sábado, 24 de outubro de 2026

 

TRIGÉSIMO DOMINGO DO TEMPO COMUM

Texto proposto: Mt 22, 34 – 40

Data: 25 de outubro

Dom Samuel Dantas, OSB 

Um legista interroga Jesus sobre qual era o grande mandamento da lei. Se um legista conhecia a lei não podia ignorar por certo qual fosse o grande mandamento da mesma lei. Se sabia, por que interroga o mestre? Certamente não para saber o que não era possível que ignorasse na qualidade de legista. O evangelista deu a razão da interrogação: “Perguntou-lhe para o por a prova”. (Mt cap. 22, verso 35)

“Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração”. Eis a resposta dada pelo Senhor Jesus a quem o interrogou!

Se os seres humanos pusessem em prática o primeiro e o maior de todos os mandamentos, síntese da lei divina, quão diferente seria este mundo do que é! Quem conseguisse, amar a Deus com todo o seu ser, alma e pensamento seria um prodígio, seria nada menos que um milagre vivo e palpável!

Lamentavelmente, porém, segundo se pode ver e constatar, não são muitos os que amam a Deus como ele deveria ser amado. Há quem se ame a si mesmo ou a tantas coisas de todo coração, de toda alma, e de todo ser...

O modo como o ser humano deve amar aquele que o criou e o salvou, no-lo manifesta hoje Jesus com palavras tão claras que nós podemos tranquilamente dispensar de qualquer comentário.

Se deves amar a Deus de todo coração, todo teu coração há de ser dele e de mais ninguém. Não pode nem deve o coração humano amar algo ou alguém mais do que a Deus, pois se o fizer, estará pondo no lugar de Deus algo que não é ele, invertendo assim a reta ordem do amor. Quer Deus que o amemos mais que tudo e mais que todos e assim há de ser.

Eis como se há de amar quem primeiro nos amou para que nós, por nossa vez, o pudéssemos amar. Mas se tu amas a Deus, o que já é uma grande felicidade, não o atribuas teu amor a ele a ti mesmo, como se disso fosses capaz, mas com humildade, temor e tremor rende graças a quem tornou-te capaz de ama-lo.

“E agora, Israel, o que o Senhor Deus espera de ti? Ele espera que o temas, amando e servindo o Senhor teu Deus”. (Dt 10, 12) “Amarás o Senhor teu Deus”. (Dt 11, 1) “Amarás o Senhor teu Deus com todo teu coração, com todo teu ser, com todas as tuas forças”. (Dt 6, 5)

Quanto a amar o próximo como a si mesmo, que alguns reputam tarefa impossível, decorre isto como natural consequência daquele amor com que se ama a Deus, pois quem a Deus ama, por causa deste amor com que ama a Deus, há de amar o seu semelhante. Amá-lo-á em Deus e por causa dele, no que aliás, consiste, a caridade verdadeira e sobrenatural.

“Isto vos ordeno: amai-vos uns aos outros”. (Jo 15, 17); “Amai-vos ardentemente uns aos outros”. (1Pe 1, 22); “Amai aos irmãos”. (1Pd 2, 17) “Amemo-nos uns aos outros”. (1Jo 4, 7)

Aquele que nos diz por meio de Jeremias: “Com amor eterno te amei”.  Jr 31, 3) bem merece que o amemos de todo coração, com todas as nossas forças e com todo nosso ser. Amemo-lo, porque nisso está nossa felicidade, nossa salvação e nossa vida.

Postado por Tereza Neuma Macedo Marques


segunda-feira, 19 de outubro de 2026

 É tempo de celebrar a fé, renovar a esperança e caminhar juntos sob o olhar amoroso de Mãe Rainha!

De 08 a 18 de outubro a Comunidade Mãe Rainha convida vocêd e toda a sua família para vivermos dias especiais de oração, devoção e fraternidade, com Missas, Novena, Celebração da Palavra, quermesse, atrações musicais, bingos muito mais!

Capela Mãe Rainha

Rua Menino Jesus de Praga, 242 - Novo Juazeiro

Juazeiro do Norte\CE








                                                Postado por Tereza Neuma Macedo Marques


Fotos Tereza Neuma












sábado, 17 de outubro de 2026

ESTUDANTE DE JUAZEIRO GANHA MEDALHA DE OURO EM COMPETIÇÃO NACIONAL


metropolescariri O talento jovem do Cariri ganha destaque nacional com uma conquista que valoriza a educação e o conhecimento científico. Maria Clara, estudante do 9º ano do Colégio Elit, em Juazeiro do Norte, conquistou a medalha ouro na MOBFOG (Mostra Brasileira de Foguetes).

Filha e aluna do professor Ciswal Santos, a jovem demonstra que a dedicação aos estudos e o interesse pela ciência podem abrir caminhos para grandes realizações.

A conquista representa motivo de orgulho para Juazeiro do Norte e para toda a região do Cariri, além de incentivar outros estudantes a explorar o universo da ciência, da tecnologia e da inovação.

Uma conquista que destaca o potencial da juventude caririrense e fortalece o orgulho da educação regional!

Postado por Tereza Neuma Macedo Marques


 

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

SANTA TERESA D' ÁVILA, DOUTORA DA IGREJA E PATRONA DOS PROFESSORES

Obra de Santa Teresa de Jesus, Doutora da Igreja, executada pelas mãos da artesã auto-didata, Helena dos Santos. Sua oficina no início, funcionou na Rua São José já no finalzinho da rua, próximo do Beco das Cobras e, ficava em frente ao Convento das Irmãs de Jeus Crucificado.

Essa imagem recebi do compadre José Carlos Pimentel, seu genro.

Na excursão em comemoração aos 100 anos da Missa que o Padre Cícero Romão Batista celebrou na Capela de São Carlos Ao Corso em Roma, uma comitiva comandada pelo Padre Murilo de Sá Barreto e 43 juazeirenses estiveram presentes nesse momento histórico e incomum.

                                                              Helena dos Santos, autora da obra    
                                                                                                                                                                 Foto de Petrus

                 


 Obra feita pela artesã Helena dos Santos                                            
 Data em que foi feita a obra, esculpida abaixo

                                                                

                                                                  Visita da Excursão ao Convento de Santa Teresa D’ Ávila, Espanha                      

                                    

                  
                      Muro que circunda o Convento em Àvila, Espanha                                         sala do convento em que estão seus objetos pessoais
                                                                                  
                 Fotos do Google                                                                
                                         Postado por Tereza Neuma Macedo Marques                                                                     
                                          

                                                          
                                                                                                                 
                                                               

               

                                   

 

Postagem de Tereza Neuma Marques 

segunda-feira, 12 de outubro de 2026

sábado, 10 de outubro de 2026

                    

VIGÉSIMO OITAVO DOMINGO DO TEMPO COMUM

                           Texto bíblico: Mt 22, 1 – 14

                           Data: 11 de outubro

                           Dom Samuel Dantas, OSB

 Eis-nos diante de mais uma parábola neste domingo. Não nos deve parecer estranho que o Senhor Jesus tenha feito largo uso deste recurso pedagógico ao longo de sua vida pública, aliás tão em voga no seu tempo.

No início do Salmo 77 lemos: “Vou abrir a boca para uma parábola e tirar as lições do passado.” (Sl 77, 2) Disse Deus ao profeta Ezequiel: “Filho de homem, propõe um enigma e imagina uma parábola para a casa de Israel.” (Ez 17, 2) Nos oráculos de Oséias lemos: “Falarei aos profetas e multiplicarei as visões e pelos profetas falarei em parábolas.” (Os 12, 11)

Assim como na parábola contada por Cristo o rei que deu um banquete para as núpcias do seu filho mandou seus servos chamarem os convidados para o festim, Deus, ao longo dos séculos, convidou os seres humanos, os judeus em primeiro lugar, a participarem do seu reino, reino que o Senhor Jesus anunciou e do qual deu testemunho por meio de suas palavras e ações.

Há, todavia, algo de estranho, e poderíamos até dizer perturbador nesta parábola. Não são acaso as núpcias para os que são convidados a tomar parte, nelas,  uma coisa boa? Não são elas uma ocasião favorável para que os convidados se divirtam, comam, bebam, alegrem-se e se rejubilem? Quem, em sã consciência, recusaria o convite para tomar parte em uma festa nupcial? Certamente que ninguém! No entanto, é exatamente isso que nos deixa perplexos: a recusa daqueles a quem o convite foi feito!

O salvador diz que alguns dos que foram convidados não quiseram ir, e que outros, sem fazer caso do amável e irrecusável convite que lhes fora feito, foram-se um para seu campo e outro para seu negócio, tendo até havido alguns que chegaram ao inexplicável cúmulo de maltratar aqueles que foram enviados para os convidar.

O convite foi feito, mas os que primeiro foram convidados não quiseram ir!

No passado, Deus não deixou de convidar os seres humanos a participarem das núpcias do seu filho, isto é, do seu reino, mas muitos, infelizmente, não quiseram ir. Não obstante Deus lhes ter dito: “Eis que eu preparei o meu banquete, tudo está pronto, vinde as núpcias”, muitos optaram pelo seu campo, pelo seu negócio, e preferiram o que é menos importante, antepondo o temporal ao eterno.

Cristo mesmo é este rei que nos preparou um banquete eterno e por meio de sua Igreja, que no tempo e na história o prolonga, chama-nos para que tomemos parte nele. Ele continua a nos dizer hoje como o rei da parábola que deu um banquete para as núpcias do seu filho: “Eis que eu preparei o meu banquete. Tudo está pronto, vinde as núpcias.”

Há apenas duas coisas que podem ser feitas diante deste chamado: ou podemos aceitar o convite e tomar parte nas núpcias, ou então, à semelhança de alguns da parábola, não fazer nenhum caso da palavra que nos é dirigida, preferindo ir para o nosso campo ou o nosso negócio.

Cumpre-nos, porém, pensar e refletir conosco mesmos que ao rejeitar o convite de Deus é ao mesmo Deus que estaremos rejeitando. Tal rejeição, pensemos bem nisso enquanto temos tempo, tem consequências para agora e sobretudo para depois da morte. Ouvindo a voz de Deus, ponhamo-nos a caminhar, mesmo que para isso tenhamos de deixar negócio e campo para trás...!

Postado por Tereza Neuma Macedo Marques

sexta-feira, 9 de outubro de 2026