sexta-feira, 9 de outubro de 2026
Programação dos Festejos na Capela de Santa Margaridade Maria de Alacoque, no Bairro Campo Alegre
sábado, 3 de outubro de 2026
VIGÉSIMO SÉTIMO DOMINGO
DO TEMPO COMUM
Texto bíblico: Mt 21, 33 – 43
Data: 4 de outubro
(A parábola dos vinhateiros homicidas)
Dom Samuel Dantas, OSB
“Escutai outra
parábola”, continua Jesus dirigindo-se aos sumos sacerdotes e aos anciãos do
povo.
Vós sabeis que uma
parábola é uma história não real que contém um ensinamento de ordem moral ou
espiritual. Disto decorre que o que Cristo nos diz neste domingo por meio da
parábola não sucedeu de fato. O que porém, a parábola significa já ocorreu.
Quem é o proprietário
que plantou uma vinha, cercou-a com uma sebe, cavou nela um lagar, construiu
uma torre e por fim, arrendou-a a vinhateiros? No Antigo Testamento, o
proprietário é Deus e a vinha o seu povo por ele mesmo plantada para que desses
frutos que fossem do seu agrado.
No Novo Testamento,
cujo centro é o Filho de Deus feito homem, o proprietário é o Senhor Jesus, e a
vinha por ele plantada é a Igreja, na qual e por meio da qual é-nos comunicada
a vida da graça e a salvação que ele nos mereceu pelo seu sacrifício expiatório
oferecido no altar da cruz.
Diz-nos Cristo na
parábola que “aproximando-se o tempo da colheita, o dono da vinha (Deus) enviou
seus servos (os profetas) a sua vinha (seu povo) para que este, advertido,
deixasse os seus maus caminhos e se voltasse arrependido para ele.
Antes da Encarnação do
seu dileto Filho em nossa carne mortal, o Pai santíssimo enviou os profetas
como seus servos. Na plenitude dos tempos, o enviado foi o Filho, o herdeiro de
todas as coisas, a quem mataram, tal como o filho da parábola contada por nosso
Senhor. O Filho por sua vez, que tinha sido enviado, enviou aos que escolhera.
“Eu vos envio como ovelhas para o meio de lobos”, disse ele aos seus em certa
ocasião. Seus enviados (os apóstolos) também foram mortos.
“Os vinhateiros”, ao
invés de entregarem aos servos do dono da vinha os frutos a que tinha direito,
que fizeram? Agarraram-nos e os maltrataram. A um moeram de pancadas, a outro
mataram e a um outro apedrejaram. Na parábola, Jesus diz que o filho foi
enviado por último. Na chamada história da salvação, todavia, o Filho vem logo
depois dos profetas e depois dele vem os apóstolos.
Pedro, foi crucificado
de cabeça para baixo; Paulo foi decapitado; Tiago foi morto à espada por ordem
de Herodes; João Batista teve fim trágico na prisão; e Estevão foi apedrejado.
E quantos dos fieis servos de Cristo não foram perseguidos pelos judeus da
época de Cristo e pelos romanos durante sanguinárias perseguições contra a
nascente Igreja?
Em um longo discurso
feito perante autoridades judaicas, Estevão lhes lançou em rosto: “Qual dos
profetas vossos pais não perseguiram? Eles chegaram a matar os que anunciavam,
de antemão, a vinda do justo...” (Atos, cap. 7, verso 52)
O autor da carta aos
Hebreus escreveu sobre estes homens: “Outros sofreram o esquartejamento, outros
ainda sofreram a provação dos escárnios e do chicote e a das correntes e da
prisão; foram apedrejados, foram serrados, morreram assassinados à espada...”
(Hb cap. 11, versos 35 a 37)
Muitos profetas
enviados por Deus foram mortos, assim como os apóstolos por Cristo enviados em
missão para abrir os olhos do mundo. São os servos da parábola deste domingo.
Com Cristo, o proprietário da vinha espiritual que é a Igreja, não se deu coisa
diferente. Também ele, o filho da parábola, foi morto por aqueles que deveriam
tê-lo acolhido. Não sem razão está escrito no Evangelho de João: “veio para o
que era seu e os seus não o acolheram”.
Cristo conclui a
parábola dizendo aos judeus endurecidos: “O reino de Deus vos será tirado e
será dado a um povo que produzirá frutos”. O povo ao qual o Senhor se referia
quando, estas palavras, pronunciou, é o povo de Deus que no Novo Testamento é a
Igreja.
Quer Deus que sejamos
árvores frutíferas, que demos frutos que os antigos judeus, aos quais em primeiro
lugar foi dirigida a palavra, não deram. “O que glorifica meu Pai é que
produzais fruto em abundância”.(Jo 15, 8) e que “o vosso fruto permaneça.” (Jo
15, 16)
Postado por Tereza
Neuma Macedo Marques
ENCERRAMENTO DOS FESTEJOS ALUSIVOS AO SERÁFICO PAI FRANCISCO SEGUIDO DA PROCISSÃO
No final da tarde e começo desta noite, após a celebração da Santa Missa, presidida pelo Bispo Diocesano do Crato, dom Magnus Henrique, seguiu pelas ruas do bairro Franciscanos a procissão acompanhada por uma multidão de fiéis que atenderam ao chamado dos Capuchinhos para louvar e agradecer pela vida de quem foi na terra o protetor dos animais, das florestas, das águas e de toda natureza, por isso foi chamado do "Pai da Ecologia".
VIVA SÃO FRANCISCO!
segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Com o tema “Esporte que Une, Educação que Transforma”, a
Prefeitura de Juazeiro do Norte promoverá na quarta-feira, 30 de setembro, a
abertura da 20ª edição dos Jogos Estudantis de Juazeiro do Norte – Jejuno’s.
A solenidade terá início às 15h30, no Ginásio Poliesportivo,
e contará com a presença de milhares de estudantes/atletas, representantes das
106 escolas inscritas nos jogos, entre municipais, particulares, estaduais e
federal.
Serão 25 modalidades, entre coletivas, individuais e
especiais, como os Jogos Eletrônicos, Festival Parajejunos e Skate. Com recorde
de inscrições, estima-se que, neste ano, mais de 7 mil estudantes/atletas,
participem do Jejuno’s, divididos por zonas de competição.: Sul/oeste,
Norte/leste, Central, e a fase final respectivamente.
FM Padre Cicero 104,5
Postado por Tereza Neuma Macedo Marques
sábado, 26 de setembro de 2026
Texto Bíblico: Mt
21, 28 – 32
Data: 27 de setembro
Dom Samuel Dantas,
OSB
“Os coletores de impostos e as
prostitutas vos precedem no reino de Deus”. (Mt, cap. 21, verso 31)
A quem Jesus disse estas palavras
tão duras? Jesus as disse no templo, para os sumos sacerdotes e anciãos do povo
quando estes perguntaram-lhe em virtude de que autoridade fazia ele certas
coisas extraordinárias. Se Jesus realizou ante os olhos daqueles homens, coisas
que apenas Deus e mais ninguém poderia fazer, era claro que a autoridade em
virtude da qual ele realizava tais coisas só podia ser divina.
Para quem quisesse ver e acreditar
a pergunta: “em virtude de que autoridade fazes isso ou quem te deu tal
autoridade”? Não teria sentido algum, porque já estava respondida pelo que o
senhor fazia. Eis porque Jesus, ao invés de lhes dar uma resposta, limita-se a fazer
uma outra pergunta.
Mas como é possível que os
coletores de impostos e as prostitutas, mal vistas, estas assim como aqueles, precedam
no reino de Deus aos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo? Estes não faziam
parte da elite religiosa de Israel? Sim! Não eram eles os grandes responsáveis
pela interpretação da lei de Moisés? Também... não eram aqueles homens
escolhidos os intermediários visíveis entre Deus e o povo, revestidos de uma
autoridade sagrada que lhes permitia ensinar aos outros os caminhos pelos quais
se vai a Deus? Tudo isso é verdade, mas infelizmente, como sucede hoje em dia,
não é menos verdade que o coração daqueles homens era mais duro que chumbo,
razão pela qual não acreditaram, apesar de tudo o que viram.
Não adiantaria nada que Jesus lhes
tivesse dito: faço isso em virtude da autoridade recebida do Pai que me enviou,
foi dele que eu recebi a autoridade em virtude da qual faço tudo o que vedes e
ouvis. Nem assim teriam crido; se não creram vendo com os olhos, menos ainda
teriam crido escutando com os ouvidos. Quando não se quer crer, é inútil tanto
o que se vê com os olhos como aquilo que com os ouvidos se escuta. Estando o
coração humano fechado, nem a verdade divina entra pelos olhos nem penetra pelo
sentido da audição.
Não foi à toa que Jesus disse: “os
coletores de impostos e as prostitutas vos precedem no reino de Deus”. Dizendo
isso, não há a menor dúvida que Jesus quis dizer que os coletores de impostos e
as prostitutas, bem no fundo, eram melhores do que aqueles homens, talvez mais
humildes, mais bondosos, mais caridosos e mais verdadeiros.
A história bíblica registrou o caso
de dois coletores de impostos que foram agraciados pelo Filho de Deus. Um, que
se chamava Levi, foi chamado por Cristo e se tornou, além de apóstolo,
evangelista. O outro, também ele cobrador de impostos, e certamente odiado e
desprezado por muita gente, acolheu Jesus em sua casa. Enquanto os sumos
sacerdotes e os anciãos do povo questionaram a autoridade do Senhor, que faz
este homem?
Ouçamos a Escritura. Que nos diz
ela? “Zaqueu disse ao Senhor: pois bem, Senhor, eu reparto aos pobres a metade
dos meus bens, e se prejudiquei alguém, restituo-lhe o quadruplo”. (Lc 19, 8) E
o que diz Jesus sobre ele, louvando lhe publicamente a sinceridade? “Hoje veio a salvação a esta casa, pois também
ele é filho de Abraão”. (Verso 9)
E já que neste domingo Jesus se
refere a prostitutas, lembremo-nos que três delas são citadas na Bíblia: Tamar,
nora de Judá; Raab, elogiada na carta aos Hebreus e na carta de Tiago como uma
mulher dotada de profunda fé, por causa de um ato que praticara em favor de
espiões enviados por Josué, e por fim, Maria Madalena, a primeira pessoa a quem
o Senhor jesus apareceu depois de ressuscitado dos mortos, incumbindo-lhe de
anunciar aos apóstolos o que ela, antes mesmo deles, havia testemunhado.
...E bem mais que nos preceder no
reino de Deus, as prostitutas e os coletores de impostos podem se salvar e nós
não...
Postado por Tereza Neuma Macedo
Marques
terça-feira, 22 de setembro de 2026
Em setembro de 2020, escrevi sobre o Padre Ferreirinha, em minha coluna, Vivenda do Amor. O texto completo pode ser acessado pelo link abaixo:
Padre Ferreirinha, o Missionário dos necessitados
Postado por: Tereza Neuma Macedo Marques



















