domingo, 31 de maio de 2026
Menina Moça Linda Barbalha- Festa do Pau da Bandeira e Santo Antonio
sábado, 30 de maio de 2026
Texto
bíblico: Jo 3, 16 – 18
Data:
31 de maio
Dom
Samuel Dantas, OSB
Destas palavras ditas por nosso Senhor pode-se
concluir como absolutamente certo que há um Pai a quem o Filho se dirige e que,
portanto, há também um Filho que se dirige ao Pai. Temos, portanto, duas
pessoas claramente distintas uma da outra. Depois destas palavras registradas
no capítulo 17 do Evangelho de são João, leem-se estas outras não menos
significativas: “Que todos sejam um, como tu Pai estás em mim e eu em ti”. (Jo
17, v. 21) Logo, depois lemos: “Para que sejam um como nós somos um. (Jo 17, 22)
Jesus
diz que o Pai está nele e ele no pai, e que ambos, ele e o Pai são um. Ora, se
o pai é Deus, e ele nos diz ser um com o Pai, que havemos de concluir senão que
ele também é Deus, mais precisamente Deus Filho? Voltemos ao início do capítulo
17. “E agora Pai, glorifica-me com a glória que eu tinha junto de ti antes que
o mundo existisse. .(Jo 17, 5) Mais a frente lemos: “pois me amaste desde antes
da fundação do mundo”.
Se
o Filho possuía uma glória antes que o mundo existisse (Jo 17, 5) e se era
amado antes da fundação do mundo, de acordo com o verso 24, isso significa que
existia antes que o mundo fosse criado, do que forçosamente se conclui que era
Deus. Eis pois provada a natureza divina do filho através de suas próprias
palavras. Foi Jesus mesmo quem nos revelou que ele tem a mesma natureza do Pai,
de quem é o Filho único desde toda eternidade.
Como,
pois, apenas a condição divina do Filho e do Espírito foram e são ainda negadas
pelos inimigos da fé ou por aqueles que não a compreenderam direito, recorramos
uma vez mais a autoridade da Sagrada Escritura para a demonstra-las. Nela lemos
que no princípio o Espirito de Deus pairava sobre as águas, o qual só pode ser
o Espírito Santo. Se estava no princípio, quem vacilará em admitir e crer que é
Deus? Sobre o Filho, que no início do Evangelho de João, é chamado de Verbo,
lemos que era no princípio, assim como o Espírito, e que ademais disso, que era
Deus. É evidente pois, que na Escritura
há o Pai, o Filho e o Espírito Santo, e que os três, embora pessoalmente
distintos um do outro, são Deus. Ensinando, pois, claramente a Bíblia que há um
só Deus, não pode a fé verdadeira e a sã doutrina admitir a existência de três
deuses, o que vai contra a sã doutrina. Este Deus único a quem unicamente se
deve adorar louvar e glorificar, este Deus que no princípio criou o céu e a
terra, este Deus que tudo dispôs com medida, número e peso, este Deus cuja
providência jamais falha, é o Pai, o Filho por ele gerado desde sempre e o
Espírito do Pai e do Filho que desde sempre procede de ambos. Eis aí o máximo
mistério da fé que professamos e perante o qual cumpre que nos prostremos em
atitude de humilde adoração. Que ninguém tenha, pois, a pretensão de o
compreender, pois se tal fosse possível, Deus já não seria mais Deus. Não
podendo, pois compreender o que nos foi revelado pela vinda do Filho e a efusão
do Espírito Santo creiamos, certos de que Deus, sendo a verdade suprema não poderia
jamais se enganar nem nos enganar.
Postado por Tereza Neuma Macedo Marques
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quinta-feira, 28 de maio de 2026
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domingo, 24 de maio de 2026
SOLENIDADE DE PENTECOSTES
Texto bíblico: Jo 20, 19
– 23
Data: 24 de maio
Dom
Samuel Dantas, OSB
Ó,
Santo Espírito do eterno Pai e do eterno Filho, dos quais procedeis como eterno
amor que aos dois unis numa comunhão de amor eterno e infinita, recebei neste
domingo solene que vos é todo consagrado, todas as honras e ações de graças que
vos são devidas, a vós que sois com o Pai e com o Filho o Deus único e
verdadeiro, a quem nós, em espírito prostrados, adoramos, bendizemos,
glorificamos e jubilosamente exaltamos.
E
como não adorar de todo coração quem nos santifica, aquele sem cuja graça bem
nenhum se pode fazer? Como não prostrar-se humildemente em atitude de adoração
e diante daquele que tudo sonda, até as profundezas de Deus? Se vós, ó divino
paráclito, tudo sondais, como me ensina a Escritura santa, e se sondar tudo é
próprio de Deus somente, que devo concluir do que leio senão que vós sois Deus?
Fostes
vós que cobristes com vossa sombra uma virgem chamada Maria e por isso ela,
concebeu em seu seio por vós tornado fecundo o filho de Deus feito homem. Não é
acaso da união entre um homem e uma mulher que vem ao mundo um ser humano? Não
é deste modo que nascem todos os mortais? Mas se uma mulher concebeu um filho
sem concurso masculino, contrariando todas as leis da natureza, porque vós a
tornastes capaz de o fazer, que prova maior pode haver de serdes Deus, pois que
só Deus e mais ninguém poderia fazer tão portentosa e indizível obra? E se sois
Deus, que há de fazer a criatura racional senão louvar-vos e bendizer-vos? É
Deus quem me ilumina com sua luz, é Deus quem me santifica, é Deus quem me mantém
de pé para que eu não venha a cair e me soergue se tropecei. Se, pois, tudo
isto fazeis, devo confessar que sois Deus.
Não
fostes vós também que descendo sobre os apóstolos medrosos e tímidos em forma
de línguas de fogo, transformastes totalmente aqueles homens até então
acovardados, dando-lhes o que nada nem ninguém lhes poderia dar, exceto Deus
somente e apenas Deus? E se foi tal a mudança que neles operastes quando sobre
eles viestes, a ponto de começarem a fazer o que antes não tinham sequer
imaginado realizar, quem vacilará em admitir que sois tão Deus e tão poderoso
quanto o Pai e o Filho?
Se
cristo vos chamou de consolador, que quis ele dizer-nos com estas palavras
senão que vós sois Deus, pois apenas Deus e mais ninguém é quem nos consola?
Se
nossos corpos são vossos templos, conforme o claríssimo testemunho da palavra
divinamente inspirada, logo sou forçado a concluir que sois Deus, pois para
quem existem os templos senão para Deus?
Quando
somos batizados, é-nos dito: “Eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do
Espírito Santo. Se vós não fosseis Deus,
seríamos batizados em vosso nome, seria ele invocado sobre nós? E quando somos
perdoados dos pecados cometidos não ouvimos: eu te absolvo dos teus pecados em
nome do Pai e do Filho e em vosso santíssimo nome?
Hoje, quando as trevas se adensam extraordinariamente em torno de nós e em nosso próprio íntimo, mais do que nunca precisamos de vós. Quem crê precisa de vós para continuar crendo e quem não acredita precisa muito mais para passar das trevas da descrença ao doce consolo da fé; precisa de vós o fraco para tornar-se forte e o forte para não tombar da força na fraqueza, precisa de vós o tíbio para afervorar-se, o enfermo para ficar são, o triste para se alegrar, o caído para soerguer-se, o escravo para alcançar a liberdade, o cego para enxergar. Precisa de vós o mundo afim de voltar-se para Deus e precisa de vós a Igreja para falar de Deus ao mundo. Precisa de vós quem prega para que os ouvintes se convençam e se vós não dais eficácia a palavra de quem fala este tal apenas lança palavras vazias e inúteis ao vento.
Ó, Espírito que dais vida, afastai de nós a morte; ó Espírito da verdade, triunfai sobre o erro e sobre a mentira que nos cercam.
Vinde
habitar em nossa mente para que ela seja livre de pensamentos ruins; vinde
fazer morada em nossos corações para que neles não penetrem e se instalem nada
que nos possa prejudicar. Vinde com vossa força poderosa ao nosso encontro e
renovai-nos como só vós podeis fazer.
Nós
vos adoramos ó Espírito de Santidade, nós nos entregamos a vós neste dia que a
santa Igreja vos consagra e que vos é totalmente dedicado e vos pedimos
humildemente que permaneçais conosco até o fim de nossos dias, até que sejamos
introduzidos na eterna felicidade, junto de vós, do Pai e do Filho, Deus uno e
trino com quem esperamos reinar para sempre. Amém.
sexta-feira, 22 de maio de 2026
Demolição do Hospital Santo Inácio, localizado na Av. Leão Sampaio, marca o fim de um marco histórico em Juazeiro do Norte
Pontos
importantes sobre o local e sua história:
Origem: Erguido
nos anos 1960, o prédio foi concebido para o Instituto Gonzaga.
Idealizadores: A
iniciativa foi dos padres jesuítas Manoel e Antônio Germano.
Transformação: O prédio passou a funcionar como Hospital Santo Inácio, referência no Cariri por quase quatro décadas, antes de ser demolido.
quinta-feira, 21 de maio de 2026
José Arnaldo, nascido em 15 de janeiro de 1953, filho do Sr.
Leandro (in memoriam) e de Dona Salette, irmão e amigo querido de Arnon, Tereza
(in memoriam), Gaída, Sávio e Luiz Ivan. Pai amado de José Mauro, José Arnaldo,
Lucas, Leandro e Lara. Um ser humano de coração gentil, olhar terno, sorriso
acolhedor, um cidadão que, através de formação em Direito, exerceu com entrega
e compromisso a Direção Comercial das Docas, do BEC, da EPACE, e da COHAB. Um
apaixonado pelo cotidiano simples da agropecuária, do campo.
José Arnaldo, após 73 calendários, se despede dos seus com a
certeza da vida eterna, do sagrado encontro por ter semeado nas horas,
vivências que sempre vão reverberar em memórias de amor, lembranças suficientes
para acalentar corações e inspirar a candeia da fé na vida, nas pessoas.
Eternas saudades!
Face do Dr. José Arnon
Postado por Tereza Neuma Macedo Marques
Sorte grande na Romaria:
Postado por Tereza Neuma Macedo Marques














