sábado, 31 de janeiro de 2026

 

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     QUARTO DOMINGO DO TEMPO COMUM

                                             Texto bíblico: Mt 5, 1 – 12

                                                   Data: primeiro de fevereiro

                                        Dom Samuel Dantas

 

Se o Senhor Jesus tivesse dito: felizes os que choram, eles são consolados; felizes os que tem fome e sede de justiça, eles são saciados; felizes os corações puros, eles veem a Deus, qualquer cristão poderia e com toda razão dizer-lhe que não é exatamente isso que se vê neste mundo, onde quase nunca os que choram são consolados, e nem os que tem fome e sede de justiça são saciados. Bem ao contrário, o que qualquer um vê é os chorosos chorando desconsolados e os que tem fome e sede de justiça insaciados.

Ao dizer, porém, que os que choram agora neste mundo e nesta vida serão consolados quis o Senhor dar-nos a entender que consolo e saciedade estão reservados para o futuro e não para o breve agora da vida presente. Jesus deixou bem claro que ninguém deve espera muito nem desta vida nem deste mundo, podendo-se ir um pouco mais longe e dizer-se que ninguém deve esperar nada de ninguém, já que quem no fundo é um puro nada, nada tem a dar a ninguém, no fim das contas.

A felicidade que nos foi prometida, convençamo-nos bem disso, pois assim é por soberana vontade de Deus, é para depois e não para agora. É inútil procura-la aqui, pois ela por aqui não se encontra. Só a encontraremos na eternidade junto de Deus: é somente aí que ela se encontra e perderá tempo e gastará energia à toa quem a procurar onde ela não pode estar.

Felizes somos desde já pela divina esperança de que um dia seremos felizes, mas de fato e de verdade só seremos quando atingirmos o fim sublime para o qual fomos criados. Eis porque a resposta mais sábia que podemos dar a quem nos perguntar: és feliz, deve ser esta: não sou agora e ainda mas espero sê-lo quando chegar ao reino de Deus, amém! Graças a Deus em nome do Senhor Jesus.

 

 Postado por Tereza Neuma Macedo Marques


sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

 

Tia Lourdes, sua história de vida, rica em ensinamentos e sabedoria, hoje despede-se do plano terreno.   


Filha de João Marques da Silva e de Maria Carmina da Conceição, Lourdes Marques, nasceu no dia 25 de janeiro de 1929 em Juazeiro do Norte, na Quadra São Vicente, próximo da Rua do Salgadinho, hoje chamada de Trav. Maria Gonçalves, ou Praça do Memorial. Ela conta que quando tinha de três a quatro anos, ia com seus pais  para escutar os conselhos do Padim Cícero, quando ele pregava em sua residência, na Rua São José, onde hoje funciona o Museu Padre Cícero. Em suas palavras ela diz: “Eu ficava bem quietinha, calada, em obediência aos meus pais, porque eles ensinavam que quando os mais velhos estavam falando criança tinha que ficar calada. Minha mãe sentava no chão,  me colocava no colo, e eu adormecia. Quando Padim Cícero terminava o sermão, ela me acordava, e a gente ia para casa. Era gente demais, o quarteirão ficava praticamente lotado. Minha mãe contava que meu pai recorria a ele para pedir a opinião sobre um determinado trabalho, um aconselhamento na verdade. Lembro do dia de sua morte. Do caixão em cima da janela para o povo ver. Gente gritando, chorando, o luto, o clamor abalou o Juazeiro. Tecidos e mais tecidos pretos foram comprados para vestir a população em luto pela morte do seu maior benfeitor.” O tempo foi passando e Lourdes na companhia de seus oito irmãos. Vicente, Lia, Duca, Tonho, Zeca, Ciada, Cila e Maroly aproveitaram na medida do possível a infância, porque mesmo crianças já ajudavam nos afazeres domésticos as mulheres e os homens ajudavam o pai como ajudantes de pedreiro. Quando criança, ela contou que deu uma topada e arrancou a cabeça do dedo naquela época não existia antibiótica, usava somente uma pomada amarela para cicatrizar, mas doía demais. E à noite quando deitava era que doía, então começava a chorar não deixando os irmãos dormirem.  Duca e Tonho não  suportavam vê-la chorando e o que faziam, deixavam-no no quintal e fechavam a porta. O choro aumentava ainda mais, além da dor e o medo do escuro! São memórias que ela ainda guarda presente e que me confidenciou. A primeira Eucaristia fez com a idade de 11 anos. E sempre alimentou um grande desejo de participar de uma Lapinha, como cigana, porque achava linda a roupa toda colorida. Sua mãe, porém, sempre dava uma desculpa alegando que não dava certo. Até que ela descobriu que a roupa da sua primeira comunhão daria certo para ser a lua e dessa vez sua mãe permitiu. E ela com sua lucidez e um sorriso cativante canta para nós o versinho da lua: 
“Sou a lua que dos astros venho
A lapinha de Belém
Sou a lua do alto da princesa 
Que adorna imensa grandeza
Sou a lua que dos astros venho, 
A lapinha de Belém.”

Algumas vezes ia ficar com Lia em Missão Velha e lá aprendeu a fazer bainha de vestidos, de calças e os primeiros ensaios na arte de bordar à mão. No ano de 1950 casou com Luiz de Souza Lima, tendo treze filhos, oito homens: Luilson, Lázaro, Luiz Filho, Lailson, Lairton, Lécio, Luzivaldo e Luiz Carlos; e cinco mulheres: Luciene, Luzenilde, Luzeneide, Luzilânia e Maria do Carmo. Os nomes foram escolhidos pelo pai, com exceção de Maria do Carmo, que teve seu nome ligado a uma promessa feita a Nossa Senhora do Carmo. O parto era de alto risco e Luordes  se apegou com muita fé pedindo a intercessão de nossa Senhora e como foi atendida, batizou a filha com o nome de Maria do Carmo. Assim, com exceção deste, os nomes dos demais filhos do casal começam sempre com a letra L. Como os negócios de Luiz não iam muito bem, ele resolveu ir trabalhar fora e levando junto seu filho mais velho, Luilson, para morar em Belo Horizonte. Lá conseguiu trabalho e mandou buscar a família.  Lourdes  ficou com medo de levar uma família tão numerosa, ela e os doze filhos,  e decidiu não ir.  Mandou dizer para Luiz que ele mandasse o sustento dos filhos e ela iria também trabalhar para ajudar no sustento da família. Começou a vender calçados, perfumes, acompanhada de seu filho, Luiz Filho. As filhas cuidavam dos afazeres domésticos e dos irmãos menores. Entretanto, a despesa era alta, aluguel para pagar e débitos nas bodegas, então, sua irmã,  Maroly, que estava morando sozinha após a morte da mãe, dona Carmina, convidou-a para morar com ela, na mesma casa que ela nasceu. Sem nenhuma cerimônia aceitou o convite e mudou-se definitivamente com os filhos, e é nesta casa que reside até hoje. O marido Luiz não quis acordo e resolveu nunca mais voltar para o convívio da família em Juazeiro, chegando a falecer por lá. As dificuldades, os filhos para estudar, fardamentos, livros, remédios, muitas despesas, enfim. Lia, sua irmã, como forma de ajudá-la levou para morar com ela mais uma filha, Luzilânia, porque Luciene já morava com ela. Maroly, sua irmã caçula trabalhava no escritório de seu Severino Alves, na loja A Vencedora, e contribuía financeiramente. Zeca, seu irmão que morava bem próximo, na Rua da Conceição soube das suas preocupações e disse: “Lourdes, todo sábado à tarde, quando eu voltar da feira de Barbalha, venha ou mande um dos meninos buscar uma mesada que darei para ajudar”. Lourdes acrescenta:  Por muitos anos recebi essa contribuição do meu irmão tão generoso. Mas, mesmo assim faltava dinheiro porque as despesas eram altas demais por causa da família numerosa. Lourdes conta ainda que dona Marlúcia Almeida, vizinha do seu irmão Zeca, fabricava e ainda fabrica confecções me ofereceu para dar o abanhado, pregar botões e casear as confecções que ela fabricava. Aceitei e junto com Nilde, Neide e Lânia ficávamos até tarde da noite executando esse trabalho, que nos ajudou bastante. Também ajudei muitas vezes a De Jesus Batista preparando caldo nos eventos políticos. E foi graças a esses meus préstimos que consegui um contrato no Estado e no Município como Merendeira e Auxiliar de Serviços. Trabalhei na Escola do Menor; Escola 3 de junho; Grupo Padre Cícero e Secretária de Educação. Ministrei no ano de 1979 Alfabetização Funcional pelo Mobral”. E haja coisa, como ela mesmo diz. Sem contar com os bordados, fuxico, crochê, panos de prato e ponto de cruz. É uma verdadeira artista com as mãos. Ela faz um desabafo: “Até hoje não deixo de fazer algumas coisinhas, apesar das meninas não gostarem muito, porque eu fico com dor de cabeça por ficar com a cabeça abaixada. Não consigo parar; é de mim, ficar fazendo alguma coisa, se não fizer fico triste”. Apreciadora de eventos no Memorial, como palestras, apresentação de festivais escolares, show de cantores etc. faz questão de estar presente. Convidada por famílias amigas para participar da Renovação do Coração de Jesus, não falta. Ela conta mais da sua vida: “Faço parte do Apostolado da Oração há muitos anos e fui incentivada por minha irmã, Lia, para me associar. No mês de junho consagrado ao Sagrado Coração de Jesus compareço diariamente acompanhada de uma filha para fazer minha hora de guarda como manda os preceitos do associado. Estive presente na despedida de Lia da Presidência dessa entidade na qual ela esteve à frente durante quarenta e oito anos, entregando para Marinalva. Faço parte como associada da Irmandade de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Sou uma pessoa feliz, abençoada por Deus e por Nossa Senhora das Dores e Padim Cícero”. Ela é avó de dezessete netos, sendo oito homens: Luilson Junior, Fabiano, Davi, Jardel, Jailson, Ítalo, Tiago e Hariel; e nove mulheres: Patrícia, Tatyana, Girlene (falecida), Magdalene, Magnólia, Laís, Vitória, Bruna e Héren. Bisnetos tem nove: cinco homens, Uriel, Henrique, Pedro André, João Miguel e Luiz Arthur; quatro mulheres: Mayana, Samira, Nicole e Melissa. Em minhas observações, como sobrinha por afinidade, porque ela é a única tia viva de Daniel, meu esposo, por parte do seu pai, Zeca Marques, percebi ao longo da minha convivência com ela, tratar-se de uma pessoa muito simpática, amável, carismática. Em todos os lugares onde trabalhou deixou sua marca de boa funcionária e boa amiga. É uma excelente contadora de histórias, se deixa encantar nas narrativas. Várias vezes foi entrevistada pelos meios de comunicação para narrar o que sabe e o que viu a respeito do Padre Cícero. Toda a família tem uma verdadeira admiração por ela, por tudo que passou e venceu. Os filhos se sentem orgulhosos desta mãe tão abnegada e batalhadora que hoje comemora oitenta e nove anos com uma lucidez maravilhosa e a vaidade não fica de lado, sempre anda muito arrumada, não dispensa os brincos, o batom e o rouge, como ela diz rindo. Que grande dádiva de Deus, que Ele a abençoe lhe proporcionando mais anos de vida para alegria e felicidade dos que a cercam. Parabéns tia Lourdes! Meus e do meu esposo Daniel, seu sobrinho. Todos nós lhe queremos muito bem. Felicidades! 

                


                                  
                                                            
                 

       

  

   
                                                             
                                                                                                         

                          

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Explicação: A história dela foi contada em um pequeno livrinho por ocasião dos seus 90 anos, ocorrido  em dem 25 de janeiro de 2018 e publicado no portaldejuazeiro.com. E estou publicando hoje, acrescido de mais fotos por por ocasião do seu falecimento na noite de ontem, 29 de janeiro de 2026. 
Uma das suas características era a vaidade, como gostava de andar arrumada, com o cabelo cortado do seu agrado e de batom. Não perdia nenhuma oportunidade de participar de eventos, de momentos familiares. E recebia com muita alegria os sobrinhos que ele tanto amava. 
Sabemos que o seu encontro com o Sagrado Coração de Jesus e com Nossa Mãe das Dores e o nosso padim Padre Cícero foi muito emocionante. Fica em paz tia Lourdes e pede a Deus por nós.

Postado por Tereza Neuma Macedo Marques


                        








































































terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Primeira Escola Brasileira de Literatura de Cordel e Xilogravura :projeto envolve parceria entre MINC , URCA e UFCA

Onde a rima vira escola e a madeira vira história.
O Cariri se prepara para um novo capítulo: o projeto da primeira Escola Brasileira de Literatura de Cordel e Xilogravura deverá sair em breve do papel! A ideia é transformar a histórica Lira Nordestina não apenas em um museu de memórias, mas em um polo vibrante de aprendizado. Recebemos o secretário de Formação Artística e Cultural do Minc, Fabiano Piúba, para debater essa proposta com a @urca_oficial e a @ufca_oficial. Participaram da visita à Lira, além do secretário, a pró-reitora de Extensão, Sandra Nancy, e a professora da UFCA, Fanka Santos. Ver a nossa “Lira” ser o alicerce desse projeto é a prova de que a arte do sertão é universal e eterna. Preparem o papel e o formão: o futuro da nossa tradição está sendo talhado com muito cuidado. fonnte: urcaoficial #PatrimonioCultural #Nordeste #CulturaViva JuazeiroDoNorte Crato EducaçãoEArte

sábado, 24 de janeiro de 2026

                                   


                                                 TERCEIRO DOMINGO DO TEMPO COMUM

                                                            Data: 25 de janeiroData: 25 de janeiro

                                                             Texto bíblico: Mt 4, 12 – 23

                                                              Dom Samuel Dantas, OSB

A palavra saída da boca do Senhor Jesus possui uma força extraordinária, capaz de alterar completamente o curso da vida de alguém que a acolha e a escute com a atenção devida a ela. Tal é o que claramente se nos revela no trecho evangélico lido neste domingo pela Igreja e proposto à nossa consideração.

Poucas palavras foram necessárias para arrancar Pedro e seu irmão André, ambos pescadores, do lugar em que estavam, certamente sem pensar que dali a poucos instantes, por causa de uma palavra dita por alguém que sequer conheciam, a sua vida tomaria um rumo totalmente diferente.

Jesus não proferiu um longo e enfadonho discurso sobre si e sobre a obra que viera fazer no mundo por ordem do seu eterno Pai para convencê-los a segui-lo, nem realizou diante deles milagre de espécie alguma para capturar o seu assentimento. Não fez nada, mas limitou-se a dizer com a autoridade que lhe era própria: “Vinde em meu seguimento e farei de vós pescadores de homens”.

Os chamados por Cristo não deixariam de ser pescadores, continuariam a pescar, só que doravante coisa bem diferente do que pescavam até então.

E tão admirável quanto a brevíssima palavra que mudou inteiramente a vida daqueles quatro homens, cuja existência até então limitava-se a execução de um extenuante labor do qual retiravam o seu sustento cotidiano, foi a prontidão com que obedeceram assim que ouviram a palavra que lhes foi dirigida por um desconhecido.

Lê-se em um certo Salmo: “Mal ouviu a minha voz obedeceu”. Eis o que aconteceu quando, primeiro Pedro e André, e em seguida Tiago e João, escutaram a palavra de Jesus.

O evangelista Mateus, que registrou o fato, relatou que logo que eles ouviram a palavra do Senhor Jesus, deixando o que estavam fazendo, puseram-se a segui-lo. Seria muito normal e compreensível que aqueles homens, tendo escutado a palavra de Jesus, estranha e misteriosa sem dúvida, lhe tivessem perguntado: tu, que isto nos dizes, quem és? Ou: seguir-te para onde? No entanto, nada disto sucedeu!

Aqueles homens não perguntaram a Jesus quem ele era e nem para o que exatamente estavam sendo chamados, mas apenas o seguiram sem vacilar, sem saber nada sobre quem acabara de chama-los e menos ainda sobre para o que estavam sendo chamados. E, todavia, mesmo sem nada saber, eis que se põem a segui-lo. Aqui está o que é a fé em sua definição mais pura e em seu estado mais perfeito.

Chamados, não fazem perguntas, não pedem garantias, não exigem explicações e não hesitam um único instante. Deixando tudo o que estavam fazendo, seguem a quem os chamou.

Aqueles quatro pescadores tinham pelo menos cinco motivos para recusarem-se a seguir Cristo: 1) Não sabiam quem de fato era ele e o que pretendia. Podiam pensar: Como vou seguir alguém que sequer conheço? 2) Já tinham um trabalho. Podiam pensar: Trabalhar no que? 3) Já tinham um ganho certo, oriundo da atividade da pesca. Podiam pensar: Vou ganhar o que? 4) Incerteza quanto ao futuro. “Como será o amanhã”? Por fim, poderiam ter pensado: e se acaso não der certo? Sem, no entanto, levar em consideração nada disto, creram em quem lhes falou; confiaram em sua palavra, e deixando para trás um presente seguro e estável, seguiram a Jesus.

Se tivessem optado por permanecer exatamente onde estavam, e junto de quem estavam; se tivessem preferido continuar a fazer o que estavam fazendo quando Cristo os chamou, poderiam ter sido salvos, mas não teriam se tornado íntimos amigos do Filho de Deus nem tampouco o “sal da terra e a luz do mundo”. Cristo, tirou-os de onde eles estavam e ei-los convertidos no que jamais se teriam tornado se não os tivesse chamado.

Creia que o senhor Jesus, o qual fez de quatro pescadores apóstolos seus, pode ainda hoje fazer de você, quem quer que você seja, alguém melhor. Para que isso se realize é preciso que você o siga.

Postado por Tereza Neuma Macedo Marques

            

ROMARIA DE NOSSA SENHORA DAS CANDEIAS 2026

A Festa e Romaria de Nossa Senhora das Candeias tem início no próximo dia 29 de janeiro e segue até 2 de fevereiro. O evento traz como tema "A exemplo do Servo de Deus Padre Cícero Romão, cuidemos da criação" e como lema "Eu sou a Mãe da Santa Esperança" (Eclo 24,24).

Todos os anos, durante as romarias, o município oferta serviços essenciais para garantir uma boa acolhida aos visitantes e romeiros, com destaque para o atendimento à saúde, ações de assistência e pontos de informação ao público.

A Basílica Santuário Nossa Senhora das Dores é responsável pela programação religiosa da festa, em conjunto com os outros cinco santuários da cidade. Um dos momentos mais marcantes da romaria é a Procissão Luminosa, em que fiéis conduzem velas ou candeeiros ao longo do percurso até a Igreja Matriz.

A procissão acontece no dia 2 de fevereiro, com previsão de início às 18h. Após a missa no Largo do Socorro, a concentração se dá na Avenida Leandro Bezerra, seguindo pela Avenida Monsenhor Joviniano Barreto, Rua São Francisco, Rua Padre Cícero, Rua Santa Luzia, Rua São Pedro, até a Basílica de Nossa Senhora das Dores.

Acompanhe, abaixo, a programação da Romaria de Candeias 2026.

PROGRAMAÇÃO

29 de janeiro a 31 de janeiro (quinta-feira a sábado)

Basílica Santuário

Missas: 6h, 9h, 12h e 19h

11h - Coroa das Lágrimas

14h - Terço da Misericórdia

15h - Encontro com os Romeiros

18h - Terço e Novena

20h - Show do Chapéu na Vila Tabuleiro

Capela do Socorro

6h - Ofício da Imaculada Conceição

Missas: 7h, 10h, 15h e 17h

1º de fevereiro (domingo)

Basílica Santuário

Missas: 5h, 9h, 12h e 19h

11h - Coroa das Lágrimas

14h - Terço da Misericórdia

15h - Encontro com os Romeiros

18h - Terço e Novena

20h - Show do Chapéu na Vila Tabuleiro

Capela do Socorro

Missas: 7h, 10h, 15h e 17h

2 de fevereiro (segunda-feira)

Basílica Santuário

Missas: 5h, 7h e 9h

4h - Ofício da Imaculada Conceição

12h - Bênção dos Chapéus e Despedida dos Romeiros

19h - Bênção do Santíssimo e Envio Missionário

Capela do Socorro

Missas: 7h, 10h, 15h e 17h

18h - Bênção das Velas e Procissão Luminosa

Fonte: maedasdores.com

Comunicação

Postado por Tereza Neuma Macedo Marques


quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Missa e Terço rezado nos 112º aniversário de morte da Beata Maria de Araújo na Capela do Socorro

Neste dia 17 p.p, o gruppo PPró Memória da Bata Maria de Araujo compareceu a missa e como tradição rezou o terço em memória da Santa Beata protagonista do grannde Milagre de Juazeiro quanndo a hóstia se transformou em sangue em mais de 200 ocasiões como já historicizado.
O evento reuniu devotos, romeiros e integrantes do Movimento Pró Memória da Beata Maria de Araujo nno local do túmulo da Beata.
O grupo mais uma vez irá trabalhar no sentido de solicitar a PMJN que ceda a antiga capela mortuária para que se instale o memorial da beata e possamos apresentar a história da beata atraves de artistas locais onde a população, romeiros, ppesquisadores e visitantes possam ter acesso a esse vácuo da história que foi "silenciada" e necessita estar a luz de todos os grandes acontecimentos do Juazeiro.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026


                               LUTO NO EMPRESARIADO

Morre aos 88 anos em Juazeiro o empresário e dirigente classista Chico Alberto

       O empresário Francisco Alberto Bezerra, o Chico Alberto, morreu por volta das 21 horas deste domingo no Hospital da Unimed em Juazeiro, onde estava internado desde o dia 24 de dezembro. Ele tinha 88 anos e o velório acontece na Sala Prime do Centro de Velório Anjo da Guarda, com sepultamento às 16 horas naquele cemitério. O mesmo nasceu no dia 13 de novembro de 1937 em Crato e foi o décimo de um total de 13 filhos do casal Francisco de Paula Bezerra e Maria de Carvalho Bezerra.

     Chico Alberto iniciou os estudos na Escola Alexandre Arrais, de onde saiu no ano de 1950 para o Seminário Diocesano São José do Crato permanecendo durante quatro anos. Após a conclusão do curso primário e a percepção que não tinha vocação para o sacerdócio, passou a estudar no Colégio Diocesano época em que já trabalhava no comercio cratense juntamente com o seu pai. Entretanto, no ano de 1958 começou a trabalhar por conta própria e durante dez anos.

     Já em 1964, Chico Alberto decidiu fixar residência em Juazeiro onde casou com Tenísia Maria Coimbra Bezerra. Dai, nasceram os filhos Lígia Samara (pedagoga), Alberto Bráulio (engenheiro eletrônico), Fásia Germana (analista de sistemas) e Tália Suyanne (assistente social) vindo, depois, sete netos e dois bisnetos. No ano de 1968 ele aceitou convite do sogro o empresário, Antonio Fernandes Coimbra (Mascote), e tornou-se sócio da Gráfica Mascote tendo assumido a direção da empresa.

     Nesse mesmo ano ingressou na Loja Maçônica Cavalheiros Spartanos chegando ao posto de Venerável Mestre por duas vezes e atingido o grau máximo da maçonaria. Chico Alberto foi membro do Lions Clube e contribuiu na reabertura do chamado Clube dos Doze. Além disso, integrou a diretoria do Treze e dirigiu, por vários anos, a escola José Marrocos mantida pela maçonaria. Fez o cursilho da Cristandade e, no em 1982, foi um dos fundadores do ECC (Encontro de Casais com Cristo) da Paróquia do Sagrado Coração de Jesus (Salesianos).

      Também foi diretor do Juizado de Menores, integrou diretoria do Icasa Esporte Clube, do Rotary Clube de Juazeiro e foi sócio benemérito do Instituto Cultural do Cariri (ICC) de Crato. Já no ano 1990 Chico Alberto foi eleito presidente da Associação Comercial e Industrial de Juazeiro tendo sido o primeiro dirigente reeleito da entidade cinco anos depois.

      Já no ano de 1996 ele ingressou na política quando disputou o cargo de vice-prefeito na chapa encabeça por Carlos Cruz e derrotada por Mauro Sampaio. Foi ainda presidente do Sindilojas (Sindicato dos Lojistas) e tesoureiro da CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas) de Juazeiro; diretor de patrimônio do Clube Recreativo Grangeiro em Crato e membro do COMUT (Conselho Municipal do Trabalho). Era ardoroso devoto do Padre Cícero e, no ano de 1984, foi agraciado com o título de cidadão juazeirense por sua atuação em favor do desenvolvimento de Juazeiro.

Crédito do sitemiseria 

Demontieux Tenorio 


Postado por Tereza Neuma Macedo Marques