sábado, 16 de maio de 2026

       

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DOMINGO DA ASCENSÃO DO SENHOR JESUS

Texto bíblico: Mt 28, 16 – 20

Data: 17 de maio

Dom Samuel Dantas, OSB

“Tu subiste as alturas...” (Salmo 67, verso 19)

Estas misteriosas palavras deste Salmo, aplicá-las-emos a quem? A quem elas convêm propriamente? A Deus? Mas como poderia subir as alturas aquele que lá sempre esteve? Em outro Salmo leem-se estas palavras: “O Senhor subiu aos céus; subiu ao toque da trombeta”. (Salmo 46, versículo 6)

Estas duas passagens sálmicas aplicam-se admiravelmente ao mistério que a Igreja neste domingo solenemente celebra! A Deus, elas, não convém, porque estando ele acima de tudo não pode subir, mas convém ao homem-Deus, nosso Senhor Jesus Cristo, e é ao mistério de sua gloriosa Ascensão que podem ser aplicadas!

Antes que nosso Senhor subisse aos céus, bom é que se diga, outros dois subiram antes dele, um dos quais foi o profeta Elias, acerca de cuja subida lemos no segundo livro dos Reis: “Elias subiu aos céus”. (2Rs, cap. 2, versículo 11) O mesmo é-nos dito na carta aos Hebreus sobre Henoc: “Deus o levara: antes de ser arrebatado, recebera o testemunho de que agradara a Deus”. (Hb 11, 5)

Antes de se encarnar, o Filho único e eterno do Pai, que desde sempre estava em seu seio, não podia subir, pois para onde subiria quem desde sempre existe? Não podendo, pois, subir, podia, todavia, descer, e foi o que fez. “O Verbo se fez carne” (Jo 1, 14), isto é, desceu.

De onde sempre esteve junto do Pai e do Espírito, veio até nós para que pudéssemos subir até ele!  Visto que não nos era possível chegar onde ele estava antes de se encarnar no seio de Maria, veio em sua misericordiosa condescendência até esta região sombria de morte e dor ao nosso encontro para nos socorrer, afim de que nele e por ele pudéssemos nós subir

Quando Jesus Cristo subiu as alturas como verdadeiro homem, levou consigo a nossa frágil natureza que ele assumira para redimi-la e eleva-la. Ao subir para o céu, levou a carne que sofrera na paixão e que fora glorificada por ocasião de sua ressurreição dentre os mortos.

Tanto em São Lucas quanto em São Marcos encontramos um testemunho claríssimo sobre este augusto mistério de fé que hoje estamos celebrando em solene liturgia. Em São Marcos: “O Senhor Jesus, depois de lhes ter falado, foi arrebatado ao céu e sentou-se a direita de Deus”. (Mc 16, 19) Em São Lucas: “Ora, enquanto os abençoava, Jesus se apartou deles, sendo arrebatado ao céu”. (Lc 24, 51) São Paulo igualmente dá testemunho do fato em sua epístola aos Efésios: “Ele subiu! Aquele que desceu é também o que subiu mais alto que todos os céus”. (Ef 4, 9 e 10)

Quem foi que desceu? O Filho eterno do Pai ainda não homem verdadeiro! Quem subiu? O mesmo filho, só que agora feito homem! Quem desceu sem a carne, ao subir levou-a consigo, dando-nos a certeza de que é possível acessar o céu caso queiramos! Subir ao céu! Eis o que devemos desejar antes de tudo, mais que tudo e acima de tudo!

“A maior das festas, diz-nos Santo Epifânio, é aquela diante da qual todo discurso nada mais é do que um simples balbucio. Hoje jorra uma torrente de delícias e tudo se enche de alegria”. Santo Agostinho assim nos exorta: “Hoje Cristo subiu ao céu: suba também com ele o nosso coração”.

Cristão, no-lo diz São Bernardo em um dos seus magníficos sermões, “se queres subir, tens que descer. Pois está prescrito como uma lei imutável: todo aquele que se eleva será humilhado e quem se humilha será elevado”. (Lc 14, 11)

Há apenas um meio de subir que é rebaixar-se! O exemplo nós o temos em Cristo, de quem lemos na carta de Paulo apóstolo aos Filipenses que “humilhou-se, tornando-se obediente até a morte e morte de Cruz”. E o que se seguiu daí? “Deus o exaltou”. Assim, o que sendo grande fez-se pequeno, exalta os que se humilham e rebaixa os que se exaltam.

Postado por Tereza Neuma Macedo Marques

sexta-feira, 15 de maio de 2026

                            

PATRIMÔNIO | O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional abriu consulta pública para o registro dos Lugares Sagrados de Juazeiro do Norte como Patrimônio Cultural brasileiro.

A proposta reconhece espaços ligados à história de Padre Cícero e ao chamado Milagre de Juazeiro, acontecimentos que ajudaram a consolidar o município como um dos principais centros de peregrinação do país.

A população pode participar enviando opiniões, relatos e sugestões até 6 de junho de 2026. A consulta permite que romeiros, moradores e estudiosos contribuam para o reconhecimento oficial desses locais como patrimônio nacional.

📌Como participar:

• Por e-mail: [conselho.consultivo@iphan.gov.br](mailto:conselho.consultivo@iphan.gov.br)

• Pelo portal do Governo Federal:

[Protocolo digital do IPHAN](https://www.gov.br/.../protocolizar-documentos-ao...)

📄Consulta ao registro:

[Livro de Registro de Lugares do IPHAN](https://bcr.iphan.gov.br/bem-cultural-...)

Após o prazo, o conselho analisará as contribuições para decidir sobre a inscrição definitiva dos Lugares Sagrados no Livro de Registro de Lugares.

#JuazeiroDoNorte #IPHAN #PadreCícero #PatrimônioCultural #Cariri

Vamos Votar!

Giro Cariri Texto e foto

Publicado por Tereza Neuma Macedo Marques

sábado, 9 de maio de 2026

                          


SEXTO DOMINGO DO TEMPO PASCAL

                                                  Texto bíblico: Jo 14, 15 – 21

                                                  Data: 10 de maio

                                                  Dom Samuel Dantas, OSB  

“Um outro Paráclito, o Espírito da Verdade”. Foi a um Espírito bem específico que nosso Salvador se referiu ao pronunciar estas palavras. Não estava por certo se referindo aquele espírito do qual São Paulo escreveu: “que todo vosso ser, espírito, alma e corpo sejam guardados irrepreensíveis”. Este “outro Paráclito”, o Espírito da Verdade, que este mundo ignora, é o Espírito Santo, a quem adoramos como Deus e cuja majestade divina a Igreja professa no Credo.

Este outro Paráclito é aquele do qual se lê logo na abertura do Livro do Gênesis: “No princípio o Espírito de Deus pairava sobre as águas”. Era a esse Espírito que se referia o rei Davi quando escreveu: Ó Senhor, não retireis de mim o vosso Santo Espírito”.

 Por obra deste divino Paráclito os profetas falaram, o “Verbo se fez carne” no seio de Maria e a Igreja permanece de pé, prosseguindo sua marcha triunfal através dos séculos.

Este Espírito “tudo sonda, até as profundezas de Deus”. (1Cor 2, 10); Ele, “enche a terra e contendo o universo tem conhecimento de cada som” (Sb 1,7).

Este Espírito é criador, conforme o proclamou o santo varão Jó com as seguintes palavras: “O Espírito de Deus me criou, o Espírito do poderoso me faz viver”. (Jo 33, 4) Deste Espírito disse o salmista: “Envias o teu Espírito e são criados e renovas a superfície do solo”. (Salmo 104, 30) Que este Espírito seja eterno lemos na carta aos Hebreus: “Cristo, pelo Espírito eterno se ofereceu a Deus como vítima sem mancha”. (Hb 9, 14) Se o Espírito é eterno, só pode ser Deus, pois apenas Deus é eterno e mais nada!

Não fosse Deus este Espírito e Jesus não teria dito: “batizai a todos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.” Não fosse ele Deus não poderia Jesus ter dito que quem blasfemasse contra ele não seria jamais perdoado nem neste mundo nem no futuro.

Por fim, que o Espírito Santo seja um ser pessoal, exatamente como o Pai e o Filho dos quais procede como o amor entre ambos, é o que lemos claramente em Atos 10, 19: “O Espírito lhe disse: “aí estão dois homens que te procuram” e em Atos 8, 29: “O Espírito disse a Filipe: adianta-te e alcança aquele carro”, e ainda em Atos 13, 2: “O Espírito Santo disse: “Reservai-me Barnabé e Saulo, em vista da obra, para a qual eu os destino”.

Jesus o comunicou aos apóstolos após ter ressuscitado dos mortos e o derramou profusamente sobre eles após sua Ascensão. Disse o Senhor Jesus ainda sobre ele: “eu enviarei o Espírito da Verdade que procede do Pai”. (Jo 15, 26) e:  “quando vier o Espírito da verdade ele vos conduzirá a verdade plena”. (Jo 16, 13) a qual é Cristo. O Espírito da Verdade conduz ao Verbo da verdade!

Este Espírito que se opõe ao espírito do mundo e do erro “atesta ao nosso espírito que somos filhos de Deus e seus herdeiros”. (Rm 8, 16) e “concede a cada um diversos dons pessoais segundo sua vontade”(1Cor 12, 11)

“Ó Espírito do Pai e do Filho, vós que já no princípio pairáveis sobre as águas, vós que admiravelmente fecundastes o casto seio de uma virgem para que nele o Filho único de Deus se tornasse filho do homem, vós que estivestes sobre o messias prometido a Israel, vós que descestes sobre o Cristo batizado no Rio Jordão em forma de pomba, vós que descestes sobre os Apóstolos no dia de Pentecostes dando nascimento a Igreja,  e habilitando-os para o cumprimento de sua árdua missão, vinde, vos pedimos com fé humilde, habitar em nós para que observemos os mandamentos divinos e assim fazendo nos santifiquemos e salvemos. Habitai ó Santo Espírito em nós para que possamos andar convosco e por vós ser guiados até a celestial pátria, onde vos veremos sem véus, a vós que sois Deus com o Pai e o Filho, reinando com eles agora e para sempre. Amém.

Postado por Tereza Neuma Macedo Marques

terça-feira, 5 de maio de 2026

 1° Ano do Apostolado de Santa Terezinha do Menino Jesus

No dia 01 de maio de 2025, foi implantado na Paróquia do Menino Jesus de Praga, em Juazeiro do Norte, o Apostolado de Santa Teresinha do Menino Jesus. Graças ao empenho do nosso Pároco, padre Ailton Araruna e das missionárias que desde o ano de 2009 visitavam às famílias e rezavam a novena em honra da Santinha das Rosas. Foi assim, na Missa de 6:30h, que 15 mulheres, chamadas de missionárias receberam a fita e a a imagem visitar famílias. No mês de outubro foram entregues mais 10 imagens peregrinas. totalizando 25 membros. Nisso foram visitadas 240 famílias.

Queremos agradecer a dedicação do Padre Ailton Araruna, que idealizou esse apostolado.

O Apostolado apresenta a devoção a Santa Terezinha do Menino Jesus, que com sua humildade e pequenez faz com que a novena e a palavra de Deus, cheguem a todas as famílias.

Pois nada é pequeno se feito com amor!  


                                            









Fotos de Genoveva

Texto de Denise

Postado por Tereza Neuma Macedo Marques













                                                                                                                       

 

sábado, 25 de abril de 2026

 

QUARTO DOMINGO DO TEMPO PASCAL

                                                                                                  Texto bíblico: Jo 10, 1 – 10

                                                                                                   Data: 26 de abril

 Diz-nos Jesus neste domingo que ele é a porta e quem por esta porta passar será salvo. Ser salvo, salvar-se!  Eis no final das contas a única coisa que verdadeiramente importa e comparado com isso todo o resto não passa afinal de inútil brincadeira de criança.

Todo ser humano tem diante de si dois caminhos radicalmente opostos, um dos quais conduz a salvação e o outro a eterna perdição. Em um extremo temos o Cristo que nos diz: “eu sou a porta, quem entrar por mim será salvo” e no outro aquele que foi chamado pelo mesmo Cristo o mentiroso desde o princípio, e que enganou nossos pais com uma mentira, precipitando-os das alturas em que se achavam no horrendo abismo da morte.

De um lado temos aquele que hoje nos diz ter vindo para que tivéssemos a vida em abundância, e de outro o que só veio para matar, roubar e destruir. Temos, pois, diante de nós a verdade e o grande mentiroso, a luz e as trevas, e é preciso escolher já e agora entre um e outro, não sendo lícito nem permitido a nenhum mortal ficar em cima do muro.

Em todo trecho deste domingo o Senhor apresenta ora o pérfido ladrão e assaltante sanguinário que não entra pela porta no redil das ovelhas, o qual é o diabo, a antiga serpente, ora o pastor que entra pela porta, o qual é ele em pessoa. Disse Jesus que os que vieram antes dele eram ladrões e assaltantes, ao que poder-se-ia acrescentar que nestes infaustos e tenebrosos dias que correm há também, e oxalá que não fossem poucos, pessoas assim, talvez muito piores do que aqueles que viveram no tempo do Senhor Jesus. Muitos, que hoje já tem matado, roubado e levado muitos a perdição e a grande prova de que assim é, temo-la no estado caótico e degradado do mundo atual. Não é acaso indiscutível e incontestável verdade que por toda parte vemos ou somos informados de mortes e roubos?  E também não é menos verdade que há uma multidão de perdidos que não sabe nem de onde vem nem tampouco para onde vai?

Na Escritura lemos que somente em Cristo há salvação, porque “não existe debaixo dos céus nenhum outro nome dado aos homens pelo qual importa que devamos ser salvos”. Só passando por esta porta salvítica a que é Cristo, o ser humano se salva da perdição eterna; somente por Cristo se tem acesso ao Pai eterno; só a graça de Cristo liberta o homem da tenebrosa escravidão do pecado; só a poderosa palavra de Cristo ilumina o homem, dando-lhe a conhecer para o que e para quem foi criado; enfim, só Cristo e mais ninguém salva o ser humano da eterna condenação. Fora dele não há outro caminho nem outra porta. Pode-se até passar por uma porta que não seja ele, mas não se vai chegar onde se quer; pode-se optar por trilhar um caminho que não seja o único e verdadeiro caminho, mas no fim encontrar-se-á algo totalmente diverso do que se estava procurando.

Ninguém em sã consciência quer ser roubado, morto e menos ainda perder-se, mas a depender da voz que se ouça, do caminho que se siga e da porta pela qual se entre é precisamente isso que poderá vir a acontecer. Entre, pois a porta das ovelhas e o que só veio para matar, roubar e destruir não há nem o que pensar... “Escolhe, pois, a vida para que vivas”, lemos na Escritura, e que aqui vem bem a propósito. Não façamos, pois, pouco caso da nossa salvação, pois se nos salvarmos está tudo ganho, mas se ao invés, nos, perdermos, está tudo perdido e perdido para sempre, irremediavelmente perdido!

Texto de Dom Samuel Dantas,

Publicado por Tereza Neuma Macedo Marques

quarta-feira, 15 de abril de 2026

 


 Juazeiro lembra hoje 15 anos da morte do paisagista e decorador Fidel Castro Tenório

     Como forma de homenagem póstuma, esse veículo de comunicação lembra exatos 15 anos da morte do decorador Fidel Castro, que transcorre nesta quarta-feira. José Fidel Castro Tenório nasceu no dia 28 de agosto de 1960 em Assaré e morreu aos 50 anos no dia 15 de abril de 2011 em Juazeiro. Conhecido paisagista, artista plástico e decorador, ele faleceu no Hospital Santo Inácio por conta da falência múltipla dos órgãos tendo sido sepultado no Cemitério do Socorro.

      No dia da morte, sua mãe e comerciante Antonia Tenório de Oliveira (falecida em 2022) estava completando 72 anos. Os parabéns tinham acabado de ser cantados quando o hospital ligou informando sobre a morte de Fidel Castro. Ele foi bancário no Bradesco e funcionário público da Prefeitura de Juazeiro, sendo responsável pelas decorações natalinas no município, campanhas de arborização de Juazeiro e o cuidado com as praças públicas. 

     Na época da morte de Fidel, o professor e seu amigo particular Daniel Walker (falecido em 2019), fez questão de lembrar o “excelente trabalho” prestado por ele na Matriz de Nossa Senhora das Dores. Como disse, durante o paroquiato do Padre Murilo de Sá Barreto, era o responsável pelas ornamentações dos carros-andores que seguiam à frente nas procissões de Nossa Senhora das Dores e das Candeias. “Era pessoa bastante conceituada nesse ramo profissional”, considerou Walker.

       Eis uma crônica publicada no livro "Lembranças", escrito pela professora Afonsina Cândido de Oliveira (Sinhá), tia do homenageado e sob o título:


 FIDEL CASTRO: UMA VIDA DEDICADA A ARTE

 

    Corria o dia 28 de agosto de 1960 e o relógio já assinalava 21 horas anunciando a proximidade do fim daquele sábado de temperatura elevada. Naquele momento, nascia José Fidel Castro Tenório sob a proteção de Francisco Candido de Oliveira e Antônia Tenório de Oliveira. O Distrito de Aratama localizado na zona rural do município de Assaré estava reunido em torno dos festejos em louvor à São Sebastião, Padroeiro do lugar. 

      Dentro de um casebre daquele povoado ecoava o choro do recém-nascido. Do lado de fora, fogos de artifício, quermesses, leilões, cânticos, orações e a movimentação dos fiéis algo comum nas festas religiosas. A capela era a mesma que exatamente três meses depois recebeu o bebê na sua pia para que o padre Cristiano Coelho procedesse o batismo tendo como seus padrinhos José Firmino e Idelzuite Tenório.

       A criança começou a dar os primeiros passos naquelas plagas do sertão entre Aratama e o Sítio Escondido no município de Potengi, onde ainda hoje reside boa parte dos seus familiares e se constituía no local preferido para suas férias. É que, com a necessidade de uma escolaridade melhor, passou a residir em Juazeiro do Norte, a partir de janeiro de 1961, junto com os pais e o primogênito Adocílio Cândido Tenório. 

      Garoto esperto, já demonstrava a sua inteligência e o espírito de liderança com bastante determinação para as mais diversas tarefas que apareciam pela frente. Verdadeiro construtor de boas amizades, Fidel Castro surgiu como um raio e se especializou com grande destaque na área de decorações e paisagismo tornando-se uma referência em nível estadual. 

     Foram altares, carros andores, praças, ambientes de festas, estabelecimentos comerciais, residências e muito mais sempre com a marca alegre do seu trabalho e sua inteligência. Uma dessas decorações foi a criação do altar para as celebrações dos 150 anos de nascimento do Padre Cícero no dia 24 de março de 1994 em frente à Capela do Socorro. O mesmo foi imortalizado com sua construção em alvenaria rodeando a Praça dos Romeiros em frente à Basílica Menor de Nossa Senhora das Dores.

Texto e foto de Demontieux Tenório, Site Miséria

Postado por Tereza Neuma Macedo Marques 

 

             Juazeiro lembrou ontem dos 10 anos de morte da professora e diretora Dona Quininha Santana

     Como forma de homenagem póstuma, esse veículo de comunicação lembra exatos 10 anos de morte da conhecida educadora “Dona Quininha”, que transcorreu ontem, terça-feira. Joaquina Gonçalves de Santana, nasceu em Juazeiro no dia 1º de janeiro de 1923 e morreu aos 93 anos de idade no dia 14 de abril de 2016. O óbito aconteceu em sua residência na Avenida Floro Bartolomeu da Costa no centro de Juazeiro e o corpo sepultado no Cemitério do Socorro.

     Ela foi professora e diretora do Colégio Salesianos São João Bosco, Ministra da Eucaristia na Basílica Menor de Nossa Senhora das Dores onde aconteceu o seu velório. No magistério, deu grande parcela de contribuição à educação no Cariri, sendo responsável pela formação de muitos sempre com garra, paciência, benevolência e bastante responsabilidade.

      O professor Renato Casimiro, foi um dos seus alunos e grande amigo particular de Dona Quininha. Para ele, ensinar Matemática foi apenas um viés expressivo da vocação da mesma e gosto particular desde os tempos de professora da Escola Normal Rural de Juazeiro. Acrescentou que, na atividade, Dona Quininha sempre se esmerou pela prática exemplar de organização, boa didática e dedicação. Era irmã do Professor Santana, que foi Secretário de Educação em Juazeiro e morreu aos 58 anos em Minas Gerais.

Texto e foto de Demontieux Tenório

Postado por Tereza Neuma Macedo Marques