quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
sábado, 31 de janeiro de 2026
QUARTO
DOMINGO DO TEMPO COMUM
Texto bíblico: Mt 5, 1 – 12
Data: primeiro de fevereiro
Dom Samuel Dantas
Se
o Senhor Jesus tivesse dito: felizes os que choram, eles são consolados;
felizes os que tem fome e sede de justiça, eles são saciados; felizes os
corações puros, eles veem a Deus, qualquer cristão poderia e com toda razão
dizer-lhe que não é exatamente isso que se vê neste mundo, onde quase nunca os
que choram são consolados, e nem os que tem fome e sede de justiça são
saciados. Bem ao contrário, o que qualquer um vê é os chorosos chorando
desconsolados e os que tem fome e sede de justiça insaciados.
Ao
dizer, porém, que os que choram agora neste mundo e nesta vida serão consolados
quis o Senhor dar-nos a entender que consolo e saciedade estão reservados para
o futuro e não para o breve agora da vida presente. Jesus deixou bem claro que
ninguém deve espera muito nem desta vida nem deste mundo, podendo-se ir um
pouco mais longe e dizer-se que ninguém deve esperar nada de ninguém, já que
quem no fundo é um puro nada, nada tem a dar a ninguém, no fim das contas.
A
felicidade que nos foi prometida, convençamo-nos bem disso, pois assim é por
soberana vontade de Deus, é para depois e não para agora. É inútil procura-la
aqui, pois ela por aqui não se encontra. Só a encontraremos na eternidade junto
de Deus: é somente aí que ela se encontra e perderá tempo e gastará energia à
toa quem a procurar onde ela não pode estar.
Felizes
somos desde já pela divina esperança de que um dia seremos felizes, mas de fato
e de verdade só seremos quando atingirmos o fim sublime para o qual fomos
criados. Eis porque a resposta mais sábia que podemos dar a quem nos perguntar:
és feliz, deve ser esta: não sou agora e ainda mas espero sê-lo quando chegar
ao reino de Deus, amém! Graças a Deus em nome do Senhor Jesus.
Postado por Tereza Neuma Macedo Marques
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Tia Lourdes, sua história de vida, rica em ensinamentos e sabedoria, hoje despede-se do plano terreno.
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
Primeira Escola Brasileira de Literatura de Cordel e Xilogravura :projeto envolve parceria entre MINC , URCA e UFCA
sábado, 24 de janeiro de 2026
TERCEIRO DOMINGO DO TEMPO
COMUM
Data: 25 de janeiro
Texto bíblico: Mt 4, 12 – 23
Dom Samuel Dantas, OSB
A palavra saída da boca do Senhor Jesus possui uma força extraordinária, capaz de alterar completamente o curso da vida de alguém que a acolha e a escute com a atenção devida a ela. Tal é o que claramente se nos revela no trecho evangélico lido neste domingo pela Igreja e proposto à nossa consideração.
Poucas
palavras foram necessárias para arrancar Pedro e seu irmão André, ambos
pescadores, do lugar em que estavam, certamente sem pensar que dali a poucos
instantes, por causa de uma palavra dita por alguém que sequer conheciam, a sua
vida tomaria um rumo totalmente diferente.
Jesus
não proferiu um longo e enfadonho discurso sobre si e sobre a obra que viera
fazer no mundo por ordem do seu eterno Pai para convencê-los a segui-lo, nem
realizou diante deles milagre de espécie alguma para capturar o seu
assentimento. Não fez nada, mas limitou-se a dizer com a autoridade que lhe era
própria: “Vinde em meu seguimento e farei de vós pescadores de homens”.
Os
chamados por Cristo não deixariam de ser pescadores, continuariam a pescar, só
que doravante coisa bem diferente do que pescavam até então.
E
tão admirável quanto a brevíssima palavra que mudou inteiramente a vida
daqueles quatro homens, cuja existência até então limitava-se a execução de um
extenuante labor do qual retiravam o seu sustento cotidiano, foi a prontidão
com que obedeceram assim que ouviram a palavra que lhes foi dirigida por um
desconhecido.
Lê-se
em um certo Salmo: “Mal ouviu a minha voz obedeceu”. Eis o que aconteceu quando,
primeiro Pedro e André, e em seguida Tiago e João, escutaram a palavra de Jesus.
O
evangelista Mateus, que registrou o fato, relatou que logo que eles ouviram a
palavra do Senhor Jesus, deixando o que estavam fazendo, puseram-se a segui-lo.
Seria muito normal e compreensível que aqueles homens, tendo escutado a palavra
de Jesus, estranha e misteriosa sem dúvida, lhe tivessem perguntado: tu, que
isto nos dizes, quem és? Ou: seguir-te para onde? No entanto, nada disto
sucedeu!
Aqueles
homens não perguntaram a Jesus quem ele era e nem para o que exatamente estavam
sendo chamados, mas apenas o seguiram sem vacilar, sem saber nada sobre quem
acabara de chama-los e menos ainda sobre para o que estavam sendo chamados. E,
todavia, mesmo sem nada saber, eis que se põem a segui-lo. Aqui está o que é a
fé em sua definição mais pura e em seu estado mais perfeito.
Chamados,
não fazem perguntas, não pedem garantias, não exigem explicações e não hesitam
um único instante. Deixando tudo o que estavam fazendo, seguem a quem os
chamou.
Aqueles
quatro pescadores tinham pelo menos cinco motivos para recusarem-se a seguir
Cristo: 1) Não sabiam quem de fato era ele e o que pretendia. Podiam pensar:
Como vou seguir alguém que sequer conheço? 2) Já tinham um trabalho. Podiam
pensar: Trabalhar no que? 3) Já tinham um ganho certo, oriundo da atividade da
pesca. Podiam pensar: Vou ganhar o que? 4) Incerteza quanto ao futuro. “Como
será o amanhã”? Por fim, poderiam ter pensado: e se acaso não der certo? Sem,
no entanto, levar em consideração nada disto, creram em quem lhes falou;
confiaram em sua palavra, e deixando para trás um presente seguro e estável,
seguiram a Jesus.
Se
tivessem optado por permanecer exatamente onde estavam, e junto de quem estavam;
se tivessem preferido continuar a fazer o que estavam fazendo quando Cristo os
chamou, poderiam ter sido salvos, mas não teriam se tornado íntimos amigos do
Filho de Deus nem tampouco o “sal da terra e a luz do mundo”. Cristo, tirou-os
de onde eles estavam e ei-los convertidos no que jamais se teriam tornado se não
os tivesse chamado.
Creia
que o senhor Jesus, o qual fez de quatro pescadores apóstolos seus, pode ainda
hoje fazer de você, quem quer que você seja, alguém melhor. Para que isso se
realize é preciso que você o siga.
Postado por Tereza Neuma Macedo Marques
ROMARIA DE NOSSA SENHORA DAS CANDEIAS 2026
A
Festa e Romaria de Nossa Senhora das Candeias tem início no próximo dia 29 de
janeiro e segue até 2 de fevereiro. O evento traz como tema "A exemplo do
Servo de Deus Padre Cícero Romão, cuidemos da criação" e como lema
"Eu sou a Mãe da Santa Esperança" (Eclo 24,24).
Todos
os anos, durante as romarias, o município oferta serviços essenciais para
garantir uma boa acolhida aos visitantes e romeiros, com destaque para o
atendimento à saúde, ações de assistência e pontos de informação ao público.
A
Basílica Santuário Nossa Senhora das Dores é responsável pela programação
religiosa da festa, em conjunto com os outros cinco santuários da cidade. Um
dos momentos mais marcantes da romaria é a Procissão Luminosa, em que fiéis
conduzem velas ou candeeiros ao longo do percurso até a Igreja Matriz.
A
procissão acontece no dia 2 de fevereiro, com previsão de início às 18h. Após a
missa no Largo do Socorro, a concentração se dá na Avenida Leandro Bezerra,
seguindo pela Avenida Monsenhor Joviniano Barreto, Rua São Francisco, Rua Padre
Cícero, Rua Santa Luzia, Rua São Pedro, até a Basílica de Nossa Senhora das
Dores.
Acompanhe,
abaixo, a programação da Romaria de Candeias 2026.
PROGRAMAÇÃO
29
de janeiro a 31 de janeiro (quinta-feira a sábado)
Basílica
Santuário
Missas:
6h, 9h, 12h e 19h
11h - Coroa
das Lágrimas
14h - Terço
da Misericórdia
15h - Encontro
com os Romeiros
18h - Terço
e Novena
20h - Show
do Chapéu na Vila Tabuleiro
Capela
do Socorro
6h - Ofício
da Imaculada Conceição
Missas:
7h, 10h, 15h e 17h
1º
de fevereiro (domingo)
Basílica
Santuário
Missas:
5h, 9h, 12h e 19h
11h - Coroa
das Lágrimas
14h - Terço
da Misericórdia
15h - Encontro
com os Romeiros
18h - Terço
e Novena
20h - Show
do Chapéu na Vila Tabuleiro
Capela
do Socorro
Missas:
7h, 10h, 15h e 17h
2
de fevereiro (segunda-feira)
Basílica
Santuário
Missas:
5h, 7h e 9h
4h - Ofício
da Imaculada Conceição
12h - Bênção
dos Chapéus e Despedida dos Romeiros
19h - Bênção
do Santíssimo e Envio Missionário
Capela
do Socorro
Missas:
7h, 10h, 15h e 17h
18h - Bênção
das Velas e Procissão Luminosa
Fonte: maedasdores.com
Comunicação
Postado por Tereza Neuma Macedo Marques











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