quinta-feira, 24 de novembro de 2011



 VICENTE RIBEIRO SOBRINHO
         (SENHORZINHO RIBEIRO)
Vicente Ribeiro Sobrinho, (Senhorzinho Ribeiro), nasceu no dia 03.08.1909, no Sitio Pau Seco, em Juazeiro do Norte. Era filho de Porfírio Ribeiro de Matos e Maria Bezerra de Menezes. Seus avós paternos chamavam-se Antônio Félix Ribeiro e Maria Félix Ribeiro. E seus avós matemos, Joaquim Micena Bezerra e Ana Bezerra de Menezes. Filho de agricultor pobre, logo cedo, Senhorzinho começou a trabalhar também, na agricultura, ao lado do velho Porfírio de Matos, seu pai. Com sete anos de idade, inicia seus estudos, ou seja, As primeiras letras, não chegando a concluir o 4º Ano Primário. Menino, ainda, inicia o ofício de sapateiro com um tio que chegara de Alagoas. Nesta arte, trabalhou até 1931. Aos 26 anos de idade, casou-se com uma prima legítima, Eliza Bezerra Magalhães. O enlace matrimonial ocorreu no dia 10 de julho de 1937. Desse consórcio, nasceram oito filhos: Benjamim, Bosco, Tibério, Ney, Socorro, Ademilde, Neide e Tereza. No ano de 1950 foi eleito vereador pela legenda da União Democrática Nacional, (UDN), ao mesmo tempo em que se estabeleceu com uma modesta bodega, na época, "venda". Em 1955, foi nomeado pelo então Prefeito Municipal, José Geraldo da Cruz, agente de um Posto Fiscal, juntamente com seu irmão, José Porfírio. Após o mandato do Prefeito José Geraldo, Senhorzinho volta às atividades no seu pequeno e antigo comércio. Não tendo mais condições de sustentar a família com o produto do simplório e modesto comércio,ele teve que enfrentar o ramo de confecções nos Estados da Bahia e de Minas Gerais, juntamente com Dona Eliza, sua inesquecível esposa. Foram 20 anos de viagens ininterruptas. De ingentes sacrifícios. De durezas. De lutas. Batalhando e aspirando dias melhores, pois a família àquelas alturas, estava crescendo, exigia, portanto, um esforço redobrado, o que efetivamente aconteceu. Autodidata, Senhorzinho Ribeiro legou aos pósteros três obras memoriais, com as quais ficou muito mais conhecido.
(1)   RIBEIRO (Sobrinho), Senhorzinho (Vicente). – 1992 - Juazeiro em corpo e alma. Juazeiro do Norte: Gráfica Royal Ltda., 180p. ilus. (cuja segunda edição saiu em 1994).
(2)   RIBEIRO (Sobrinho), Senhorzinho (Vicente). – 1996 - Juazeiro no túnel do tempo. Juazeiro do Norte,CE: HB Editora e Gráfica, 168p. ilus.
(3)   RIBEIRO (Sobrinho), Senhorzinho (Vicente). – 2007 - Juazeiro de ontem e de hoje. Juazeiro do Norte,CE: Gráfica e Editora Royal Ltda., 262p. ilus.
Por sinal, esta última obra foi póstuma.
Senhorzinho também era poeta de cordel e dele se conhece pelo menos um folheto sob o título de A Vida do Sertanejo Pobre, sem data, 8p.
Senhorzinho Ribeiro, viveu os últimos anos de sua vida com uma parca aposentadoria, não obstante, muito feliz, pois gozava de saúde, de paz de espírito, tinhas uma "carrada de amigos" que o estimava e respeitava, enfim, era um velho muitíssimo conceituado nesta terra. Ao lado dos fi1hos, viveu e faleceu em Juazeiro do Norte, em 26.11.2004.
Em sua homenagem, o prefeito municipal de Juazeiro do Norte, através da Lei 2857, de 20.12.2004 denominou Rua Vereador Vicente Ribeiro Sobrinho a segunda paralela Leste à Rua José Maurício Teixeira de Menezes, início na Rua José Antonio Severino (José Preto), sentido Norte/Sul, no Loteamento Novo Milênio, (Bairro Brejo Seco). (Vejam o mapa e a imagem de satélite, pelo Google Earth, 2011).

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Autores juazeirenses serão homenageados em programa de TV em Parnaíba


Programação do PAPO LITERÁRIO de sábado próximo, 26/11 - 17:00 às 18:00 pela RTVI (sistema de rádio e tv Interativa, de Parnaíba, PI): ACESSO PELA INTERNET: www.rtvi.com.br
Apresentação e comentários sobre autores e obras:
SOL SANGUÍNEO, Salgado Maranhão (poesia)
JUAZEIRO ANEDÓTICO, Raimundo Araújo (Juazeiro do Norte)
BIOGRAFIA DO Pe. CÍCERO
DEPOIMENTO SOBRE Pe. CÍCERO
SABEDORIA DO Pe. CÍCERO
Daniel Walker (Juazeiro do Norte)
MAÇÃ PROFANADA, Wellington Soares (ficção)
MOEDAS PARA O BARQUEIRO (volume II), CONTOS SOBRE A MORTE
Cristiana Gimenes (organizadora),
c/ participação de Daniel C.B. Ciarlini com o conto
MANHÃ DE SETEMBRO
((((((((( BATE PAPO COM O JORNALISTA DARIVAL JR. )))))))))
Um forte abraço,
Carlos Pontes
Revista Mambembe< br />Parnaíba-P I
PRA CONTAR A HISTÓRIA...

A história da Imprensa Centenária de Juazeiro do Norte se inicia com um primeiro volume, no qual relacionamos detalhadamente o seu acervo. Ele é constituído por dados referentes à imprensa escrita (jornais impressos), imprensa falada (organismos de radiodifusão, com os serviços de autofalantes, emissoras de rádio e televisão), bem como as modernas mídias (mídia eletrônica) através de jornais eletrônicos, portais, home pages e blogs. Os passos iniciais desta pesquisa foram dados em fevereiro de 1971, quando conhecemos a iniciativa de José Oswaldo de Araújo, então secretário executivo do Instituto do Ceará (Fortaleza). Há muitos anos ele se empenhava em manter uma preciosa coleção de primeiros números de jornais e revistas da imprensa brasileira, com ênfase especial no Ceará. Naquela data, seu inventário era constituído de quase 6 mil exemplares, sendo que referente a Juazeiro do Norte ele relacionava 53 títulos, no período de 1909 a 1969. Contudo a coleção de Oswaldo de Araújo só dispunha de 41 destes primeiros números da imprensa juazeirense. Ele iniciara a sua coleção aos 16 anos de idade, em 1910. Em 1975, aos 81 anos, faleceu José Oswaldo de Araújo, inspirador maior desta nossa empreitada. Sua coleção, constituída de sete mil exemplares, ficou sendo cuidada por seus filhos até que bem recentemente o acervo, já dispondo de 10.000 itens, foi transferido para a continuação, guarda e zelo da Associação Cearense de Imprensa (ACI), instituição da qual José Oswaldo de Araújo era sócio, jornalista interiorano desde a sua juventude em Ipú-CE, sua terra natal. Ele fundara a hemeroteca da instituição que foi posteriormente batizada de Hemeroteca José Oswaldo de Araújo. Aprendemos um bocado com José Oswaldo de Araújo iniciando nossa coleção, trabalho com o qual temos nos ocupado nos últimos 40 anos. Em 1977, Daniel Walker registrou uma primeira e ainda tímida nota sobre este inventário nas páginas do Boletim do Instituto Cultural do Vale Caririense (Nº 4, p.3), já referindo a 65 primeiros números. A maior parte do acréscimo deste número de periódicos relacionava-se ao período de 1969 a 1976, mas outros mais, de datas bem anteriores foram também incluídos, fruto da pesquisa diligente que se empreendeu e continuamos a fazer. Nossa opção não foi apenas o registro de primeiros números, mas tantos números quantas fossem as edições de cada título, de modo a formar uma extensa hemeroteca, se possível, com as coleções completas destes periódicos. E assim tem sido por todos estes anos. Neste inventário, o acervo está identificado em cada título pela citação a mais completa que foi possível registrar, bem como os dados de cada edição. Na nota técnica introdutória, estes dados serão especificados. Este volume também é dotado de uma via eletrônica, gravada em disco para facilitar buscas e edições pelos interessados, pois a obra só teria sentido se viesse a se constituir em ferramenta de trabalho para melhores olhares sobre esta atividade. Quando foi comemorado o Centenário da Imprensa de Juazeiro do Norte, em 18.07.2009, marcado pelos cem anos do lançamento da primeira edição do primeiro jornal juazeirense – O Rebate, foi também aberta uma exposição comemorativa, sob os auspícios do Centro Cultural do BNB em Juazeiro do Norte, na qual estavam expostas as primeiras páginas dos primeiros números dos jornais até então inventariados. Naquela data, já eram conhecidos 314 títulos e outros 16 estavam para ser indexados, num total de 330 jornais e revistas. Hoje, ao concluir este trabalho, a relação se eleva a 421 periódicos, minimamente descritos (caracterização do título), e outros 25 a serem esclarecidos, num total de 446. O projeto completo desta pesquisa contempla também a História da Imprensa Centenária. Para tanto, um segundo volume procurará elucidar fatos, personagens, datas e circunstâncias históricas da atividade, identificando veículos e práticas deste jornalismo, desde as velhas prensas à modernidade de novas mídias e o seu papel no desenvolvimento da cidade a que tem servido. Na iconografia estarão incluídas as imagens de primeiras páginas de primeiros números (Vol. I), bem como de jornalistas e de fatos, locais e circunstâncias (Vol. II) ligadas à evolução da imprensa em nossa cidade.
Neste projeto, estamos orientados pelos seguintes critérios:
Objeto e Abrangência: São objetos deste Inventário os seguintes itens: Jornais, Revistas, Boletins, Agendas, Catálogos, Folhetos, Informativos, Guias, Edições Especiais e Comemorativas – de circulação impressa. A abrangência dos registros corresponde, apenas, aos periódicos cuja veiculação preferencial seja o município de Juazeiro do Norte, no período de 18.07.1909 a 17.07.2012. Outros poderão estar incluídos, com as devidas ressalvas.
Indexação de Títulos: Cada título deste Inventário é identificado por uma sequência numérica: Data.Ordem.Tombo, ou Ano.Mês.Dia.Ordem.Tombo.
Caracterização do Título: Número e Título; Lema / Slogan / Caracterização / Objetivo; Data de Fundação/Continuação: dd.mm.aaaa; Data de Encerramento: dd.mm.aaaa / ou, em atividade; Editor(es) / Equipe / Diretoria: (nomes); Redatores / Articulistas / Colaboradores: (nomes); Redação: (endereço); Impressão: (gráfica / editora / tipografia); Dimensões: (cm x cm); Periodicidade: (diário / mensal / anual, etc);
Tiragem: (exemplares); Observações / Comentários / Notas: (texto).
Indexação de Edição: Cada edição deste Inventário é identificado por uma seqüência numérica:
Exemplos:       Ano(Nº da edição):Dia.Mês.Ano, nPáginas;            Ex.: I(1):07.09.1922, 8p
Ano(Nº da edição):Mês.Ano, nPáginas; Ex.: I(1):07/08.1922, 8p
Ano(Nº da edição):Ano, nPáginas; Ex.: I(1):1922, 8p
Na identificação da edição, será mantida rigorosamente a anotação (data, ano e número da edição) do editor, contida no exemplar, mesmo que se reconheça que há equívoco. Com este rigor, repetições ou ausências de edições deverão ser entendidas como de responsabilidade do periódico. Os títulos não disponíveis em nossa coleção serão identificados pela ausência da anotação da sigla do arquivo, CRD: Coleção Renato Casimiro / Daniel Walker. Exemplares não disponíveis na CRD, sob quaisquer formas – exemplar original, cópia xerográfica ou arquivo eletrônico, estão indicados em negrito e/ou com interrogação (?), quando houver dúvida a respeito. Diversos títulos estão aí registrados através de citações de fontes pessoais ou bibliográficas. Na elaboração do Inventário, ao referir cada uma das fontes mencionadas, se seguirá o número de edições (exemplares) disponíveis sob a guarda daquela fonte e que foi objeto de consulta e registro. 

Indexação de Arquivos:
Este inventário está sendo realizado pela consulta a diversos Arquivos, Hemerotecas e Coleções:
ACI:    Associação Cearense de Imprensa, Coleção José Oswaldo de Araújo, Fortaleza-CE;
CAS:   Coleção Aldemir Sobreira, Fortaleza-CE;
CPR:   Centro de Psicologia da Religião, Juazeiro do Norte-CE;
CRD: Coleção Renato Casimiro / Daniel Walker, Juazeiro do Norte-CE;
HBN: Hemeroteca da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro-RJ;
MPC: Memorial Padre Cícero, Juazeiro do Norte-CE;
RXO: Coleção Rafael Xavier de Oliveira Neto, Natal-RN;
UFL:   Universidade da Flórida, Gainesville-USA;

terça-feira, 22 de novembro de 2011

MODA E BELEZA

Esse mote de rever o comércio, a indústria e os serviços de Juazeiro do Norte, entre os anos 50 e 60 tem rendido algumas surpresas, no reencontro com os velhos reclames de revistas, jornais e catálogos. Hoje, especialmente, revisamos aquilo que por um certo tempo era a nota mais charmosa da província, vista, inclusive, por um jargão cunhado por Dário Maia Coimbra, o Darim, através da velha amplificador CRP – Centro Regional de Publicidade, e que nos remetia ao comércio da Rua São Pedro, particularmente no quarteirão que fica entre as Ruas São Francisco e Conceição. Era o que se denominava o Quarteirão Sucesso da cidade. Aí, quero crer, ficavam as lojas mais destacadas, principalmente as de tecidos, de presentes, de confecções, de moda. Se não fosse aí, algumas outras estavam ainda dispersas pela mesma rua São Pedro, mas por perto. Nós hoje mostramos com os “reclames”, alguns exemplos de negócios de tecidos, sapatarias, confecções, bijouterias, joalherias, e demais complementos, camisarias e alfaiatarias, e também, (porque não), os salões de belezas.   







segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Juazeiro recebe homenagem de romeiros pernambucanos de Vertentes

     O município de Juazeiro do Norte continua recebendo homenagens por conta do seu Centenário de fundação. Por ocasião da missa do dia 20 de novembro, em sufrágio da alma de Padre Cícero, romeiros do município de Vertentes localizado no agreste pernambucano e distante 123 quilômetros de Recife, prestaram homenagens à cidade. Eles entregaram um banner e kits com souvenirs de Vertentes ao Secretário de Turismo e Romarias, José Carlos dos Santos, e ao presidente da Fundação Memorial Padre Cícero, Ricardo Lima.
      No painel, as imagens de Nossa Senhora das Dores, Padroeira de Juazeiro, e de São José, Padroeiro de Vertentes, separadas pela logomarca do Centenário. Os fiéis vestiam blusas com a mesma estampa e não escondiam a alegria durante a entrega aos dois representantes do prefeito Manoel Santana. Para Zé Carlos, bem demonstra o carinho dos peregrinos em relação a Juazeiro e muitas já foram as homenagens no decorrer deste ano. Segundo acrescentou, eles se sentem na terra de Padre Cícero como se estivessem em suas cidades. Com população de quase 20 mil habitantes, Vertentes comemorou no último dia 11 de setembro a passagem dos 119 anos de emancipação política.

01 Homenagem Vertentes.JPG

Rodovia já precisa de reparos

A rodovia Padre Cícero, uma obra prometida desde 2007, já tem trechos prontos e inaugurados. Boa parte da via está com boa pavimentação e sinalização perfeita. Outros trechos, no entanto, já estão com buracos
Alguns trechos, mesmo recém-inaugurados, já precisam de reparos (SARA MAIA)Alguns trechos, mesmo recém-inaugurados, já precisam de reparos (SARA MAIA)
A rodovia deve facilitar o caminho entre a Região do Cariri e Fortaleza. Mas, mesmo antes de ser inaugurada completamente, alguns trechos da Rodovia Padre Cícero apresentam problemas. Já há buracos em alguns locais. Em outras, a pavimentação é ótima e a sinalização, adequada. O POVO percorreu boa parte da rodovia e percebeu que, enquanto alguns lugares estão com condições de tráfego muito boas, outros já precisam de reparos.

Para os motoristas que trafegam pela região, a obra deve facilitar. “A ideia é boa, mas, antes de inaugurar, já tem parte esburacada”, comenta Francisco Soares, que mora em Fortaleza, mas precisa ir à Região do Cariri a cada duas semanas, pelo menos. O comerciante Edimar Morais, que trabalha próximo ao município de Orós, conta que os motoristas reclamam dos prejuízos com o carro. Mas ele não esquece o elogio: “Tem uma parte que está toda boa. Quando tiver tudo pronto, vai ser bom pra gente”.

De acordo com a Secretaria da Infraestrutura do Estado (Seinfra), as obras já concluídas da via são a CE-385 no trecho entre Caririaçu e o distrito de Quitaiús (Lavras da Mangabeira), no entroncamento com a BR-230.

Foram 46,7 quilômetros. Os municípios beneficiados, com essa área, são Caririaçu e Lavras da Mangabeira. Outra obra já concluída é na CE-153, entre Banabuiú e Solonópole – 49,9 quilômetros. Está em andamento um trecho da CE-153, entre Solonópole e Nova Floresta (em Orós). São 60,5 quilômetros. Os municípios beneficiados serão Solonópole, Jaguaribe e Orós.

A Rodovia Padre Cícero é um conjunto de várias rodovias que ligam Fortaleza ao município de Juazeiro do Norte. Tem como objetivo diminuir em cerca de 70 quilômetros o trajeto entre a Capital e o município. A via passa por Quixadá, Banabuiú, Solonópole, Orós, Cedro, Lavras e Caririaçu.

A obra não é recente. Começou em 2007. No mês de outubro, o governador Cid Gomes anunciou o roteiro da nova estrada. Um somatório de trechos compõe a rodovia. São eles: partes da CE-060, da CE-368, da construção de 50 quilômetros da CE 153, e da CE- 385.

Cerca de 89 quilômetros de duas áreas da rodovia foram inaugurados recentemente. Foram concluídas as obras de restauração da CE-386, no trecho Crato-Farias Brito e a pavimentação da rodovia CE-385, entre Caririaçu e o distrito de Quitaiús (Lavras da Mangabeira). De acordo com a Seinfra, nos serviços, houve investimentos de R$ 61,2 milhões, que vieram do Governo do Estado e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a partir do Programa Rodoviário Ceará III.

O quê

ENTENDA A NOTÍCIA
A rodovia Padre Cícero é um conjunto de várias rodovias que ligam Fortaleza a Juazeiro do Norte. Ela tem como objetivo diminuir em pelo menos 70 quilômetros o trajeto entre a Capital e o município da região do Cariri.

Trajeto da rodovia

A Rodovia Padre Cícero foi concebida por meio do somatório de trechos da CE-060, da CE-368, da construção de 50 quilômetros da CE 153, e da CE- 385.

Saindo de Fortaleza segue pela Avenida Godofredo Maciel, pelo bairro do Mondubim, indo até a rodovia CE-060, pelo município de Maracanaú, ainda ainda a Região Metropolitana de Fortaleza;
 
De Maracanaú, segue pela rodovia CE-060 passando por Pacatuba, Guaiúba, Acarape, Redenção, Aracoiaba, Capistrano, Itapiúna, chegando ao município de Quixadá ;
 
De Quixadá, segue pela CE- 368 com destino ao município de Banabuiú;
 
A partir dali segue pela rodovia CE-153 passando pelo distrito de Cangati antes de chegar em Solonópole, distante 378 km de Fortaleza;

De Solonópole, segue ainda pela CE-153, passando pelos distritos de Nova Floresta e Amêndoa no município de Jaguaribe, até Orós; Passa por Lima Campos em (Icó);
 
Ainda na CE-153 chega ao município de Cedro e atinge a localidade de Mangabeiras, em Lavras da Mangabeira, pela BR-230. Na divisa deste com Caririaçu passa pela localidade de Quitaiús.
 
De Quitaiús segue pela rodovia CE-385 até Caririaçu. Dali, pela CE-060 são cerca de 22 km até Juazeiro do Norte.
 
Municípios beneficiados pela rodovia:

Maracanaú, Pacatuba, Guaiúba, Acarape, Aracoiaba, Capistrano, Itapiúna, Quixadá, Jaguaretama, Banabuiú, Solonópole, Jaguaribe, Orós, Icó, Cedro, Lavras da Magabeira, Caririaçu e Juazeiro do Norte.

FONTE: Secretaria da Infraestrutura do Estado (Seinfra)

Daniela Nogueira
danielanogueira@opovo.com.br
FDM aponta crescimento do desenvolvimento de Juazeiro do Norte - Por Beto Fernandes
O IFDM – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal -, estudo anual do Sistema FIRJAN – Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro -, que acompanha o desenvolvimento dos mais de 5 mil municípios brasileiros no que diz respeito as áreas de emprego e renda, educação e saúde aponta um ótimo resultado em relação ao desenvolvimento de Juazeiro do Norte. Esse resultado é possível graças às estatísticas públicas oficiais disponibilizadas através dos ministérios do Trabalho, Educação e Saúde.

Pela versão de 2010, entre os 5.564 municípios do País, nossa cidade aparece em primeiro lugar como melhor cidade do Cariri e sexto lugar em nível Estadual no ranking dos melhores lugares para se viver, em relação ao nível de desenvolvimento medido pelos índices econômicos de emprego e renda, de educação e de saúde.

Juazeiro destaca-se pelo crescimento e geração de emprego e renda
Em 2011, a pontuação de Juazeiro é de 0.7481, sendo que o ranking ainda não está definido, mas a tendência segundo os técnicos é de melhorar ainda mais em relação a 2010. A Secretária de Planejamento, Marta Dulcélia, informa que a leitura do levantamento é relativamente simples. “O IFDM varia de 0 a 1 e quanto mais próximo de 1, maior o desenvolvimento do município. Outro aspecto importante é que a pesquisa aponta se o crescimento é fruto das políticas públicas executadas no município ou se pela queda nos municípios da mesma região”, explica.

Juazeiro alcança o IFDM 0,7481 pontos resultado de 0,7085 na economia (emprego e renda), 0,7301 em educação e 0,8057 em saúde, colocando-a numa média de crescimento considerável. “Como a cidade está se desenvolvendo de forma extraordinária nós estamos confiantes de que esse índice melhorará ainda mais este ano”, avalia Marta.

Em relação às cinco principais cidades do Estado como Fortaleza, Caucaia, Maracanaú e Sobral, Juazeiro aparece em 4º lugar, com ênfase na saúde, que anda a passos largos, com alto desenvolvimento, atingindo um índice de 0,8057. Na região do Cariri, Juazeiro continua no ranking como a melhor cidade para se viver.