terça-feira, 30 de junho de 2026
sábado, 27 de junho de 2026
LAMPIÃO E SUA FALSA PATENTE DE CAPITÃO - Daniel Walker (2ª
Edição - 260 páginas)
VALOR: R$ 80,00 com frete incluso.
VENDAS: (88) 99685-5084
RESUMO:
O ano de 2026 marca o centenário da passagem de Lampião por
Juazeiro do Norte, um dos episódios mais debatidos da história do cangaço e
também da trajetória do Padre Cícero Romão Batista e do Dr. Floro Bartolomeu.
O que estava por trás da oferta da patente de capitão?
A promessa feita a Lampião poderia realmente ser cumprida?
Qual foi o verdadeiro papel desempenhado pelo Padre Cícero
nesse episódio?
Essas e muitas outras questões continuam despertando debates
entre pesquisadores e admiradores da história nordestina.
Foi sobre esse acontecimento que o renomado pesquisador
Daniel Walker se debruçou durante anos, resultando em uma obra lançada
originalmente em 2019, em tiragem extremamente reduzida de apenas 80
exemplares. Trata-se do último livro publicado pelo autor.
Agora, por ocasião do centenário da visita de Lampião a
Juazeiro do Norte, a Ladrilhos Editora tem a satisfação de apresentar ao
público a 2ª edição revista e ampliada de uma das mais instigantes pesquisas já
produzidas sobre o tema.
Uma leitura indispensável para quem deseja compreender, para
além dos mitos e das versões consagradas, os bastidores de um dos episódios
mais marcantes da história do Nordeste.
Postado por Tereza Neuma Macedo Marques
segunda-feira, 22 de junho de 2026
Dona Vilani, a artesã que confecciona bonecos grandes no bairro Tiradentes
A minha
gatinha Princesa, que era de rua e adotei-a depois que foi atropelada. Cuidei
dela durante vários dias tentando adaptá-la ao ambiente saudável e aconchegante
da Vivenda do Amor, pra que convivesse
com seus outros irmãos. Zuzu, a mais velha, em janeiro fez 7 anos que é
moradora da Vivenda do Amor. Mill, o macho, encontrei-o debaixo de um banco na
Praça da Alegria, no Novo Juazeiro. A gatinha mignon, Sininho, adotei-a em um domingo
de adoção no Shopping e a Doçura também. A Princesa apresentou falta de
apetite, nada despertava a sua vontade de comer. Levamos pra Clínica
veterinária, sendo atendida pela médica veterinária, dra. Rebeca. Alguns exames
foram feitos, ultrassom, exames laboratoriais pra descobrir a causa desse
fastio, mas nada de melhora. Junto com Inês, minha secretária, usávamos uma
seringa com água ou papinha. E nada. Inês, então sugeriu, d. Neuma vamos levar
Princesa pra d. Vilani rezar, é a senhorinha que lhe falei que confecciona
bonecos grandes, assim a senhora vai conhecê-la. E assim nos dirigimos pra Rua
Martiniano Sampaio, no bairro Tiradentes, para que d. Vilani rezasse nela.
Paramos o carro, descemos tirei do carro a gaiola com Princesa e fui
apresentada a uma senhora baixinha, simpática e muito gentil. Falei que tinha
interesse em conhecê-la e os seus bonecos. Entramos na casa, mandou que
sentássemos e perguntou o que minha gatinha tinha, expliquei que há alguns dias
que não tomava água e nem se alimentava. Depois que rezou conversei sobre sua
vida, das amizades que tem com os vizinhos; dos animais de rua que alimenta e
cuida; do café que prepara para os garis nos dias que recolhem o lixo. E fora...
a boa risada que estrondou quando prosamos. Contou que frequentava muito a
Paróquia do Menino Jesus de Praga, mas as suas pernas cansadas já não a deixam ir,
e também uma hérnia que a incomoda bastante. Agradeci pela oração e nos
despedimos dela. Então pensei, vou escrever sobre a história dessa pessoa, humilde,
mas de coração enorme. Que se preocupa com o próximo, com os animais de rua, muito
amada pelos seus vizinhos e que nos ensina o poder da solidariedade.
Ela
mencionou uma revista que tinha sido entrevistada, e à pessoa que tinha dado a
revista, por sinal minha amiga, Tereza Maria. No outro dia quando a encontrei
na Igreja, falei da revista e a pedi emprestada.
A Revista faz parte do projeto Memórias Kariri, vinculado ao curso de jornalismo e que foi editada no ano de 2019. Um excelente trabalho que destaca a nossa cultura, a nossa gente.
sábado, 20 de junho de 2026
Tragédia na cidade de Tauá que vitimou sete atletas do basquete Juazeirense
A Prefeitura
de Juazeiro do Norte manifestou profundo pesar pelo infausto acontecimento, decretando luto por três dias pela morte dos jovens atletas.
DÉCIMO
SEGUNDO DOMINGO DO TEMPO COMUM
Texto bíblico: Mt cap.
10, versos 26 a 33.
Data: 21 de junho
Dom Samuel Dantas, OSB
Há
uma coisa que todos deveríamos temer, mas nem todos a temem. Que coisa seja
essa no-lo diz Jesus neste domingo e no-lo lembra a Igreja a quem o Senhor
Jesus encarregou de nos nutrir para a salvação por meio da palavra revelada.
“Temei
muito mais, diz nosso Senhor, aquele que pode fazer perecer alma e corpo no
inferno”, depois de nos ter dito que não precisamos temer aqueles que matam o
corpo, mas não podem matar a alma”. (Mt 10, 28)
Um
dos males que há neste mundo cego é sem dúvida alguma, este: teme-se o que não
se deveria temer e não se teme aquilo que deveria nos inspirar um santo e
salutar temor. Há quem tema os homens e o que estes podem fazer, mas muito mais
se deve temer aquele que pode fazer perecer a alma e o corpo no inferno. Quem
isto pode fazer claro está, que é Deus, a quem não podemos deixar de temer.
Esta
palavra dita por nosso Senhor e salvador, pode todavia, suscitar no leitor
desatento e desprevenido uma certa dificuldade não pequena, a qual consiste no
seguinte: se a suprema e eterna verdade disse expressamente que aqueles que
matam o corpo não podem matar a alma (por ser ela imortal) como diz depois que
a alma pode perecer? Não são apenas os homens que não podem matar a alma! O próprio Deus que a infunde no corpo não o
pode fazer, visto ser ela dotada de imortalidade, que aliás foi-lhe dada pelo
mesmo Deus ao cria-la. Neste caso, de que morte da alma falava o Senhor? A que
espécie de morte estava ele se referindo, quando estas palavras, pronunciou? A
solução desta aparente dificuldade encontramo-la no livro do Apocalipse. Aí se
lê que há uma segunda morte, bem diversa da primeira, pela qual todos hão de passar,
e muito mais terrível que ela.
A
primeira morte, como se sabe, ocorre quando a alma abandona o corpo,
consistindo a morte justamente nisso, a saber, na separação entre alma e corpo.
A segunda, e esta é a que se deve temer, muito mais terrível que a primeira,
consiste na separação eterna e definitiva de Deus, no caso de a alma se
condenar.
Quando
Jesus falou do perecimento da alma e do corpo no inferno era a esta última
morte que se estava referindo. Assim como um ser humano formado de um corpo
perecível e de uma alma imortal morre para o mundo quando sua alma imortal
deixa seu corpo perecível, morre definitivamente para Deus se morre rompido com
ele, isto é, em pecado grave.
Dos
homens não precisamos ter medo porque o máximo que nos podem fazer é privar-nos
desta vida mortal, o que, bem considerado e pensado não é coisa para se
lamentar, especialmente nestes difíceis tempos que atravessamos. Disse alguém
certa vez que “só teme morrer quem ainda não compreendeu direito o que é viver”
e em todos os tempos houve em vários povos a convicção de que a vida inspira
muito mais medo do que a morte.
A
Deus devemos ama-lo porque é Pai misericordioso. Não nos esqueçamos, todavia,
de que devemos também temê-lo, visto que é juiz. Temamo-lo, pois, porque a
Escritura diz-nos que ele é um fogo abrasador (Hb 12, 29) e que é terrível cair
nas mãos do Deus vivo. É bom pensarmos no que o próprio cordeiro de Deus, manso
e humilde de coração nos diz no Apocalipse: “Eis que eu venho em breve e trago
comigo a minha recompensa para pagar a cada um segundo as suas obras”. (Ap, 22,
12)
Postado por Tereza Neuma Macedo Marques
sábado, 13 de junho de 2026
DÉCIMO PRIMEIRO DOMINGO DO TEMPO COMUM
Texto proposto: Mt, cap.
9, 36 - 10, 8.
Data: 14 de junho
Dom Samuel Dantas, OSB
O santo evangelista Mateus refere que o Senhor Jesus “vendo as multidões, tomou-se de compaixão por elas, porque estavam exaustas e prostradas, como ovelhas sem pastor.” (Mt, cap. 9, verso 36)
Em que as multidões do tempo de Jesus diferem das de hoje? Não será que as multidões de hoje são exatamente aquelas do passado com o agravante, porém que as de agora vivem e penam em tempos incomparavelmente mais tenebrosos e lamentáveis do que as que viveram no tempo do Senhor Jesus? É certo que as multidões de hoje padecem dos mesmos males dos quais padeciam as que viveram na época do salvador e de outros que são próprios destes dias! Foi para estas multidões que o Senhor lançou um olhar cheio de compaixão.
As
multidões de hoje também elas estão exaustas e prostradas! Exaustas de que,
pergunto-me a mim mesmo!
Haverá
atualmente neste mundo louco, confuso e perturbado em que vivemos um único ser
humano em algum privilegiado lugar que não esteja se sentindo por um ou mais
motivos exausto e prostrado? Podemos disso nos certificar quando eventualmente
conversamos com qualquer pessoa. Independentemente da classe social a que
pertença, da profissão que exerça, do quanto ganhe e do lugar em que
resida, suas palavras deixam entrever
que estamos diante de um pobre ser humano exausto, prostrado, como uma pobre
ovelha desviada que não tem quem a guie por um caminho bom e reto. Fulano está
exausto do trabalho, sicrano de sua família cheia de problemas, um está exausto
disto e outro daquilo e não falta quem esteja exausto até de si mesmo, de sua
vidinha limitada e vazia e não raro sem sentido, do mundo em trevas onde de
arrasta sem outra perspectiva que não seja comer, dormir, trabalhar fazendo sempre a mesma coisa e
divertir-se, quando o dinheiro contado
permite!
No
fundo, estamos todos cansados por alguma razão da qual nem sempre se tem
perfeita consciência e há milhões por aí que não conseguem descansar sequer
quando estão descansando!
Bem
antes que o Senhor Jesus manifestasse compaixão por estas ovelhas sem pastor,
das quais o mundo atual está cheio, ouçamos o que Deus dissera sobre multidões
em semelhante situação noutros tempos!
“Nós
todos como ovelhas éramos errantes”. (Is 53, 6) “Ovelhas desgarradas, eis o que
meu povo se tornou”(Jr 50, 6) “Meu rebanho se extraviou por todos os montes,
meu rebanho dispersou-se”(Ez 34, 6)
E
haverá descanso para os cansados? Nesta vida, toda ela uma corrida acelerada
para a morte da qual ninguém escapa, onde encontrar um lugar seguro em que se
possa descansar e restabelecer as forças gastas nas lides diárias? Em casa? Mas
em casa há trabalho! Viajando? Mas viajar também cansa! Numa pousada de luxo?
Mas de que adianta, se aquilo que as vezes nos cansa – nós mesmos e o que temos
dentro de nós – nunca nos abandona?
Compare-se
o tempo de descanso com o tempo de trabalho e ver-se-á que mais cansamos do que
descansamos!
O
ser humano descansa para tornar a cansar-se! cruel e trágico destino de todos
os que vivemos neste mundo! Há, pois, alguma esperança? Há um modo de não
fazermos parte de multidões cansadas e exaustas que não tem pastor? Sim! Se estamos
cansados, acheguemo-nos a quem disse: “Vinde a mim todos os que estais cansados
e eu vos darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim que sou
manso e humilde de coração e encontrareis descanso para as vossas almas”, nosso
Senhor Jesus Cristo, que é Deus com o seu Pai na unidade do Espirito Santo,
pelos séculos dos séculos. Amém.
Postado por Tereza Neuma Macedo Marques








