sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
Primeira Escola Brasileira de Literatura de Cordel e Xilogravura :projeto envolve parceria entre MINC , URCA e UFCA
sábado, 24 de janeiro de 2026
TERCEIRO DOMINGO DO TEMPO
COMUM
Data: 25 de janeiro
Texto bíblico: Mt 4, 12 – 23
Dom Samuel Dantas, OSB
A palavra saída da boca do Senhor Jesus possui uma força extraordinária, capaz de alterar completamente o curso da vida de alguém que a acolha e a escute com a atenção devida a ela. Tal é o que claramente se nos revela no trecho evangélico lido neste domingo pela Igreja e proposto à nossa consideração.
Poucas
palavras foram necessárias para arrancar Pedro e seu irmão André, ambos
pescadores, do lugar em que estavam, certamente sem pensar que dali a poucos
instantes, por causa de uma palavra dita por alguém que sequer conheciam, a sua
vida tomaria um rumo totalmente diferente.
Jesus
não proferiu um longo e enfadonho discurso sobre si e sobre a obra que viera
fazer no mundo por ordem do seu eterno Pai para convencê-los a segui-lo, nem
realizou diante deles milagre de espécie alguma para capturar o seu
assentimento. Não fez nada, mas limitou-se a dizer com a autoridade que lhe era
própria: “Vinde em meu seguimento e farei de vós pescadores de homens”.
Os
chamados por Cristo não deixariam de ser pescadores, continuariam a pescar, só
que doravante coisa bem diferente do que pescavam até então.
E
tão admirável quanto a brevíssima palavra que mudou inteiramente a vida
daqueles quatro homens, cuja existência até então limitava-se a execução de um
extenuante labor do qual retiravam o seu sustento cotidiano, foi a prontidão
com que obedeceram assim que ouviram a palavra que lhes foi dirigida por um
desconhecido.
Lê-se
em um certo Salmo: “Mal ouviu a minha voz obedeceu”. Eis o que aconteceu quando,
primeiro Pedro e André, e em seguida Tiago e João, escutaram a palavra de Jesus.
O
evangelista Mateus, que registrou o fato, relatou que logo que eles ouviram a
palavra do Senhor Jesus, deixando o que estavam fazendo, puseram-se a segui-lo.
Seria muito normal e compreensível que aqueles homens, tendo escutado a palavra
de Jesus, estranha e misteriosa sem dúvida, lhe tivessem perguntado: tu, que
isto nos dizes, quem és? Ou: seguir-te para onde? No entanto, nada disto
sucedeu!
Aqueles
homens não perguntaram a Jesus quem ele era e nem para o que exatamente estavam
sendo chamados, mas apenas o seguiram sem vacilar, sem saber nada sobre quem
acabara de chama-los e menos ainda sobre para o que estavam sendo chamados. E,
todavia, mesmo sem nada saber, eis que se põem a segui-lo. Aqui está o que é a
fé em sua definição mais pura e em seu estado mais perfeito.
Chamados,
não fazem perguntas, não pedem garantias, não exigem explicações e não hesitam
um único instante. Deixando tudo o que estavam fazendo, seguem a quem os
chamou.
Aqueles
quatro pescadores tinham pelo menos cinco motivos para recusarem-se a seguir
Cristo: 1) Não sabiam quem de fato era ele e o que pretendia. Podiam pensar:
Como vou seguir alguém que sequer conheço? 2) Já tinham um trabalho. Podiam
pensar: Trabalhar no que? 3) Já tinham um ganho certo, oriundo da atividade da
pesca. Podiam pensar: Vou ganhar o que? 4) Incerteza quanto ao futuro. “Como
será o amanhã”? Por fim, poderiam ter pensado: e se acaso não der certo? Sem,
no entanto, levar em consideração nada disto, creram em quem lhes falou;
confiaram em sua palavra, e deixando para trás um presente seguro e estável,
seguiram a Jesus.
Se
tivessem optado por permanecer exatamente onde estavam, e junto de quem estavam;
se tivessem preferido continuar a fazer o que estavam fazendo quando Cristo os
chamou, poderiam ter sido salvos, mas não teriam se tornado íntimos amigos do
Filho de Deus nem tampouco o “sal da terra e a luz do mundo”. Cristo, tirou-os
de onde eles estavam e ei-los convertidos no que jamais se teriam tornado se não
os tivesse chamado.
Creia
que o senhor Jesus, o qual fez de quatro pescadores apóstolos seus, pode ainda
hoje fazer de você, quem quer que você seja, alguém melhor. Para que isso se
realize é preciso que você o siga.
Postado por Tereza Neuma Macedo Marques
ROMARIA DE NOSSA SENHORA DAS CANDEIAS 2026
A
Festa e Romaria de Nossa Senhora das Candeias tem início no próximo dia 29 de
janeiro e segue até 2 de fevereiro. O evento traz como tema "A exemplo do
Servo de Deus Padre Cícero Romão, cuidemos da criação" e como lema
"Eu sou a Mãe da Santa Esperança" (Eclo 24,24).
Todos
os anos, durante as romarias, o município oferta serviços essenciais para
garantir uma boa acolhida aos visitantes e romeiros, com destaque para o
atendimento à saúde, ações de assistência e pontos de informação ao público.
A
Basílica Santuário Nossa Senhora das Dores é responsável pela programação
religiosa da festa, em conjunto com os outros cinco santuários da cidade. Um
dos momentos mais marcantes da romaria é a Procissão Luminosa, em que fiéis
conduzem velas ou candeeiros ao longo do percurso até a Igreja Matriz.
A
procissão acontece no dia 2 de fevereiro, com previsão de início às 18h. Após a
missa no Largo do Socorro, a concentração se dá na Avenida Leandro Bezerra,
seguindo pela Avenida Monsenhor Joviniano Barreto, Rua São Francisco, Rua Padre
Cícero, Rua Santa Luzia, Rua São Pedro, até a Basílica de Nossa Senhora das
Dores.
Acompanhe,
abaixo, a programação da Romaria de Candeias 2026.
PROGRAMAÇÃO
29
de janeiro a 31 de janeiro (quinta-feira a sábado)
Basílica
Santuário
Missas:
6h, 9h, 12h e 19h
11h - Coroa
das Lágrimas
14h - Terço
da Misericórdia
15h - Encontro
com os Romeiros
18h - Terço
e Novena
20h - Show
do Chapéu na Vila Tabuleiro
Capela
do Socorro
6h - Ofício
da Imaculada Conceição
Missas:
7h, 10h, 15h e 17h
1º
de fevereiro (domingo)
Basílica
Santuário
Missas:
5h, 9h, 12h e 19h
11h - Coroa
das Lágrimas
14h - Terço
da Misericórdia
15h - Encontro
com os Romeiros
18h - Terço
e Novena
20h - Show
do Chapéu na Vila Tabuleiro
Capela
do Socorro
Missas:
7h, 10h, 15h e 17h
2
de fevereiro (segunda-feira)
Basílica
Santuário
Missas:
5h, 7h e 9h
4h - Ofício
da Imaculada Conceição
12h - Bênção
dos Chapéus e Despedida dos Romeiros
19h - Bênção
do Santíssimo e Envio Missionário
Capela
do Socorro
Missas:
7h, 10h, 15h e 17h
18h - Bênção
das Velas e Procissão Luminosa
Fonte: maedasdores.com
Comunicação
Postado por Tereza Neuma Macedo Marques
quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
Missa e Terço rezado nos 112º aniversário de morte da Beata Maria de Araújo na Capela do Socorro
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
LUTO NO EMPRESARIADO
Morre aos 88 anos em Juazeiro o empresário e dirigente classista Chico Alberto
O empresário Francisco Alberto Bezerra, o Chico Alberto, morreu por volta das 21 horas deste domingo no Hospital da Unimed em Juazeiro, onde estava internado desde o dia 24 de dezembro. Ele tinha 88 anos e o velório acontece na Sala Prime do Centro de Velório Anjo da Guarda, com sepultamento às 16 horas naquele cemitério. O mesmo nasceu no dia 13 de novembro de 1937 em Crato e foi o décimo de um total de 13 filhos do casal Francisco de Paula Bezerra e Maria de Carvalho Bezerra.
Chico Alberto iniciou os estudos na Escola Alexandre Arrais, de onde saiu no ano de 1950 para o Seminário Diocesano São José do Crato permanecendo durante quatro anos. Após a conclusão do curso primário e a percepção que não tinha vocação para o sacerdócio, passou a estudar no Colégio Diocesano época em que já trabalhava no comercio cratense juntamente com o seu pai. Entretanto, no ano de 1958 começou a trabalhar por conta própria e durante dez anos.
Já em 1964, Chico Alberto decidiu fixar residência em Juazeiro onde casou com Tenísia Maria Coimbra Bezerra. Dai, nasceram os filhos Lígia Samara (pedagoga), Alberto Bráulio (engenheiro eletrônico), Fásia Germana (analista de sistemas) e Tália Suyanne (assistente social) vindo, depois, sete netos e dois bisnetos. No ano de 1968 ele aceitou convite do sogro o empresário, Antonio Fernandes Coimbra (Mascote), e tornou-se sócio da Gráfica Mascote tendo assumido a direção da empresa.
Nesse mesmo ano ingressou na Loja Maçônica Cavalheiros Spartanos chegando ao posto de Venerável Mestre por duas vezes e atingido o grau máximo da maçonaria. Chico Alberto foi membro do Lions Clube e contribuiu na reabertura do chamado Clube dos Doze. Além disso, integrou a diretoria do Treze e dirigiu, por vários anos, a escola José Marrocos mantida pela maçonaria. Fez o cursilho da Cristandade e, no em 1982, foi um dos fundadores do ECC (Encontro de Casais com Cristo) da Paróquia do Sagrado Coração de Jesus (Salesianos).
Também foi diretor do Juizado de Menores, integrou diretoria do Icasa Esporte Clube, do Rotary Clube de Juazeiro e foi sócio benemérito do Instituto Cultural do Cariri (ICC) de Crato. Já no ano 1990 Chico Alberto foi eleito presidente da Associação Comercial e Industrial de Juazeiro tendo sido o primeiro dirigente reeleito da entidade cinco anos depois.
Já no ano de 1996 ele ingressou na política quando disputou o cargo de vice-prefeito na chapa encabeça por Carlos Cruz e derrotada por Mauro Sampaio. Foi ainda presidente do Sindilojas (Sindicato dos Lojistas) e tesoureiro da CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas) de Juazeiro; diretor de patrimônio do Clube Recreativo Grangeiro em Crato e membro do COMUT (Conselho Municipal do Trabalho). Era ardoroso devoto do Padre Cícero e, no ano de 1984, foi agraciado com o título de cidadão juazeirense por sua atuação em favor do desenvolvimento de Juazeiro.
Crédito do sitemiseria
Demontieux Tenorio


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