sábado, 20 de junho de 2026

Tragédia na cidade de Tauá que vitimou sete atletas do basquete Juazeirense

                        

Segunda-feira, 15, Juazeiro do Norte recebeu com muita tristeza a notícia da morte envolvendo sete atletas do basquete de nossa cidade, integrantes da Associação Desportiva e Cultural (ADEJU) que retornavam da cidade de Sobral, após ganharem o campeonato Sobral/2026, tornando-se campeões pela segunda vez. A tragédia envolvendo um ônibus que transportava quarenta e seis pessoas, tombou na CE-187, nas proximidades do distrito de Santa Teresa na cidade de Tauá, CE.

A Prefeitura de Juazeiro do Norte manifestou profundo pesar pelo infausto acontecimento,  decretando luto por três dias pela morte dos jovens atletas.    

                                       Postado por Tereza Neuma Macedo Marques

DÉCIMO SEGUNDO DOMINGO DO TEMPO COMUM

                                                    Texto bíblico: Mt cap. 10, versos 26 a 33.

                                                    Data: 21 de junho

                                                    Dom Samuel Dantas, OSB

Há uma coisa que todos deveríamos temer, mas nem todos a temem. Que coisa seja essa no-lo diz Jesus neste domingo e no-lo lembra a Igreja a quem o Senhor Jesus encarregou de nos nutrir para a salvação por meio da palavra revelada.

“Temei muito mais, diz nosso Senhor, aquele que pode fazer perecer alma e corpo no inferno”, depois de nos ter dito que não precisamos temer aqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma”. (Mt 10, 28)

Um dos males que há neste mundo cego é sem dúvida alguma, este: teme-se o que não se deveria temer e não se teme aquilo que deveria nos inspirar um santo e salutar temor. Há quem tema os homens e o que estes podem fazer, mas muito mais se deve temer aquele que pode fazer perecer a alma e o corpo no inferno. Quem isto pode fazer claro está, que é Deus, a quem não podemos deixar de temer.

Esta palavra dita por nosso Senhor e salvador, pode todavia, suscitar no leitor desatento e desprevenido uma certa dificuldade não pequena, a qual consiste no seguinte: se a suprema e eterna verdade disse expressamente que aqueles que matam o corpo não podem matar a alma (por ser ela imortal) como diz depois que a alma pode perecer? Não são apenas os homens que não podem matar a alma!  O próprio Deus que a infunde no corpo não o pode fazer, visto ser ela dotada de imortalidade, que aliás foi-lhe dada pelo mesmo Deus ao cria-la. Neste caso, de que morte da alma falava o Senhor? A que espécie de morte estava ele se referindo, quando estas palavras, pronunciou? A solução desta aparente dificuldade encontramo-la no livro do Apocalipse. Aí se lê que há uma segunda morte, bem diversa da primeira, pela qual todos hão de passar, e muito mais terrível que ela.

A primeira morte, como se sabe, ocorre quando a alma abandona o corpo, consistindo a morte justamente nisso, a saber, na separação entre alma e corpo. A segunda, e esta é a que se deve temer, muito mais terrível que a primeira, consiste na separação eterna e definitiva de Deus, no caso de a alma se condenar.

Quando Jesus falou do perecimento da alma e do corpo no inferno era a esta última morte que se estava referindo. Assim como um ser humano formado de um corpo perecível e de uma alma imortal morre para o mundo quando sua alma imortal deixa seu corpo perecível, morre definitivamente para Deus se morre rompido com ele, isto é, em pecado grave.

Dos homens não precisamos ter medo porque o máximo que nos podem fazer é privar-nos desta vida mortal, o que, bem considerado e pensado não é coisa para se lamentar, especialmente nestes difíceis tempos que atravessamos. Disse alguém certa vez que “só teme morrer quem ainda não compreendeu direito o que é viver” e em todos os tempos houve em vários povos a convicção de que a vida inspira muito mais medo do que a morte.

A Deus devemos ama-lo porque é Pai misericordioso. Não nos esqueçamos, todavia, de que devemos também temê-lo, visto que é juiz. Temamo-lo, pois, porque a Escritura diz-nos que ele é um fogo abrasador (Hb 12, 29) e que é terrível cair nas mãos do Deus vivo. É bom pensarmos no que o próprio cordeiro de Deus, manso e humilde de coração nos diz no Apocalipse: “Eis que eu venho em breve e trago comigo a minha recompensa para pagar a cada um segundo as suas obras”. (Ap, 22, 12)

Postado por Tereza Neuma Macedo Marques

 

sábado, 13 de junho de 2026

 

DÉCIMO PRIMEIRO DOMINGO DO TEMPO COMUM

Texto proposto: Mt, cap. 9, 36 -  10, 8.

Data: 14 de junho

Dom Samuel Dantas, OSB

O santo evangelista Mateus refere que o Senhor Jesus “vendo as multidões, tomou-se de compaixão por elas, porque estavam exaustas e prostradas, como ovelhas sem pastor.” (Mt, cap. 9, verso 36)

Em que as multidões do tempo de Jesus diferem das de hoje? Não será que as multidões de hoje são exatamente aquelas do passado com o agravante, porém que as de agora vivem e penam em tempos incomparavelmente mais tenebrosos e lamentáveis do que as que viveram no tempo do Senhor Jesus? É certo que as multidões de hoje padecem dos mesmos males dos quais padeciam as que viveram na época do salvador e de outros que são próprios destes dias! Foi para estas multidões que o Senhor lançou um olhar cheio de compaixão.

As multidões de hoje também elas estão exaustas e prostradas! Exaustas de que, pergunto-me a mim mesmo!

Haverá atualmente neste mundo louco, confuso e perturbado em que vivemos um único ser humano em algum privilegiado lugar que não esteja se sentindo por um ou mais motivos exausto e prostrado? Podemos disso nos certificar quando eventualmente conversamos com qualquer pessoa. Independentemente da classe social a que pertença, da profissão que exerça, do quanto ganhe e do lugar em que resida,  suas palavras deixam entrever que estamos diante de um pobre ser humano exausto, prostrado, como uma pobre ovelha desviada que não tem quem a guie por um caminho bom e reto. Fulano está exausto do trabalho, sicrano de sua família cheia de problemas, um está exausto disto e outro daquilo e não falta quem esteja exausto até de si mesmo, de sua vidinha limitada e vazia e não raro sem sentido, do mundo em trevas onde de arrasta sem outra perspectiva que não seja comer, dormir,  trabalhar fazendo sempre a mesma coisa e divertir-se,  quando o dinheiro contado permite!

No fundo, estamos todos cansados por alguma razão da qual nem sempre se tem perfeita consciência e há milhões por aí que não conseguem descansar sequer quando estão descansando!

Bem antes que o Senhor Jesus manifestasse compaixão por estas ovelhas sem pastor, das quais o mundo atual está cheio, ouçamos o que Deus dissera sobre multidões em semelhante situação noutros tempos!

“Nós todos como ovelhas éramos errantes”. (Is 53, 6) “Ovelhas desgarradas, eis o que meu povo se tornou”(Jr 50, 6) “Meu rebanho se extraviou por todos os montes, meu rebanho dispersou-se”(Ez 34, 6)

E haverá descanso para os cansados? Nesta vida, toda ela uma corrida acelerada para a morte da qual ninguém escapa, onde encontrar um lugar seguro em que se possa descansar e restabelecer as forças gastas nas lides diárias? Em casa? Mas em casa há trabalho! Viajando? Mas viajar também cansa! Numa pousada de luxo? Mas de que adianta, se aquilo que as vezes nos cansa – nós mesmos e o que temos dentro de nós – nunca nos abandona?

Compare-se o tempo de descanso com o tempo de trabalho e ver-se-á que mais cansamos do que descansamos!

O ser humano descansa para tornar a cansar-se! cruel e trágico destino de todos os que vivemos neste mundo! Há, pois, alguma esperança? Há um modo de não fazermos parte de multidões cansadas e exaustas que não tem pastor? Sim! Se estamos cansados, acheguemo-nos a quem disse: “Vinde a mim todos os que estais cansados e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim que sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para as vossas almas”, nosso Senhor Jesus Cristo, que é Deus com o seu Pai na unidade do Espirito Santo, pelos séculos dos séculos. Amém.

Postado por Tereza Neuma Macedo Marques

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Iphan reconhece Lugares Sagrados de Juazeiro do Norte como Patrimônio Cultural do Brasil

A fé que ajudou a construir Juazeiro do Norte acaba de receber um dos maiores reconhecimentos culturais do país. Nessa quarta-feira, 10, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) aprovou o registro dos Lugares Sagrados de Juazeiro do Norte como Patrimônio Imaterial do Brasil. Entre os locais contemplados pelo registro estão a Basílica Santuário Nossa Senhora das Dores, a Capela do Perpétuo Socorro, a Igreja do Bom Jesus do Horto, a Serra do Horto e a Estátua do Padre Cícero, além dos caminhos percorridos pelos romeiros e das expressões culturais associadas às romarias.
A conquista representa um marco histórico para a cidade e para milhões de romeiros que, há mais de um século, mantêm viva a devoção ao Padre Cícero e fazem de Juazeiro do Norte um dos principais destinos de fé e peregrinação da América Latina. O reconhecimento nacional valoriza não apenas os espaços físicos que compõem os Lugares Sagrados, mas também as práticas culturais, as tradições, a memória coletiva e as manifestações de fé que moldaram a identidade do povo juazeirense ao longo das gerações. O trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos, envolveu pesquisadores, representantes da Igreja Católica, da Universidade Regional do Cariri (URCA), do IPHAN, da Prefeitura de Juazeiro do Norte e da comunidade romeira. O processo reuniu pesquisas, estudos, registros históricos e relatos que demonstraram a relevância cultural, social e espiritual desses lugares para o Brasil. Para o secretário de Cultura de Juazeiro do Norte, Renato Wilamis, a decisão representa a consagração de um patrimônio construído pela fé popular. "São espaços que guardam a memória, a devoção e a história de milhões de pessoas que têm no Padre Cícero uma referência de fé. Esse reconhecimento assegura a preservação desses lugares e reforça sua importância para a formação da identidade cultural de Juazeiro do Norte e do Brasil", destaca. Além de fortalecer as ações de preservação e salvaguarda, o reconhecimento amplia a visibilidade nacional dos Lugares Sagrados e fortalece o turismo religioso, atividade fundamental para a economia local, gerando emprego, renda e oportunidades para milhares de famílias. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Romaria (SEDETUR), Wilson Soares, ressalta o significado da conquista para a cidade e para os romeiros. "Esta é uma conquista histórica construída por muitas mãos. O reconhecimento do IPHAN confirma aquilo que os romeiros já sabem há décadas: Juazeiro do Norte é um território sagrado de fé, esperança e devoção. É um patrimônio que pertence ao Brasil e que agora passa a contar com o reconhecimento oficial da sua importância cultural", afirma. fonnte:diariodonordeste.com

segunda-feira, 8 de junho de 2026

                                   

Santuário São Francisco das Chagas 

COMUNICADO

“Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá”. (Jo 11: 25-26)

Com profundo pesar, comunicamos o falecimento de nosso querido Frei Raimundo Barbosa Filho, OFMCap, ocorrido na tarde deste dia 08 de junho às 14h40.

Frei Barbosa foi religioso e sacerdote que dedicou grande parte de sua vida ao serviço do Evangelho, da Igreja e do povo de Deus.

Durante seu longo e fecundo ministério sacerdotal, exerceu sua missão com amor, simplicidade e espírito franciscano, tornando-se presença acolhedora e fraterna para todos que dele se aproximavam. Seu sacerdócio foi marcado pela dedicação aos mais humildes, pela escuta atenta e pelo compromisso incansável com a evangelização.

Destacou-se, de modo especial, por sua proximidade com os romeiros, acolhendo-os com carinho, respeito e zelo pastoral. Foi um grande incentivador e apoiador das romarias, reconhecendo nelas uma profunda expressão da fé popular. Com coração de pastor, acompanhou gerações de peregrinos, fortalecendo sua caminhada de fé e contribuindo para que as romarias fossem vividas como verdadeiros momentos de encontro com Deus.

Seu legado permanecerá vivo na memória dos confrades, dos romeiros, das comunidades e de todos aqueles que tiveram a graça de partilhar de sua amizade, orientação e testemunho cristão.

Neste momento de dor, elevamos nossas orações ao Senhor da Vida, agradecendo pelo dom de sua existência e de seu ministério sacerdotal. Confiantes na Ressurreição, pedimos que Deus e a Mãe do Perpétuo Socorro o acolha em sua morada eterna e lhe conceda a recompensa reservada aos servos fiéis.

Descanse em paz, Frei Barbosa. Sua missão continua fecundando a vida da Igreja e o coração dos romeiros que tanto amou e serviu.

Frei Deusimar de Souza Silva, OFMCap

Pároco / Guardião

Fonte: Santuário São Francisco das Chagas

Postado por Tereza Neuma Macedo Marques

sábado, 6 de junho de 2026

 

DÉCIMO DOMINGO DO TEMPO COMUM

Texto bíblico: Mt 9, 9 – 13

Data: 7 de junho

Dom Samuel Dantas, OSB

Um homem sentado na coletoria de impostos chamado por Cristo para segui-lo? A época em que isto se deu a função de coletor de impostos era desprezível. Um homem cuja reputação entre os seus contemporâneos era péssima por fazer o que fazia chamado pelo Filho de Deus para no futuro redigir sob a ação do Espírito Santo o que hoje, decorridos tantos séculos, ainda lemos e escutamos com fé e respeito? Sim, exatamente isso!

Poderia aquele homem que estava sentado na coletoria de impostos exercendo seu vil ofício imaginar para o que estava sendo chamado e no que se tornaria dali a alguns anos quando Cristo lhe disse: “Segue-me?”  (Mt 9, 9)

Esta passagem bíblica deste domingo dá-nos ocasião de contemplar, maravilhados, as escolhas de Deus, não raro tão difíceis de compreender quanto o próprio Deus, e além disso, bem diferentes das nossas!

Entre os que conviviam com o futuro evangelista, haveria um só pelo menos, que o admirasse e por ele tivesse algum tipo de consideração? Em razão do odioso cargo que exercia a resposta quase certa é que provavelmente não! Não se deve também descartar a possibilidade de que até entre os seus fosse ele desprezado e tido em pouca conta! Qual homem, pois, olhando apenas para o que ele fazia regularmente, o teria escolhido para o cumprimento de uma altíssima missão, a qual consistiria em redigir um documento que na sucessão dos séculos futuros seria não apenas lido por milhões de cristãos, mas ainda amplamente comentado por insignes doutores? Provavelmente nenhum!

Deus, todavia, cujo olhar penetra onde o nosso não alcança, pondo nele o seu olhar mais penetrante que o brilho do sol, disse-lhe: “segue-me!”

Mais uma vez cumpre-nos admirar, sem pretender escrutar, as incompreensíveis obras do altíssimo, o qual aliás, dissera bem antes pela boca de um dos seus profetas: “Meus pensamentos não são os vossos pensamentos e os meus caminhos não são os vossos caminhos”.

Para formar o povo de Israel Deus escolheu Abraão que não o conhecia; para salvar Jacó e seus descendentes escolheu José, o segundo mais novo de seu pai; para libertar o povo de Israel do cativeiro do Egito enviou Moisés que não era um perito na arte de falar; para ser o maior rei de Israel foi escolhido o filho mais novo da casa de Jessé; como primeiro rei de Israel foi escolhido Saul, membro da tribo de Benjamim, uma das menores dentre as tribos de Israel; como primeiro pastor supremo da Igreja universal foi escolhido um humilde pescador; como o maior pregador de todos os tempos escolheu quem dantes tinha sido perseguidor de Cristo e dos cristãos.

Eis porque é verdade que “o que é loucura no mundo, Deus o escolheu para confundir os sábios; o que é fraco no mundo Deus o escolheu para confundir o que é forte: aquilo que no mundo é vil e desprezado, aquilo que não é, Deus o escolheu para reduzir a nada aquilo que é.” (1Cor 1, 27 e 28)

Depois de termos admirados a escolha do homem-Deus, admiremos agora a humildade do homem escolhido, que aliás, contrasta radicalmente com a soberba luciferiana do homem do nosso tempo. Ao relatar seu chamado, poderia ter escrito: ao passar Jesus me viu e me chamou. No entanto, cônscio de que não merecera ser chamado, mas fora escolhido por um ato de misericórdia inteiramente gratuita, limitou-se a escrever que Jesus vira um homem chamado Mateus e o chamara para que, deixando tudo, o seguisse.

Se aquele homem tivesse ficado onde estava quando foi chamado, se tivesse preferido permanecer um cobrador de impostos, jamais teria se tornado o apóstolo e evangelista Mateus. Antes de ser chamado Mateus era treva, mas depois tornou-se luz, era cego e depois passou a enxergar, era pobre dos dons divinos e depois tornou-se repleto deles, estava doente, mas com o chamado, recebeu o dom da saúde, que antes não tinha, pelo menos a da alma.

Conta-nos o mesmo evangelista que Jesus disse ainda depois de o ter chamado: “Não são os que tem saúde que precisam de médico, mas os doentes”.

Perdoai-me, ó Senhor, mas eu ouso respeitosamente discordar de vós. Quem tem saúde também precisa de médico para não ficar doente. Se por um só momento vós deixardes de assistir quem agora por mercê vossa está são, voltará a ficar doente. Excluindo, vós e vossa santíssima mãe, todos estamos doentes de alguma coisa e não há debaixo do céu hoje como não houve no passado nem haverá no futuro quem não necessite de vós para ser curado de alguma coisa.

 Postado por Tereza Neuma Macedo Marques

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Posse Canônica do Padre Marcus Dantas na Paróquia do Menino Jesus de Praga em Juazeiro do Norte

           



Na noite de ontem, dia 02 de junho, aconteceu a posse do no novo Pároco na Paróquia Menino Jesus de Praga em Juazeiro do Norte. Com a presença de Dom Magnus Henrique, Bispo da Diocese do Crato, e de muitos padres das comunidades vizinhas. 
Ao padre Marcus Dantas, a nossa saudação e que sua missão como Apóstolo de Cristo seja coroada de êxito. 

Fotos: Genoveva

Fotos: pmjpnovapascom

                                     Postado por Tereza Neuma Macedo Marques