casebre daquele povoado ecoava o choro do recém-nascido. Do lado de fora, fogos de artifício, quermesses, leilões, cânticos, orações e a movimentação dos fiéis algo comum nas festas religiosas. A capela era a mesma que exatamente três meses depois recebeu o bebê na sua pia para que o padre Cristiano Coelho procedesse o batismo tendo como seus padrinhos José Firmino e Idelzuite Tenório.

       A criança começou a dar os primeiros passos naquelas plagas do sertão entre Aratama e o Sítio Escondido no município de Potengi, onde ainda hoje reside boa parte dos seus familiares e se constituía no local preferido para suas férias. É que, com a necessidade de uma escolaridade melhor, passou a residir em Juazeiro do Norte, a partir de janeiro de 1961, junto com os pais e o primogênito Adocílio Cândido Tenório. 

      Garoto esperto, já demonstrava a sua inteligência e o espírito de liderança com bastante determinação para as mais diversas tarefas que apareciam pela frente. Verdadeiro construtor de boas amizades, Fidel Castro surgiu como um raio e se especializou com grande destaque na área de decorações e paisagismo tornando-se uma referência em nível estadual. 

     Foram altares, carros andores, praças, ambientes de festas, estabelecimentos comerciais, residências e muito mais sempre com a marca alegre do seu trabalho e sua inteligência. Uma dessas decorações foi a criação do altar para as celebrações dos 150 anos de nascimento do Padre Cícero no dia 24 de março de 1994 em frente à Capela do Socorro. O mesmo foi imortalizado com sua construção em alvenaria rodeando a Praça dos Romeiros em frente à Basílica Menor de Nossa Senhora das Dores.

Texto e foto de Demontieux Tenório, Site Miséria

Postado por Tereza Neuma Macedo Marques 

 

             Juazeiro lembrou ontem dos 10 anos de morte da professora e diretora Dona Quininha Santana

     Como forma de homenagem póstuma, esse veículo de comunicação lembra exatos 10 anos de morte da conhecida educadora “Dona Quininha”, que transcorreu ontem, terça-feira. Joaquina Gonçalves de Santana, nasceu em Juazeiro no dia 1º de janeiro de 1923 e morreu aos 93 anos de idade no dia 14 de abril de 2016. O óbito aconteceu em sua residência na Avenida Floro Bartolomeu da Costa no centro de Juazeiro e o corpo sepultado no Cemitério do Socorro.

     Ela foi professora e diretora do Colégio Salesianos São João Bosco, Ministra da Eucaristia na Basílica Menor de Nossa Senhora das Dores onde aconteceu o seu velório. No magistério, deu grande parcela de contribuição à educação no Cariri, sendo responsável pela formação de muitos sempre com garra, paciência, benevolência e bastante responsabilidade.

      O professor Renato Casimiro, foi um dos seus alunos e grande amigo particular de Dona Quininha. Para ele, ensinar Matemática foi apenas um viés expressivo da vocação da mesma e gosto particular desde os tempos de professora da Escola Normal Rural de Juazeiro. Acrescentou que, na atividade, Dona Quininha sempre se esmerou pela prática exemplar de organização, boa didática e dedicação. Era irmã do Professor Santana, que foi Secretário de Educação em Juazeiro e morreu aos 58 anos em Minas Gerais.

Texto e foto de Demontieux Tenório

Postado por Tereza Neuma Macedo Marques

domingo, 12 de abril de 2026

                      SEGUNDO DOMINGO DA PÁSCOA

Texto bíblico: Jo 20, 19 – 31 (A incredulidade de Tomé)

Data: 12 de abril

Quem escuta o relato evangélico deste domingo sente-se e não sem boa razão, tomado de uma justa e compreensível perplexidade, em virtude da incredulidade manifestada pelo apóstolo Tomé quando seus colegas de apostolado lhe disseram: “vimos o Senhor”.

Sem dúvida, tal atitude é para se estranhar, ainda mais vinda de quem veio!

Um detalhe, porém, existe que nem sempre se percebe quando se lê esta passagem do Evangelho de São João, o qual está contido entre os versículos 19 e 23.

Achando-se os apóstolos numa certa tarde fechados em uma casa por medo dos judeus, “veio Jesus, pôs-se no meio deles e disse-lhes: “a paz esteja convosco” (por duas vezes) e tendo soprado sobre eles, acrescentou: “Recebei o Espírito Santo” e o que segue.(Jo vers. 20)

Na sequência do seu relato, o santo evangelista, ao concentrar-se na pessoa do apóstolo Tomé, nos diz que ele, “um dos doze, não estava entre eles quando Jesus veio”. Aqui está algo tão chocante, ouso dizer, ou quem sabe mais chocante ainda do que a mesma falta de fé de Tomé diante da alegre notícia da ressurreição que lhe fora transmitida por seus colegas de apostolado. E que algo chocante é este a que me estou referindo? O fato de que Tomé não estivesse onde e com quem devia estar quando o Senhor Jesus veio!

Se Tomé não estava com os outros quando nosso Senhor Jesus Cristo se lhes manifestou corporalmente naquela tarde memorável e radiante, devolvendo-lhes a esperança e restituindo-lhes o ânimo alquebrado pela tragédia do Gólgota, onde é que estava então? Independentemente de onde estivesse e de com quem estivesse e fazendo fosse o que fosse – o evangelista nada revela a respeito em sua narrativa – o que se sabe e que se tem como absolutamente certo é que ele não estava onde deveria estar no solene momento em que o divino ressuscitado veio ao encontro dos seus seguidores.

E o que se seguiu desta ausência de Tomé naquela tarde? Aqui chegando, há  uma outra coisa, em que devemos reparar com muita atenção. Se Tomé não se achava presente quando Jesus veio na primeira vez, quer isto dizer que ele não escutou esta palavra: “a paz esteja convosco” e nem esta outra: “recebei o Espírito Santo. Os pecados daqueles a quem perdoardes lhes serão perdoados e os daqueles a quem os retiverdes lhes serão retidos”.

Considerando tudo isso com atenção e penetrados de temor e tremor, será para se estranhar que quando os outros lhe disseram: “vimos o senhor”, a sua reação tenha sido a que todos conhecemos, isto é, se eu não tiver provas sensíveis e palpáveis não crerei?

Uma coisa pode-se ter como certa: se Tomé estivesse junto com os outros onze na ocasião em que o Senhor Jesus veio, não teria ele depois exigidos provas para crer e tampouco teria sido asperamente repreendido pelo Senhor Jesus: “Deixa de ser incrédulo e torna-te um homem de fé’. (Jo 20, 27) Felizmente, apesar de não ter crido no que os outros lhe disseram, no fim Tomé rendeu-se à evidência irrecusável do fato da ressurreição e dirigiu-se a Jesus como a seu Senhor e Deus.

Oxalá que quando Jesus vier, nós estejamos onde deveremos estar, pois é arriscado não nos acharmos em certos lugares quando é imperioso que neles estejamos, e isso porque a graça, sem a qual ninguém se salva, pode passar e não voltar mais.

Dom Samuel Dantas, OSB

Publicado por Tereza Neuma Macedo Marques

quinta-feira, 9 de abril de 2026

HINO DOS ROMEIROS (Bendito da Beata Maria de Araújo )

Transmitido Oral e musicalmente por Dona Dorinnha do Horto -Mestra da Cultura . Segundo a mesma, composto e cantado pela mãe dela , Dona Maria dos Benditos " Bendito e Louvado seja a luz que mais alumeia Valei-me meu Padre Cícero e a Mãe de Deus das Candeias. Maria de Araújo na mesa da comunnhão Viu o Sangue de Jesus derramado em suas mãos. Aqueles Panos sagrados de sangue ainda estão cheios Valei-me meu Padre Cícero e a Mãe de Deus das Candeias. Aquele sangue inocente com o perfume da flor è a flor da inocencia que na hóstia se transformou. Beata Santa Maria é a Virgem do Rosário Do meu Sannto Ppadrinho Cícero é a chave do sacrário. Padre Cícero veio de Roma gravado na Santa Cruz Essa cruz era invisivel no coração de Jesus. O ppapa abençoou sua imagem porque sabia Divino Espírito Santo salvar seu munndo queria. Não deixou de celebrar a missa uma hora da madrugada pra botar benção à sua familia sagrada. Ele fala com todo mundo , mas, todo mundo não vê Não conhece no pensamento aqueles que lhe obedecer. O Padre Cícero é Santo, ninguém queira duvidar Os seus poderes são tantos que fez o mudo falar. Ofereço esse bendito aos doze salesianos São doze apóstolos inocentes do santo padre de Roma. Ofereço esse bendito à Virgem da Conceição a mamãe Dona Quinô e ao Padre Ciço Romão.
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imagens de Pautilia Ferraz datada dez2016 (hino sempre entoado e "puxado" por Dorinha do Horto nas comemorações em homenagem a Beata Maria de Araújo nas datas de aniversário, lançamento de poesia para Maria, etc)

segunda-feira, 6 de abril de 2026

Malhação do Judas : Edição no bairro do Socorro promovido pelo grupo resgatar

No Bairro do Socorro acontece há quase 40 anos a malhação do Judas com a promação do grupo RESGATAR . À frente Cicero Mulato (Leriado) , prof Paulo, Zé Neto, Paulão, entre tantos outros. Primeiro escolhem quem será o "premiado " para o Judas do ano. E não podia ser outro : Donald Trump presidente dos EUUA.
Foi uma festa bastante concorrida , innclusive com a presennça de algunns "políticos" que começam a frequentar os eventos populares ( esse ano é de eleição) com vários parceiros e um trabalho feito com a marca resgatar que luta independentemente, pela preservação da cultura. Pau de sebo, show de calouros, sitio de Judas são as principais atrações , onde os caretas protegem os premios dos ladrões do sitio.
È uma catarze geral quando ao final "enforcam e queimam" o Judas
fotos: miseria.com, cicero mulato, ze neto, midias sociais

domingo, 5 de abril de 2026

 

                DOMINGO DE PÁSCOA

                                                                  Texto bíblico: Jo 20, 1 – 9

                                                                  Data: 5 de abril

Quando Maria de Magdála viu naquela já distante manhã do primeiro dia da semana que a pedra posta à entrada do túmulo do Senhor Jesus fora removida, não lhe ocorreu de início pensar que seu amado mestre ressuscitara dos mortos. Passou-lhe então pela cabeça que alguém viera e o removera dali. “Tiraram o Senhor do túmulo e não sabemos onde o puseram”, disse ela à Pedro e João, oprimida por mortal tristeza e grande angústia. Não, ó Maria, tu estás totalmente enganada! O autor da vida não foi retirado por ninguém! De quem precisaria para sair vivo do túmulo aquele de quem lemos no Apocalipse que tem as chaves da morte e do inferno? Ele saiu por seu poder e virtude, porque é Deus.

Quem entrou no túmulo desfigurado pelos tormentos da paixão a que se sujeitara para nos salvar, dele saiu triunfante e glorioso após ter vencido a morte morrendo ele mesmo em nossa natureza mortal.

Informa-nos João que Pedro e ele ainda não tinham “compreendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressurgir dos mortos”. (Jo cap. 20, vers. 9)

Não é para se admirar haja ainda no mundo quem não creia ter o Senhor ressuscitado dos mortos, visto que, aquelas duas possantes colunas da Igreja primitiva não tinham compreendido a Escritura, o que, todavia, veio a ocorrer posteriormente.

Reparemos agora em um especial detalhe que tem para nós a mais alta relevância. Quando este fato ocorreu, o que hoje chamamos de Novo Testamento nem sequer existia. Portanto, quando o evangelista escreveu que Pedro e ele ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressurgir dos mortos, era ao Velho Testamento que se referia. Assim pois, nos livros do Antigo Testamento encontramos claríssimos testemunhos acerca da ressurreição do nosso Salvador.

Em discurso pronunciado após a descida do Espírito Santo, Pedro declarou que o rei David previu a futura ressurreição de Cristo e foi sobre ela que ele escreveu. Quando Jesus declarou em certa ocasião que era preciso que nele se cumprisse o que estava escrito em Moisés, nos profetas e nos Salmos, referia-se também a sua ressurreição.

Não tardaram, pois, Pedro, João e os outros apóstolos a se convencerem da verdade factual que o anjo dera a conhecer a Maria de Magdála: “Ele não está aqui, pois ressuscitou como havia dito”. (Mt 28, 5 – 6); “Ide depressa dizer a seus discípulos: ele ressuscitou dos mortos”. (Mt 28, v. 7)

No capítulo 24 do seu Evangelho, registrou Lucas o que Jesus dissera aos ainda não totalmente convencidos apóstolos: “É como foi escrito: o Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos no terceiro dia”. (Lc 24, 45 – 46)

Na Sinagoga de Tessalônica, conforme Atos 17, Paulo demonstrava a partir das Escrituras, isto é, do Antigo Testamento, que Jesus devia sofrer e ressuscitar dos mortos.

Depois de tantos e tão expressivos testemunhos acerca do sublime evento que mudou para sempre a história da humanidade, dando-lhe um novo rumo, que nos resta dizer senão que “Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai”. (Rm 6, 4); que “Cristo morreu, não só, mas ressuscitou”(Rm 8, 34); que “ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras”(1Cor 15, 4); que “Cristo ressuscitou dos mortos, primícias dos que morreram”(1 Cor 15, 20); enfim, que “O Deus de nossos pais ressuscitou Jesus?”. (Atos 5, 30)

E como não haveria de ressuscitar aquele cuja ressurreição fora predita, aquele que disse: “Eu sou a Ressurreição e a vida”, enfim, o que com seu divino poder ressuscitou dos mortos?

Eis porque nesse solene domingo de Páscoa, apoiados na fé, proclamamos cheios de intenso gáudio: “O Senhor ressurgiu do sepulcro”.  Aleluia!. Amém. Graças a Deus.

 

Dom Samuel Dantas de Araújo, OSB.

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Semana Santa em Juazeiro :Subida a estátua do Padre Cicero no Horto sempre muito frequentada

Semana Santa sempre com muitos rituais religiosos , além das vias sacras nnas igrejas e comunnidades, lava pés, vigilia e aqui em Juazeiro, fazendo parte da tradição a subida ao Horto para visita a orações na estátua do Padre Cícero leva milhares de fiéis a essse espaço religioso.
imagenns: pautilia ferraz,mãe das dores , midias sociais